Videogames e a saúde

Games terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Obviamente que videogames já geraram milhares de polêmicas, seja pela violência dos jogos, pelo vício ou pelo tempo perdido, mas não é sobre isso que o texto de hoje trata. O texto de hoje provavelmente não tem muito a ver com o Bacon, mas é um tema que surgiu esses dias no monte de carne moída que chamo de cérebro e que acho que é pouco comentado (Mas não vou procurar para saber).

O último grande debate do qual me lembro entre o mundo dos games e o mundo antigamer foi em relação à saúde (Isso lá pelo ano de 2006 ou algo assim): o debate era se os jogos prejudicavam de algum modo a saúde dos jogares, seja do ponto de vista de problemas mentais (Ligados ao vício, à influência dos jogos etc.) seja do ponto de vista dos problemas físicos (Tendinite, Lesão por Esforço Repetitivo ou qualquer outra coisa do tipo).

De lá para cá os videogames ganharam um espaço enorme, provando, entre outras coisas, que os videogames desenvolvem não só o raciocínio, mas também a coordenação motora e até mesmo ajuda no desenvolvimento mental em si, ou seja, ajuda na aprendizagem.

A imagem dos jogadores toscos e idiotas, ou, como são chamados carinhosamente, “vagabundos”, ficou para trás (Essa imagem agora pertence aos nerds… Parcialmente…), afinal, progamadores de jogos ganham muito bem atualmente e têm até certa fama, mesmo fora do mundo dos jogos.

O ponto principal do texto de hoje é justamente o bem que os jogos fazem para a saúde; mas não vou falar do Wii Fit para obesos e sim o bem para pessoas com deficiências físicas e/ou mentais. Como eu disse ali em cima, os jogos estimulam o cérebro a reagir muito mais rápido ao que aparece na tela, fazendo com que o desenvolvimento seja muito maior. Cês realmente acham que o tal do metralhar os botões tem como única consequência a necessidade de comprar um controle novo?

Não sei (E nem sei se tem como saber exatamente) quais doenças ou deficiências melhoram com os videogames, mas tenho certeza absoluta que há uma melhora em pelo menos 90% dos casos, mesmo que mínima. Dentre os consoles atuais, acho que o que se sai melhor é o Wii, não por  eu ser nintendista, mas pelo fato do Wii possuir jogos mais simples e por desenvolver muito mais a parte motora em relação aos demais consoles.

Realmente não sei como o Kinect e o PlayStation Move se saem nessa empreitada, mas o Kinect (Pelo que vi nos últimos tempos) ainda possui alguns problemas e o PlayStation Move não ganhou espaço na mídia, o que faz com que as análises em relação à qualidade do periférico seja menor.

Não sei se há pesquisas sobre o assunto nem nada do tipo, mas provavelmente é um tópico que vai crescer nos próximos anos (Ou até mesmo meses). É claro que os videogames podem ajudar no desenvolvimento das pessoas, não só as com deficiências, mas também as “normais” (E uso tal palavra por falta de uma melhor), principalmente na infância… O único problema é que os nerds de hoje comprarão os videogames para os filhos… De um ou dois meses… Viva a tecnologia.

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  • Eduardo

    Já viu uma mulher que descobriu ter mal de parkinson jogando wiifit? Interessante saber que graças a um video game ela percebeu um problema e pode resolver logo.
    Apesar de também preferir Wii para o público em geral, o Kinect promete muito. Por enquanto pelos jogos lançados são.. “mehh”. Mas os hacks espalhados pelo youtube mostra o potencial interessante que esse periférico pode alcançar. (e mexendo o corpo inteiro, exigindo mais esforço da pessoa)
    Enfim, a última bizarrize que estão fazendo com 3DS se atrapalha ou não o desenvolvimento do olho da criança até os 6 anos é a mesma coisa dizer que celular causa câncer.

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