Meu problema com o universo expandido de Star Wars

Cinema terça-feira, 17 de janeiro de 2017 – 1 comentário

Star Wars foi o primeiro filme que me deixou completamente fascinado por ele. E o mais incrível disso tudo é que eu só descobri Star Wars graças a uma revista da Turma da Mônica onde, numa história do Astronauta, vários personagens sci-fi apareciam. E entre eles estava um jovem loiro correndo com uma espada de luz junto a dois robôs e um macaco. Por sorte minha mãe era fã de ficção científica, dessas que se drogava na juventude e que inclusive tem uma história de abdução junto a uma ex-amiga. Pois é, o ser humano aguenta ser abduzido por causa da amiga, mas perder 100 pilas é um problema da porra. Enfim, minha mãe me contou quem eram os personagens e me deixou mais ou menos por dentro da história, o que me deixou ainda mais ansioso pra assistir logo os filmes, então no dia seguinte fui até a locadora, aluguei os três vídeos de uma vez e minha vida nunca mais foi a mesma.

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O Exorcista e o meu cagaço do Demônio

Televisão sexta-feira, 13 de janeiro de 2017 – 0 comentários

Eu sempre gostei de coisas de terror. Não só de terror, mas que abordem o sobrenatural em geral. Mas se tem uma coisa que eu tento manter distância é quando dizem que a história, por mais que seja mentira, é baseada em fatos reais. Até hoje eu acho que 3:00 é a hora do demônio por causa do Exorcismo de Emily Rose e como bom amante da insônia que sou, tô sempre acordado por essas horas, o que é sempre um sofrimento. E como a produção de O Exorcista é cercada de casos inexplicáveis e lendas urbanas, eu sempre tive um puta dum cagaço do filme, tendo assistido só uma vez quando era criança e não tinha conhecimento das “histórias reais” da gravação. Mas aí estreou essa porra de série do Exorcista, que é foda pra caralho e me obrigou a ignorar esse cagaço e assistir a porra toda. Não sei se to feliz ou não. Afinal, em algum momento a bad vai me pegar.

Tem spoiler da série pra xuxu, então não dá mole pra Pazuzu. A série tem que ver, antes desse texto ler. Ass: Etrigan.

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Crazyhead não é o novo Misfits, mas tá bom

Televisão terça-feira, 10 de janeiro de 2017 – 0 comentários

Não poderia começar esse texto de outra forma se não citando Misfits. Quer dizer, eu até poderia começar esse texto de outra forma, bastava formular outra frase, mas acho que essa é a melhor maneira de começar o texto. Porra, que saudades de Misfits, caras. Enfim, Crazyhead é a mais nova série de Howard Overman, também criador de Misfits, e é uma ótima maneira que temos pra matar as saudades daquele grupo de delinquentes que tanto amamos.

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CDS #385 – Hey, Seu Fogazza (Eu Sou O Gabe)

Clipe da Semana domingo, 08 de janeiro de 2017 – 0 comentários

O que acontece quando um fã de emocore resolve ser humorista? Acontece uma das melhores coisas da comédia nacional. Gabe Cielici, mais conhecido como Eu Sou O Gabe, é vencedor do Prêmio Multishow de Humor 2015, é contador de piadas de pontinho, é neto de vó que parece a Hebe, é vendedor de carro pra ir com a mulher pra Disney, é amante de sorvete de pistache, ou quase isso, é desejador de tudo de bom pra ex-namoradas, é entusiasta de ventiladores de teto, é adestrador de golfinhos e é uma das melhores pessoas que já conheci, apesar da lenda dizer que humorista não é gente. continue lendo »

Luke Cage, Punho de Ferro e a vida

HQs sexta-feira, 06 de janeiro de 2017 – 0 comentários

A última aparição com destaque e qualidade de Luke Cage, Punho de Ferro e Jessica Jones foi em Novos Vingadores volumes 1 e 2, que duraram de 2006 até 2012. Após isso, os personagens foram jogados de um lado pro outro sem qualquer respeito ou utilidade, mas é claro que com o sucesso das séries da Netflix, os Heróis de Aluguel voltariam a ter destaque e respeito nos quadrinhos, então surgiram as novas revistas Luke Cage & Punho de Ferro, que retoma a clássica parceria entre os dois heróis urbanos. Ou quase isso.

Sabe o que não faz sentido? Dar uma arma prum cara que é chamado de arma viva por causa dos punhos.

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Ash vs Evil Dead e meu problema em criar expectativas fodidas

Televisão quarta-feira, 04 de janeiro de 2017 – 0 comentários

expectativa

substantivo feminino
situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento.

Ex: O é um trouxa porque cria expectativas em cima de tudo.

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A Classe de Doctor Who

Televisão segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 – 0 comentários

Excelentíssimo Senhor Steven Moffat disse que precisa dar um abraço no filho mais novo e anunciou que não teríamos uma temporada de Doctor Who em 2016, apenas um especial de Natal onde conheceríamos a nova companheira do Doutor, uma vez que Clara não aguentou mais o tranco. Pra compensar a falta de uma nova temporada do Doutor Quem, foi anunciado então um novo Spin Off que se passa em Coal Hill, lugar mega clássico da série, já que nos foi apresentado lá na primeira temporada da série clássica.

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3%

Televisão sexta-feira, 23 de dezembro de 2016 – 0 comentários

Primeira produção original da Netflix Brasil, 3% é mais uma história sobre como uma aprovação na juventude pode mudar a vida das pessoas e como isso é ridículo, injusto e blá, blá, blá. O problema aqui é que uma tempestade sobre jovens contra o sistema atingiu, destruiu e saturou tanto TV quanto cinema nos últimos anos e é bem provável que tenha sido essa tempestade que fez 3% ser produzida, o que é um puta dum vacilo ainda maior, já que o piloto de 3% existe desde 2011.

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Son of Zorn

Televisão terça-feira, 20 de dezembro de 2016 – 0 comentários

Zorn (Jason Sudeikis) é um lendário guerreiro animado que volta à Terra depois de dez anos batalhando numa guerra intergaláctica. De volta a Orange County, ele pretende se reconectar ao filho (Johnny Pemberton) e à ex-mulher Edie (Cheryl Hines), mas vai enfrentar a concorrência de Craig (Tim Meadows) pelo coração da esposa enquanto tenta se readaptar à vida “normal”.

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A Verdadeira MPB tá na Internet

Música sexta-feira, 16 de dezembro de 2016 – 0 comentários

Se tem uma coisa que eu nunca entendi foi a sigla MPB referir-se apenas aos grandes cantores do passado que todo pseudo-intelectual obriga-se a gostar. Uma vez que MPB vem de Música Popular Brasileira, toda e qualquer música popular no Brasil deveria encaixar-se na categoria, de Gonzaguinha a É o Tchan. E é por causa disso que cá estou, lutando para que no próximo disquinho “Clássicos da MPB”, além de Elis Regina e Caetano Veloso, tenhamos estas maravilhas aqui.

UDR não está aqui por causa do Papa Nicolau, mas estará pra sempre em nossos corações.

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