Queen é foda!

Música quarta-feira, 06 de março de 2013

Queen é simplesmente foda. Ponto. Não precisaria nem escrever um texto sobre isso, mas irei. Primeiro porque eu estou a toa demais, segundo porque os caras merecem um texto. Divagações a parte, nunca tinha sido grande fã da banda, por puro preconceito mesmo. A gente vive em um mundo onde We will rock you é batucado em todos os refeitórios de escola, We are the Champions é musica de todo mundo que é champeão de alguma coisa e I Want to Break Free, é, bem, libertador, vamos dizer assim. Mas existe Queen pra além disto.

Muito mais que uma banda de rock, o Queen foi um show a parte nos anos 70, década que teve pouca coisa importante no rock and roll (Sim, é uma ironia). Sem precedentes na história, a banda uniu muitas composições marcantes, produção fantástica e espetáculos grandiosos nos shows.

Além os sucessos falados antes, outras canções marcam a carreira deles, como Love of My Life, Don’t Stop Me Now, Somebody to Love, Crazy Little Thing Called Love, além da mítica Bohemian Rhapsody. Poucas músicas chegam a um grau tão alto de beleza, com diversas mudanças de rumo na canção, vocais, coros e tudo mais que ela apresenta. Só ouvindo pra entender.

As músicas da banda variavam muito de estilo, passando da balada romântica ao puro hard rock, além das “operetas” e rockabillys. A versatilidade das composições era muito grande, principalmente porque todos os integrantes compunham. Queen não era apenas Freddie Mercury, mas também Bryan May na guitarra, John Deacon no baixo e Roger Taylor na bateria.

Uma das maiores frustrações da minha vida é não poder assistir o Freddy Mercury ao vivo. As performances da banda eram simplesmente espetaculares. Eles basicamente criaram o rock de arena, com milhares de pessoas em um estádio e um show, no sentido literal da palavra. A importância dos outros integrantes é inegável, principalmente nas composições, mas Mercury era um show a parte. Seu carisma, seu feelling e sua habilidade vocal fizeram dele, se não o maior, um dos maiores showmans da história. Diferente de muitos outros vocalistas de rock and roll conhecidos pela presença de palco e carisma, mas que como cantores não passavam do mediano (Tipo você, Mick Jagger), Freddy Mercury fazia tudo perfeitamente. Seu controle vocal era impressionante.

A Night at the Opera, disco de 75 que catapultou a banda para o sucesso mundial, está lado a lado com discos como o quarto álbum do Led Zeppelin, o The Dark Side of The Moon, o White Album, o Machine Head, o Paranoid, o Disraeli Gears, o Who’s Next, o Back in Black, e de mais uns poucos, como grandes obras do rock. O disco reúne grandes músicas, como a já referida Bohemian Rhapsody, além de outros clássicos como I’m in love with my Car e Love of My Life, além da minha predileta, Death on Two Legs, que é bastante engraçada.

O Queen não é minha banda predileta. Pink Floyd, Led Zeppelin e Os Mutantes tiveram mais influência em minha vida, pois me acompanharam enquanto eu desenvolvia minha personalidade, porém neste momento o Queen passou para o número um das minhas playlists, e aprendi a reconhecer o talento e a importância da banda.

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  • luizbarret

    A matéria poderia ter acabado na primeira sentença. Ou no título mesmo. :P

  • N4gu4l

    Eu só trocaria o White Album pelo Revolver ou Sgt. Peppers (mas concordo que é um album foda demais também :D ). E concordo que a primeira sentença diz tudo sobre a banda kkkkkkkkkkkkk mas é sempre bom ler mais sobre.

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