Random Access Memories (Daft Punk)

Música terça-feira, 14 de maio de 2013 – 4 comentários

O novo álbum do Daft Punk é sem dúvida o melhor álbum do ano. O hype em torno de “Memórias de Acesso Aleatório” [Nota do editor: Tradução de Random Access Memories, caso você não tenha sacado], ou simplesmente RAM, é gigantesco e agora que o disco vazou na internet está disponível no iTunes, eu finalmente pude ouví-lo e preparar esse maravilhoso faixa a faixa, cortando essa onda de rumores, especulações e fofocas. Preparem-se, essa crítica faixa-a-faixa está em profundidade e somente depois de ler tudo isso vocês saberão tudo o que precisam saber sobre o mais recente disco dos robôs franceses. continue lendo »

Peguem seus pergaminhos

Nona Arte quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 – 2 comentários

“A Biblioteca de Sonhos é a maior que já existiu. Estou certo de que todos os seus livros estão aqui. Como? Você não escreveu livro nenhum? Claro que escreveu. Eis um deles. Chama-se “O Best-Seller de Espionagem e Romance no qual eu pensava no ônibus e que venderia um bilhão de cópias me livrando do trabalho para sempre.” Não é um título dos mais atraentes, certo?” continue lendo »

A “música” fazendo as gostosas (ou, infelizmente, nem tanto) dançarem

New Emo quarta-feira, 27 de agosto de 2008 – 36 comentários

Eis que a série que começou aqui e continuou aqui chega a seu fim. Bom, eu acho, isso vai depender de vocês. Assim como essa coluna dependeu do Angelo Dias.

Bom, são três “classes” então: As dançarinas que fazem parte da música; as dançarinas que FAZEM a música; e as garotas que DANÇAM com tais músicas. Ou com quaisquer outra, lembrando que o nível de qualidade dessas músicas são de deprimentes a completamente perturbadores.

Afinal, música eletrônica é perturbadora.

Vista por este ângulo, nem é.

O que é música, afinal? É só um amontoado de acordes com uma letra de desabafo ou algo do tipo? Bom, o óbvio é que a música é o principal fator de mudança de humor para o ser humano. Isso é FATO, não adianta querer discordar só porque você é… vegetariano.

Não vamos dar um significado pra música agora, vamos falar… das dançarinas. Olha o que o Daft Punk reserva pra gente:

A mulherada dançando, segundo a mídia, apenas expõe o seu corpo e faz com que a indústria de revistas masculinas cresça e que garotinhas adolescentes por aí engravidem mais rápido por saber dançar exatamente como a Mulher Melancia, por exemplo. É óbvio que ninguém sabe, disseram que a Mulher Jaca até desmaiou em um show por TENTAR isso. Pra dançar Créu, não é mole não.

Mas é claro que há a mulherada que realmente gosta de dançar, e eu estou falando daquelas que continuam exibindo o corpo. Porra, eu estou defendendo algo desde a primeira coluna desta série: A música muda. Se é pra desligar os ouvidos, é pra fazer os olhos abertos valerem à pena.

Às vezes é bom não arriscar. Naquelas: Além de pedofilia ser crime, criança ainda está em fase de crescimento, se é que vocês são capazes de compreender este pensamento calhorda.

Elas chamam isso de “passo original”. Só tomando muita Original pra engolir essa. Noobs.

Parece mais uma animação em Stop-Motion, isso aí. Não pelo fato do vídeo estar em Stop-Motion, mas pelo fato de a garota parecer um desenho animado.

Ah, a velocidade 5…

Pois bem, é esse o tipo de desculpa coerente por ir a um show de Axé ou por… ouvir Axé o dia inteiro na casa da sua namorada. Quem é de fora não sabe, mas não sabe MESMO do que estamos falando, véi. Se música altera o nosso humor, imagina música + bunda? Só faltou o limão. Afinal, o salame já tá na sua mão.

Sério, minhas piadas seguidas por rimas deviam ser easter-eggs. E obviamente eu não ia deixar de fora a magnífica Pole Dancing.

Ao som de Fergie, alguns movimentos da dança do cano. Música absurdamente ruim; dança absurdamente excitante. O que nos leva ao… strip-tease.

É claro que não há strip completo (malditos patrocinadores), mas a música é boa para a intenção. Então, finalizando uma das colunas mais empolgantes da história do AOE, três dicas de músicas pra sua gordinha dançar pra você, seja no cano, tirando a roupa ou… no salame:

Supermassive Black Hole, do Muse, é a GARANTIA de um strip-tease, véi. Não tem melhor.

Make It Wit Chu, do Queens Of The Stone Age, é uma ótima escolha para aqueeeele amasso.

E me diz se Low, do Foo Fighters, não é uma escolha perfeita para pole dancing?

A boa é que você pode inverter as músicas que vai dar no mesmo, depende do seu estilo. Bom gosto musical é comigo mesmo. Espero que você tenha um bom gosto visual e faça uma boa escolha, noob.

E indiquem vídeos nos comentários, véi. Preferi ficar só com dois exemplos de dança pra vocês não desmaiarem, bando de tanga.

Dançarinas e a “música”

New Emo quarta-feira, 13 de agosto de 2008 – 11 comentários

Nós, que temos bom gosto (eu e mais uns três leitores dessa coluna), costumamos não dar ouvidos – literalmente – àquelas músicas feitas apenas para dança ou para fazer alguma gostosa fazer sucesso. Porém, estamos errados ao ignorarmos isso, afinal, esse fato também faz parte da evolução musical pessoal de cada um. É quando você aprende a ouvir a música com os olhos.

A Dança do Bumbum é absolutamente clássica, fato. Infelizmente não temos escolha quando os vizinhos escutam essas músicas em uma altura absurda, então, TODOS NÓS temos essa letra de cor. AGORA MEXE, VAI!

Tomaí um COMPILADO de clássicos do grupo, véi.

Grupos como o É o Tchan são para lançar gostosas E fazer gostosas dançarem, espetacular. Ou seja: Os caras têm um público alvo bem extenso, e obviamente somos nós, homens, quem agradecemos. Aliás, não agradecemos tanto assim, a escolha do Jacaré foi infeliz demais.

Essas músicas têm ritmo, animam a galera e infelizmente as letras grudam nas nossas cabeças como qualquer outra letra imbecil por aí. Mas enfim, é compreensível ver o povão vibrando com esse tipo de som, afinal, pelo ritmo E sonoridade, o axé pode ser considerado música. Agora, “Funk” não é música nem fodendo.

É claro que todo o mérito do sucesso da Dança do Créu é da bunda da Mulher Melancia, mas ainda assim essa “letra” causa um certo… impacto para as massas. A boa é que, como todo funk, essa merda já está acabando. Mais sobre a dança do créu aqui.

No início da carreira, a Carla Perez não tinha lá uma bunda fenomenal. Com o passar do tempo, a… tecnologia permitiu o contrário. As bundas de Sheila Carvalho e Sheila Mello marcaram mais, pelo menos pra mim. As playboys devem ajudar nesse ponto de vista também, é claro.

Mais crássico? Na boquinha da garrafa!

Eu discordo quando dizem que o Brasil é o país da bunda, sou CONTRA o “Funk” e acho que o Axé pode sim trazer novas experiências para a nação heterossexual do mundo inteiro. Não vejo problema nenhum em mulheres dançando, sério. Eu até incentivo a minha. Duas vezes. Você vê algum problema em alguém querer ver a namorada dançando o créu?

Apesar de odiar “Funk”, eu não me contradisse: Aquela “música” não sai da bunda da Mulher Melancia.

Mais vídeo, Rebolea, ó que beleza:

Enfim, como música, o Axé realmente é uma cultura inútil. Agora, em volta daquilo, o Axé é arte. Os exemplos de dançarinas são infinitos, acho que citar É o Tchan é mais feliz, tendo em vista que eles davam mais destaque às dançarinas, apesar do Jacaré. Pois bem, as dançarinas estão ali para animar, literalmente, certo? Mas nem sempre elas estão ali para compensar uma música ruim. Então, falando nisso, compensemos esta coluna com algo de qualidade sonora e visual:

Pretty Fly (For A White Guy) é um puta som bacana, e as dançarinas desse clipe realçam ainda mais este fato. Pena que elas aparecem pouco.

Tem também o vídeo clássico da minazinha dançando Harder Better Faster Stronger, do Daft Punk:

Aliás, música eletrônica sempre rende umas danças loucas, mas isso foge do nosso foco atual. Ainda assim, pertinente citar o vídeo acima, convenhamos. Daft Punk rendendo boas dançarinas.

Mas é óbvio que as melhores dançarinas de todas ainda estão por vir. PROBOOOOOOOOOOOOT!

Semana que vem é hora de analisar as dançarinas que FAZEM “música”, véi!

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