Porque Harry Potter é ruim

Livros sábado, 20 de novembro de 2010

Já se deparou com um autor filho da puta? Não? Pois isso irá mudar AGORA:

 OPA!

Se você não gosta de spoiler, não clique aqui.

Digo (Com certo orgulho até) de que li Harry Potter 5 pelo menos 16 (Sim, dezesseis) vezes (Parei de contar depois disso), fato que é facilmente explicado: É o único livro da série que eu tenho. São 11232 páginas lidas só nessa porra de livro, o que me garante o direito de falar o que eu quiser sobre a série (E não ser questionado por isso).

Desde a criação e a organização da literatura, autores fodem com suas próprias séries, vide a Anne Rice e a Meg Cabot (Será coincidência todas serem mulheres?), mas nos últimos tempos a ganhadora foi, definitivamente, a J.K. Rowling (A.K.A Juscelino Kubitschek). Se existisse um prêmio para o autor que mais mata personagens principais, ela seria campeã eterna: Contando por cima, são umas 9 mortes de personagens principais. Mas o problema não é matar personagem principal. Nããããão, meus caros, o problema foi ela ter matado a CORUJA.

 Porra, o MALFOY ficou vivo, por que a coruja não?!

Quem leu os livros notou que a J.K. também tem um certo problema com a divisão das partes da narrativa. Num livro de 400 páginas, 30 compõe todo o clímax da estória. Tá certo que o Dumbledore é foda, mas quem quer ver/ler ele falando o quanto o Harry é corajoso? Porra, eu quero Avada Kedavras e a Hermione pagando peitinho excursões para a Floresta Proibida.

Aí você pensa “beleza, o cara morreu”, mas NÃO. Basta o Quatro Olhos agitar a varinha contra o Snake Nose que é gente fantasma espectro Plurium Contactum prum lado, Priori Incantatem pro outro e “magia não revive os mortos, Harry, mesmo com os zumbis do Voldemort na caverna provando o contrário”. ZUMBIS.

Se você, assim como eu, quer saber o final de uma série após ler 6 outros livros, você entende o que eu quero dizer na frase “que merda é essa?”. Vocês sabem, é o tipo de frase que se usa quando estamos em total desacordo ou indignação com o que nos é apresentados. E é exatamente isso que a senhora da primeira foto nos faz perguntar ao final da série: Há várias coisas sem resposta, no melhor esquema não-quero-mais-escrever-sobre-isso-mas-vou-deixar-em-aberto-pra-poder-ganhar-mais-dinheiro-no-futuro.

 Galeões, Sicles e Nuques

Sabe o que é pior que matar os personagens mais legais e não responder o que todo mundo quer saber? Colocar um final tosco e clichê. De verdade, ninguém precisava daquele epílogo: É incrivelmente idiota. Tá certo que o fim do último capítulo também é um tanto quanto chato, mas ainda é melhor que o que vemos 19 anos depois.

De forma resumida, a série é uma boa pedida para quem quer uma diversão simples e fácil. E para quem não é fresco/guei/idiota ao ponto de se deixar levar pela estória e pelas merdas “necessárias” da J.K., que depois de você ler algumas vezes, se tornam um tanto quanto… Padrão. E só para estabelecer a conexão (Tão “necessária” atualmente) com Crepúsculo, a J.K. classifica os vampiros ao nível de hemofílicos psicopatas… Mas lobisomens continuam lobisomens. Bom, pelo menos temos DRAGÕES na estória.

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