Tony Scott bateu as próprias botas

Cinema quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Então, domingo agora, dia 19, o diretor Tony Scott foi achado morto, após pular de uma ponte. Pois é. A questão é que você provavelmente sequer sabe de quem eu estou falando, mas muito provavelmente já conhece o trabalho do cara: Inimigo do Estado, Dias de Trovão e Top Gun formam o currículo dele, ao lado de Um Tira da Pesada 2, na época em que o Eddie Murphy estava apenas começando a matar a própria carreira. Mas sabe o porquê deste post?

 La pregunta?”

Apesar de ter bons filmes, o cara é mais famoso por outros fatos: Ele é irmão do Ridley Scott, trabalhou com Kevin Costner, Dennis Hopper, Christopher Walken, Gary Oldman, Brad Pitt, Val Kilmer, Samuel L. Jackson, Robert De Niro e Wesley Snipes e tá uma briga agora que o cara morreu, já que tem gente afirmando que ele tinha um câncer cerebral, mesmo a família dizendo que é tudo intriga da oposição mentira.

Fora do trabalho no cinema, ele foi produtor da série Numb3rs, que caso vocês não conheçam, faz matemática parecer legal. E foi também produtor de The Good Wife, que é um saco, mesmo tendo um monte de gente que gosta. Ele ainda dirigiu/produziu curtas, propagandas e clipes, mas isso não importa, já que dois projetos atuais dele (Que ainda não sairam – e ninguém sabe o que vai rolar agora) são Labyrinth, uma série sobre a busca do Graal (Com direito à fantasias, espadas e tudo mais) e o filme Out of the Furnace, com o Batman Christian Bale, Zoe Saldana e Viggo Mortensen, que será/seria um thriller.

 Qualé essa ligação entre diretores e bonés?

Se você pegar e der uma olhada por cima na obra do cara, não parece nada de mais: Alguns filmes famosos, mas nenhum sucesso gigantesco nos últimos 15 anos. Acontece que é mais que isso, além de já ter trabalhado com bons atores e atrizes, os filmes, de forma geral tinham um roteiro legal, sem falar nas sequências de perseguição. Não posso dizer que o cara era um puta dum diretor, mas definitivamente fez bons filmes, daqueles dignos de Domingo Maior ou Tela Quente, quando você tá na casa dos seus avós e não tem TV paga.

Deixando de lado todo o rolo com a morte do cara (Afinal, suicida é suicida…), não creio que seja um diretor que vá fazer falta, mas era um diretor que, de tempos em tempos, apresentava filmes legais, sem precisar apelar para extremos: Bons roteiros, bons atores. Filmes medianos, é verdade, mas para resumir a obra, pode-se dizer que “sempre dava pra contar” com ele, não seria nada sensacional, mas também nenhum lixo.

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