Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises) (Com spoilers)

Cinema quarta-feira, 01 de agosto de 2012

 Oito anos após a morte de Harvey Dent, a cidade de Gotham City está pacificada e não precisa mais do Batman. A situação faz com que Bruce Wayne (Christian Bale) se torne um homem recluso em sua mansão, convivendo apenas com o mordomo Alfred (Michael Caine). Um dia, em meio a uma festa realizada na Mansão Wayne, uma das garçonetes contratadas rouba um colar de grande valor sentimental. Trata-se de Selina Kyle (Anne Hathaway), uma esperta e habilidosa ladra que, apesar de flagrada por Bruce, consegue fugir. Curioso em descobrir quem é ela, Bruce retorna à caverna para usar os computadores que tanto lhe serviram quando vestia o manto do Homem-Morcego. Aos poucos começa a perceber indícios do surgimento de uma nova ameaça a Gotham City, personificada no brutamontes Bane (Tom Hardy). É o suficiente para que volte a ser o Batman, apesar dos problemas físicos decorrentes de suas atividades como super-herói ao longo dos anos.

Quando começaram as notícias sobre o último filme do morcego, eu decidi abrir mão de teorias e spoilers. Como eu estava meio feliz com os dois últimos resultados do Nolan, decidi entrar na onda “in Nolan we trust” e pensei despretensiosamente: “Ok Nolan, surpreenda-me”. E o maldito conseguiu [Atenção, essa merda tem spoiler. Se você não quer estragar nada, leia aqui ou aqui].

A história

Apesar do filme se passar oito anos depois após o último, ele já começa com um gancho à história anterior, por isso é bom rever os dois últimos filmes. As atitudes tomadas no final de Dark Knight são o ponto inicial do filme, já que Batman assumiu a culpa dos crimes de Harvey, ele morreu como um herói, e isso deu início a uma era de paz em Gotham. Oito anos de paz em Gotham significam anos anos sem Batman, e Bruce Wayne, ainda amargurado pela morte da sua amada Rachel, se isola na mansão. A história começa ótima, ela não é uma bomba que explode do nada, ela faz ligação direta com os outros filmes, mantendo o pé no chão e sem empurrar nada insensato. Esses oito anos, que até então eu tinha achado desnecessário, se encaixam muito bem na trama. Como no filme não dá tempo de Bane testar e cansar o herói, como ele fez nos gibis, esse tempo parado serve como explicação para um Batman cansado e despreparado. Também é esse tempo parado que nos faz lembrar o clássico The Dark Knight de Frank Miller, assim como a volta do Batman nos lembra aquele velho Wayne vestindo o uniforme após 10 anos de aposentadoria.

 Eu nasci outra vez.

Com o desenrolar da história, tudo se mantém interligado, sem pontas soltas, e a cada 10 minutos temos reviravoltas que explodem sua cabeça, mesmo se você já conhece a história. Parece que quase tudo é imprevisível, e até mesmo o previsível se torna uma surpresa, como a Talia al Ghul, que desde o começo eu já sabia quem era, mas durante o filme desviaram tanto a atenção dela, que quando ela revela sua verdadeira identidade e objetivos, eu cheguei a ficar surpreso. O mesmo vale para a história do Bane, eu sabia que ele não era filho do Ra’s, mas eu comprei essa história perfeitamente e acreditei nela durante todo o filme. Nolan conseguiu fazer o óbvio ficar fascinante. E por falar em óbvio, quem foi ao cinema esperando uma Queda do Morcego quebrou a cara, pois o filme não se trata do Batman sendo quebrado, tanto que isso ocorre bem rápido e sem muitas cerimônias. Até a clássica cena do Bane “quebrando” a espinha do Batman se torna discreta e sem um drama exagerado.

Durante a recuperação de Bruce na prisão, enquanto Gotham vai se afundando, Nolan vai construindo o mito Bane de uma forma tão completa quanto à história do Batman. Se Batman é o resultado de uma noite, Bane é o resultado de uma vida inteira. Cada vez mais a história vai ficando completa, mais assustadora, mais cheia de detalhes, até aos 45 do segundo revelarem que essa não é a história de Bane, e sim da Talia, a verdadeira inimiga do filme. Novamente Bane é mais um capanga, porém, o sentimento de decepção não é tão grande se comparado a surpresa dessa informação. O filme muda de rumo, e tudo o que você viu ganha um novo significado. Como disse antes, não é sobre quebrar o Batman, é sobre vingança. E a cena onde tudo se revela é tão intensa que, mesmo sabendo que a Mulher-Gato não iria fugir da cidade, você acaba esquecendo ela e pensa que o Batman realmente vai morrer nas mãos de Bane. Mas, passado isso, Batman deixa de morrer nas mãos de Bane para morrer nas mãos de Nolan.

Sim, o maldito matou o Batman. Eu sei que isso foi comentando várias vezes e que dentro da própria narrativa não é surpresa nenhuma, mas porra, o cara matou o Batman. Eu jurava de todas as maneiras que isso não iria acontecer, que a DC não deixaria seu maior herói ser morto ou até mesmo que o Nolan não seria tão ambicioso. E mesmo sendo um clichê máximo do herói se sacrificando, Nolan conseguiu fazer de forma surpreendente. Até o último segundo você fica esperando uma salvação milagrosa, a nada surpreendente morte acaba se tornando uma surpresa, pois ninguém tinha ousado matar o Batman até então (Por favor, não me venha falar de Darkseid). Porém, ao sacrificar Batman, Nolan não o matou, ele o imortalizou, assim como Morrison fez com Superman em All-Star e também como Moore fez em O que aconteceu com o Homem de Aço?. E eu aposto que esse puto se baseou bastante na história de Moore para dar esse fim ao morcego, pois a cena final onde Bruce acena para Alfred é muito Clark Kent de bigode dando piscadinha.

 Foi dai que saiu o final do filme.

Outra surpresa agradável foi ver que Nolan bebeu da fonte Terra de ninguém, a excelente saga que transformou Gotham em, como o próprio nome diz, uma terra de ninguém. Nesse arco, um terremoto atingiu a cidade, e o governo decide tocar o foda-se pra terra do morcego. Pontes são destruídas, minas são colocadas nos rios, não existe uma forma de escapar desse inferno. Não há mais leis e regras, o único objetivo é sobreviver, e nisso a cidade se divide em territórios dominados por gangues. Durante o início da saga, Batman tá afastado de sua cidade, e isso deixa Gordon sozinho com a bomba na mão. O Nolan conseguiu levar isso para as telas. Do jeito dele, porém levou.

 Sem lei.

Só que, como nem tudo são flores, a história tem seus defeitos sim, um defeito que parece deixá-la incompleta: Tudo é muito curto. The Dark Knight Rises deveria ser uma trilogia, e não um filme só. Apesar da história bem escrita e bem trabalhada, o filme não pode se aprofundar muito nos pequenos e grandes detalhes. O Batman quebra, se recupera e salva Gotham muito rápido. Apesar de o filme falar do herói, da alma e da superação, não se trabalha muito a parte de superação. Pensei que a famosa frase de Thomas Wayne, que foi repetida umas 247 vezes durante a trilogia, fosse a essência desse filme: “Por que caímos Bruce? Para aprendermos a nos levantar”, mas ela pareceu um mero detalhezinho. O “levantar” e a superação física e mental foram muito superficiais. Talvez na versão original do Nolan de cinco mil horas isso seja mais explorado, mas a versão do cinema contou muita coisa em pouco tempo. Isso, para mim, estragou um pouco o filme. Ele é ótimo, é excelente, é melhor que o Dark Knight, porém te deixa com uma sensação de que poderia ser melhor.

O vilão

Quando eu fiquei sabendo que o Bane seria o vilão do filme, logo pensei: Cagou-se tudo. Obviamente iriam referenciar a Queda do Morcego, mas a Queda do Morcego não conseguiria ir para o cinema de forma decente. Mas então é só fazer outra história com o Bane, certo? Não. Veja bem, o Bane é um daqueles personagens criados só para foder o herói, tipo o Apocalypse, em relação ao Superman. A única diferença entre os dois é que o Bane pelo menos teve uma história bem construída, pois ele não foi um cara que apareceu e quebrou o Batman, preparam o terreno e os personagens antes da queda do morcego. Só que o Bane, depois da Queda do Morcego, virou um inútil, ele é um personagem que não rendeu após essa saga. Diferente do Coringa, que tem mil personalidades e histórias que podem ser trabalhadas, o Bane basicamente só tem uma: I’ll break you, e quebrar o morcego me parecia algo impossível até então. Mas, mesmo com todo esse receio, Bane foi a escolha perfeita para fechar a trilogia. Nolan já tinha usado os dois inimigos mais mortais e clássicos do morcego, só sobrou Bane e Silêncio, e o Silêncio não daria tão certo.

Bane foi bem adaptado, bom, para ser justo ele não tinha como ser pior que o Bane de Schumacher. Mas não foi por isso que ele foi bom, ele se encaixou e cumpriu bem o seu papel na trama. O único defeito do Bane, assim como também é o único defeito do Batman, é a voz. No caso do Bane, o problema era um sotaque e um jeito meio “gentil” de falar. Ao contrário da maioria das críticas, não achei ele assustador, e o motivo foi a voz. Outro detalhe é que o Bane não era grande, era no máximo um pouquinho maior que a maioria. A figura assustadora do Bane não foi tão bem construída, mantiveram o lado calculista e inteligente dele, mas não conseguiram passar o terror e o medo que o vilão sempre passou. Criaram um mito através da história, mas o resultado final não fez jus a tudo que foi dito. E sobre a máscara, ela foi mal explicada e mal feita. Eu sou da opinião que a máscara do Bane deveria ser igual da do gibi, pois ela faz parte da personalidade dele e é muito mais assustadora que aquela focinheira. Mas paciência, dentro do universo Nolan até que ela se encaixou bem.

A gata

Fui positivamente surpreendido pela Anne Hathaway. Eu não esperava muito dela nesse papel, eu não conseguia ver uma Selina Kyle saindo dela, mas ela conseguiu. No comecinho do filme ela tava parecendo àquelas bobinhas que ela costuma fazer nessas comédias românticas da vida, mas, ledo engano, era só o papel de inocente que ela fazia enquanto planejava roubar as digitais Wayne. O primeiro “oooops” dela, aos 12 minutos de filme, já me convenceu como Mulher-Gato. Ela conseguiu explorar o lado sexy e sensual da Mulher-Gato, mas também conseguiu manter o deboche e o desprezo dela pelos afortunados que caem nos seus golpes. Anne foi a escolha perfeita para o papel, e a Mulher-Gato se encaixou muito bem na história. Não consegui identificar e nem pegar muitas referências dessa personagem ao universo de papel, mas mesmo assim ela foi ótima. Nolan fez uma Selina em cima do muro, escorregando entre vilania e heroísmo. Ela andou bem na linha do anti-herói, meio que às vezes parecendo uma versão de couro do Robin Hood. Felizmente, não a trabalharam como um mero par romântico ou apenas um apelo visual para o filme, tal como foi a Viúva Negra nos Vingadores. Em um breve momento a relação deles me lembrou o que Gaiman fez em O Que aconteceu com o cruzado de capa.

O sidekick

Por muito tempo se perguntou qual seria o papel de Joseph Gordon-Levitt. Seria o novo Batman? Um Robin? Um Azrael? Bom, ele meio que foi os três. Primeiro, tenho que comentar que o rapaz atuou muito bem no filme, e segundo que o personagem se encaixou muito bem na história. John Blake, o policial órfão, foi a mistura de Dick Grayson – o órfão que também já foi policial em Bludhaven, Tim Drake – o detetive que descobriu quem é o Batman – e Azrael – o segura pontas enquanto Batman estava quebrado. O único defeito de Blake foi não ter aparecido nos filmes anteriores, mesmo se fosse uma pequena aparição, apenas para não parecer um personagem jogado do nada. Fora isso, ótimo personagem.

O fiel mordomo

Preciso confessar que até então eu não era um grande fã desse Alfred Pennyworth. Michael Caine interpretou um ótimo Alfred nos dois últimos filmes, mas os roteiristas, em minha opinião, esqueceram uma das características mais fortes do personagem: O humor. Alfred sempre foi o pai zeloso, atencioso e o melhor amigo do morcego e toda a “batfamília”, mas também era o responsável pelas ironias, críticas e sarcasmos presentes na batcaverna. A relação de Alfred e Bruce, que eu sempre vi como a relação de pai e filho, infelizmente era pouco explorada nos gibis e até então nos filmes. Embora isso não seja tão forte nos gibis, Alfred parece ter tomado as dores pelo o que aconteceu a Bruce. Não me refiro ao assassinato, mas as conseqüências do ato. Alfred deixou Bruce se afundar na escuridão, mas não por desleixo ou imprudência, mas porque sempre permaneceu fiel ao jovem patrão. Talvez o mordomo tenha visto nessa “obsessão” do jovem patrão a única razão do seu viver, e talvez por isso ele não o tenha questionado, pois Alfred sempre e apenas o quis ver feliz. Por isso quando Gaiman, em O Que aconteceu com o cruzado de capa, escreve que Alfred era na verdade o Coringa, e que ele apenas criou os vilões, pois isso fazia Bruce feliz, fez todo sentido. Alfred se colocaria a disposição de Bruce para tudo. Tudo menos a autodestruição, como é colocado no filme.

A briga entre Alfred e Bruce, que em vários momentos já aconteceu nos gibis, é marcante e emocionante. Michael Caine atuou de forma memorável, e as lágrimas do pobre e cansado Alfred foram muito mais sofridas que as lágrimas do pequeno Bruce ao redor dos seus pais mortos, pois Alfred, segundo as palavras de Thomas Wayne, era responsável pelo maior bem dos Waynes: O jovem Bruce, e o mordomo não estava dando conta desse legado. Alfred viveria uma mentira para não magoar seu patrão, e ele viveu isso no filme, quando decidiu queimar a carta de Rachel, evitando assim uma decepção por parte de Bruce. O desabafo de Alfred foi a representação mais bela que já vi nesses 6 anos que acompanho Batman. O choro de Alfred em cima dos túmulos Wayne é tão sincero que é difícil não se emocionar e se envolver com a cena. Alfred desaba, e nós desabamos juntos. Chorei no cinema junto com o velho Pennyworth, e chorei mais ao ver o sonho do fiel mordomo realizado no final do filme: Um Bruce Wayne feliz e sorridente, vivendo uma vida tranqüila e sem dor.

 Meu filho está morto.

Alfred foi a estrela do filme, e até eu, que detesto Oscar, acho muito merecido ver o velho Caine levar um.

O som

A essa altura do campeonato, elogiar Hans Zimmer parece óbvio, mas vale a pena abrir um espaço para isso para dizer: Essa é a melhor trilha do Zimmer. O final épico que o filme teve se deve muito a sua trilha. A música final, quando tudo vai se encaixando, quando Blake encontra a batcaverna, quando Alfred encontra Bruce, quando Gordon lembra um velho amigo e quando um novo herói nasce ao redor dos morcegos é de uma beleza tão grande que é difícil descrevê-la. Nolan não teria conseguido dar vida a essa filme sem a trilha de Zimmer. Porém, apesar da bela trilha, a beleza do silencio também está presente, e é muito bem utilizada. Na queda do morcego não ouvimos um instrumento sequer, o silencio passa toda a tensão da cena. Assim como na briga entre Alfred e Bruce, os diálogos e lagrimas passam toda a emoção da situação. Nolan soube usar o silêncios, e Zimmer soube usar o “de-shay bah-sah-rah bah-sah-rah” nos momentos certos do filme.

O mundo pós The Dark Knight Rises

Como nosso amigo Pizurk disse, Nolan fez o que ninguém havia feito antes: Concebeu a trilogia definitiva de super-herói. Até então eu nunca achei que um filme de herói pudesse ser tão épico, ainda mais um herói que, apesar de respeitado, é zoado constantemente. Em um mundo onde quadrinhos são “coisas de criança”, fazer uma trilogia de sucesso como essa é algo incrível. The Dark Knight Rises, que em minha opinião é muito melhor que The Dark Knight, provavelmente vai concorrer ao Oscar. Melhor filme? Acho que não, mas eu gostaria muito de ver o Caine levar um peladinho de ouro pra casa. Não acredito em um reboot ou uma continuação com o Black de Robin ou qualquer outro herói. Nolan deu início, meio e fim para a saga. E, ainda na onda “in Nolan we trust”, não creio que ele voltaria ao projeto, isso colocaria em cheque toda a sua obra. Desde Begins, o cinema de heróis já não é mais o mesmo, e agora com essa conclusão, creio que a DC deve enfim voltar seus olhos para essa arte.

A trilogia Nolan acabou de forma épica. Fiquei com um gostinho de quero mais, e também com um pensamento de que poderia ser melhor, mas mesmo assim a conclusão é sensacional. Nolan, de forma brilhante, deu vida ao meu herói favorito, e me fez ver coisas que eu não imaginava que fosse ver um dia no cinema. Em Begins ele criou um mito; em Dark Knight ele testou o mito e em Rises ele o imortalizou. Para você Nolan eu deixo minhas palmas e um feliz “Obrigado”.

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge

The Dark Knight Rises (164 minutos – Ação)
Lançamento: EUA, Reino Unido, 2012
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan e David S. Goyer, baseados no personagem de Bob Kane
Elenco: Christian Bale, Gary Oldman, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, Anne Hathaway, Marion Cotillard, Morgan Freeman, Michael Caine

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Antes de comentar, tenha em mente que...

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  • penny

    Não sei se você concorda, mas nesse filme não temos “A queda do morcego”, mas sim, “A queda de Wayne”: O modo como Bruce é destituído de seus bens, sendo abandonado por Alfred, perseguido pela polícia, perdendo o controle da empresa, indo a bancarrota e inclusive ficando sem luz em casa me lembrou muito outra obra de Frank Miller, A queda de Murdock. Além da clara inspiração que o Nolan teve no clássico Cavaleiro das trevas de Miller.

  • Tibo

    Eu acho que eu fui assistir o filme errado, pq eu achei uma merda, cada minuto era uma merda diferente, desde o discurso(que nos é dado a entender que o gordon carrega no bolso já a muuuuuuuito tempo) estar novinho e sem um amassado, a porra do programa para “apagar” a pessoa ( sim claro, pq o programa vai apagar os registros físicos tb, como a pasta que o drake joga na frente da selina), o exercito não fazer nada ( meu, é uma cidade costeira, jura mesmo que os seals iam ficar tomando cafezinho e num iam invadir aquela porra por debaixo d´água, o Bane mesmo fala q ele num tinham pessoal para vigiar a cidade toda), o Bane adivinhar onde estava o arsenal, sendo que é dito 2 vezes só nesse filme que não existem registros sobre ele (se a Thalia achou isso com informações das industrias Waine, pq o Lucius teve que mostrar onde estava a porra do reator pra ela?), tem um ataque terrorista em uma bolsa de valores e eles juram q uma operação pra lá de duvidosa feita nesse ínterim vai ser aceita assim de boa?

    O filme tem mais uma porção de outros furos bestas(o cara perde o dinheiro em um dia,e já cortam a luz dele assim do nada?), eu concordo com suspensão de crença, mas ser chamado de imbecil já é outros quinhentos.

    Achei algumas atuações bem fraca ( o que é que deu na Marion Cotilard? tava drogada?), o roteiro capenga, um problema de ritmo, uma falha em mostrar a passagem de tempo( mesmo erro do Senhor dos Anéis), acho que eu gostei só da fotografia ( e isso pq sinto um alívio ao assitir qualquer filme que não seja filmado no estilo Michael Bay de câmeras operadas por portadores do mal de parkinson), por tudo isso dou um 7 sem muito louvor.

  • Amanda

    O meu super-herói preferido também é o Batman, e mesmo eu querendo que a saga não acabasse no “rises” pelo fato de ter tantos outro vilões e tantas outras personagens em que se podia aprofundar, fico muito feliz com o resultado final, e com vontade de ver a trilogia de novo pra gravar mais na memória três filmes de super-herói com uma qualidade muito difícil de se superar.
    E colocando aqui o que muitos acham: o Robin finalmente perdeu aquele jeitinho de gay que ele sempre teve. Depois do filme o respeito mais como super-herói e como sidekick do B-man. Nota 10 merecidíssima

  • Alexandre

    O The Dark Knight é infinitamente melhor, o Rises não tem nada de épico
    é muito fraco e é por isso que tu saiu com o pensamento que poderia ter sido melhor

  • yuri

    Tinha falado com vc que o Batman acabava aqui, não falei?
    Outra, no começo quando o Bane aparece dá desconforto pra caralho, meu estomago até embrulhou.

    Agora, a adrenalina é maior, mas em questão de filme mais inteligente, bem explicado, bem desenvolvido, The Dark Knight ganha de lavada. Como o camarada ali de baixo falou, tem vários erros no roteiro. Mesmo assim continua sendo filmaço. Dá vergonha de lembrar da trilogia do Homem Aranha.

  • Velho, ainda vou juntar todos os “erros” e explicar pra todos vocês, pobres mortais, que não manjam que o universo do Batman [Mesmo o do Nolan] ainda é fantasioso.

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