5 coisas que sua prole deve conhecer caso você não queira que ela seja um Politicamente Correto

Cinema, HQs, Livros, Música, Televisão sexta-feira, 17 de janeiro de 2014 – 2 comentários

Ter filhos é complicado. Eu tenho uma filha e sinceramente, minha maior preocupação não é se ela pegará outras meninas, fumará maconha ou será atriz pornô. Nem que ela faça as 3 coisas ao mesmo tempo. A minha maior preocupação é se ela será dessa galerinha do politicamente correto. Não, por Deus, não! E é por isso que seguirei a mesma fórmula que funcionou comigo, eu a mostrarei as coisas que me estragaram quando eu era um moleque juvenil. Mas eu esperarei até que ela complete 10 anos. E sinceramente, se eu fosse vocês, faria o mesmo.

Mesmo reconhecendo que boneca de pano e sabugo de milho também são gente, o sítio caiu pro lado do tio Lobato.

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Hora de Aventura é muito, mas muito do balacobaco mesmo

Televisão quarta-feira, 03 de julho de 2013 – 5 comentários

É isso aí mesmo que cês leram. Hora de Aventura é o melhor desenho que já surgiu desde os finados Cartoon Cartoons. Eu não sei vocês, ovo maltinenses da cidade Leite com Pera, mas pra mim, qualquer coisa non sense com um pingo de crítica social, política ou religiosa já está acima da média de coisas muito, mas muito do balacobaco mesmo [Menos Simpsons]. E este pode ser meu último texto pelo Bacon, já que neste momento o Loney está exigindo minha cabeça em uma estaca para o Pizurk, mas isso é só recalque porque ele é fã de Ben 10.

 Diversão é aqui!

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Top 5 desenhos dos anos 90: Cartoon Network

Televisão sexta-feira, 26 de novembro de 2010 – 14 comentários

Quem não gosta de um bom top alguma coisa, hein? Ninguém? Bom, eu gosto e eu que mando nessa porra. E depois que o Bonilha fez seu Top 5 com os desenhos chatos bagarai (Tirando a Corrida Maluca e o Tom e Jerry) da Hanna-Barbera uns tempos atrás, eu tive a ideia de copiá-lo fazer um, agora com desenhos que apareceram por aqui na época em que eu passava o dia inteiro na frente da TV e, coincidentemente, considero como sendo a era de ouro desse glorioso meio de comunicação de massa: Os anos 90.

E como são muitas as pérolas que surgiram nesse tempo bom que não volta mais, decidi dividi-las em categorias totalmente aleatórias. Começando pelos desenhos produzidos pelo, agora decadente, Cartoon Network, em parceria com a já citada Hanna-Barbera, que figuravam no que foi possivelmente melhor bloco de animações já criado, os Cartoon Cartoons. continue lendo »

As animações que fizeram história na década de 90

Televisão quinta-feira, 13 de novembro de 2008 – 8 comentários

Depois de falar sobre os desenhos que não deixaram saudades da década de 90, chegou a hora de falar sobre aqueles que marcaram a época, seja pela criatividade, ousadia ou pela irreverência.

Ainda dividindo por temas, para vocês não se perderem.

Desenhos adultos

Não punheteiros, não são desenhos eróticos ou da famosa série “Histórias que as babás não contam”. São animações com temática adulta e que tratam de temas que não são pertinentes às crianças, com um humor mais ácido, negro e político, com muita insinuação sexual e violência. Pode parecer brincadeira, mas são esses desenhos remetem ao início da história da animação, quando os desenhos só eram direcionados aos adultos.

Beavis e Butthead faziam a MTV valer a pena

Neste tema, podemos encaixar Os Simpsons (que é de 89, mas estourou na década de 90 e que está mais infantil hoje), Ren & Stimpy, Beavis and Butt-Head, South Park, King of the Hill (O Rei do Pedaço), Futurama, Mission Hill, Family Guy (Uma Família da Pesada), Aeon Flux, entre tantos outros.

South Park é um dos desenhos mais polêmicos de todos os tempos

Alguns destes desenhos passam até hoje, inclusive com episódios inéditos (como Os Simpsons e Family Guy) ou repetindo à exaustão (o que rola com Ren & Stimpy e King of the Hill).

Fuuuuuuu…são!

Com a popularização dos canais por assinatura, surgiu um canal específico de desenhos animados, o Cartoon Network, do grupo Turner Broadcasting System (também dono da TNT). Logo no início da década de 90, o grupo Turner também adquiriu a Hanna-Barbera, que já estava para quebrar e foi salva por essa aquisição.

Até mais ou menos a metade da década de 90, o Cartoon Network exibia os clássicos da Hanna-Barbera, Warner Bros e também da MGM até um novo negócio mudar tudo no mundo da animação, de novo.

Depois de He-Man, Atillah agora ataca de Johnny Bravo

Em 1996, a Time Warner adquiriu o grupo Turner, criando um dos maiores conglomerado de comunicação do mundo. Neste balaio, acabou nascendo o Warner Cartoon Network Hanna-Barbera Studios, gerando muitas críticas por conta da fusão de dois dos maiores rivais em animações: Hanna-Barbera e Warner Bros.

Como a vida continua e os alto-executivos dos estúdios não estavam nem aí para críticas – apenas para a grana no bolso – logo trataram de inovar e buscar mais gente competente para tocar novos projetos, o que resultou na mudança das críticas e em clássicos instantâneos.

Cartoon Cartoons

Para inovar, a Timer Warner resolveu mexer no comando da Hanna-Barbera Productions, exigindo novas animações e conteúdo exclusivo para o canal Cartoon Network.

Huguinho, Zezinho… quer dizer… Docinho, Florzinha e Lindinha

Como o patrão é quem manda e ele tinha pressa, obedece quem tem juízo. Não demorou muito e surgiram O Laboratório de Dexter e A Vaca e o Frango, em 96. No ano seguinte estreou Johnny Bravo e Eu sou o Máximo. Em 1998 nasceram As Meninas Superpoderosas e Du, Dudu e Edu. Para encerrar, em 99, surgiram Coragem, o Cão Covarde e Mike, Lu e Og.

Quem criou a história de A Vaca e o Frango usou substâncias alucinógenas, era muito insano

Todos estes desenhos viraram sucessos de crítica, sendo alçados à condição de clássicos, tamanha sua importância para a animação.

Warner apela

Para demonstrar que, apesar de viverem sob o mesmo teto, ainda eram rivais, o grupo responsável pelo setor de animações da Warner Bros contra-atacou seus colegas da Hanna-Barbera.

Primeiro contrataram ninguém mais, ninguém menos que Steven Spielberg para auxiliá-los na produção de alguns desenhos, mostrando que responderiam à altura os sucessos da HB.

Esse desenho mostrou como se faz uma versão infantilizada do original, também, com Spielberg…

Em seguida, já com o aval do criador de Tubarão, lançaram Tiny Toon, uma clara provocação aos fracassados desenhos infantis da ex-concorrente. Ao contrário dos Flintstones nos Anos Dourados ou o Pequeno Scooby-Doo, a versão infantilizada de Pernalonga e seus amigos era totalmente independente, tanto que Perninha e sua turma tinham aulas de como ser um desenho com seus ídolos na Looniversidade ACME.

Nem preciso dizer que foi sucesso na hora.

Pizurk e Théo pensando em dominar o mundo

Logo depois vieram Animaniacs (um pouco mais fraco), Pinky e Cérebro (insano de tão bom) e, de novo sob o aval de Spielberg, Freakazoid.

Isso mostra que com criatividade, paixão pelo que faz e dinheiro, mas muito dinheiro, é possível fazer animações originais sem subestimar a inteligência do telespectador.

Como sempre relembro, mais para o futuro farei textos exclusivos para alguns destes desenhos que acabei de citar

Semana que vem os desenhos do novo século.

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