Querido Diário: Uma palavrinha sobre música

Música terça-feira, 24 de junho de 2014

Há uns dias que duas músicas habitam minha mente, uma me importunando, a outra me lembrando, de tempos em tempos, que existe e que eu deveria ouvi-la. Não farei segredo: A primeira é American Idiot, do Green Day, a outra Por Enquanto, da Cássia Eller. É, uma não tem nada com a outra, mas esse é o tipo de coisa que a gente não escolhe.

A segunda é culpa da propaganda da Brahma. Já é comum, para mim, de tempos em tempos, ouvir ao menos as mais famosas músicas da Cássia Eller. Faz parte daquela lista, que todo mundo tem, a qual você aproveita toda vez, independente de todo o resto. Mas ainda sim o mérito é da propaganda, por adiantar o inevitável.

Você pode ver o resto da campanha aí no canal.

A outra, entretanto, é por minha própria culpa, o bom e velho caso de uma música que gruda na sua cabeça, e só vai embora depois de muito. E tenho de dizer, desta vez pelo menos não há motivo específico algum por ser Green Day. É uma banda que fui praticamente obrigado à ouvir na época e, por adaptação, passei a gostar de algumas das músicas e aguentar outras, mas nada além. Preferia Simple Plan.

E essa é a minha vida. Tenho cantarolado American Idiot o dia todo, em tudo que é lugar, e até em ocasiões ligeiramente impróprias, nada grande, só inadequado. E Por Enquanto me assalta, quase me culpando, a cada jogo que assisto. Simples assim, nessa dualidade, está a música para mim. Offspring já está bem menos presente, ouvindo mais por costume que por vontade real. O ciclo recomeça. Desculpem, não tenho assunto, este texto não tem propósito.

Este é o momento em que um ponto mais profundo e importante é posto em pauta. Tenho alguns, mas todos forçados: A discrepância entre estilos musicais, a relação individual com a música, a inerência musical na sociedade. Nomes chiques; ficam pra depois. Só queria dizer para vocês, “para o mundo todo, através da internet”, que tem duas músicas que não saem da minha cabeça, sem significados profundos, sem pretensões, sem debates, só uma informação, do tipo que abunda no mundo (Olha, rimou) e que não faz diferença nenhuma pra ninguém, nem mesmo pra mim.

Querem a virada falada no parágrafo anterior? Vai lá: Às vezes é bom fazer as coisas só por fazer, às vezes é bom ouvir música só por ouvir música. Mas deixemos isso pra lá. Não, não é psicologia reversa, hoje só o texto é vagabundo.

Vou encerrar por aqui, antes que eu mesmo me enforque. Podem me culpar por este texto, e estarão certos, mas nem tudo precisa ser grande. Tudo que eu tenho nesse momento (Frase bem mais dramática do que eu queria) são duas músicas, e ao menos uma é altamente questionável, e queria que mais alguém as tivesse também. Espalhar a doença, compartilhar o remédio, tanto faz. Agora tanto faz.


:)

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