Primeiras Impressões – Dexter – 4ª temporada

Sit.Com terça-feira, 27 de outubro de 2009

Passados quatro episódios (O quinto foi exibido na noite de domingo, 25/10, nos EUA), Dexter continua sendo uma das séries de melhor qualidade no ar. Nestas quatro temporadas, a série soube explorar tanto o lado “serial killer” quanto o lado deslocado na sociedade de Dexter, personagem que tenta se adequar as costumes sociais, ao mesmo tempo que precisa “acalmar” seus instintos assassinos, nem que seja seguindo o código de Harry, seu pai adotivo.

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A grande novidade da temporada é a paternidade de Dexter, que agora é chefe de família, com três filhos (sendo dois enteados) e precisa se manter equilibrado entre sua vida social no subúrbio (Com direito a churrasco com vizinhos), e o frio psicopata que nele mora. Nestes primeiros episódios, seu lado família surge mais focado, com Dexter tendo que lidar com inúmeras dificuldades, (Banais, diga-se de passagem), que acometem um pai com criança pequena em casa, como a dificuldade de dormir, idas noturnas à farmácia e o comportamento de seus dois enteados, com direito a crise de pré-adolescência.

Quanto aos coadjuvantes, o roteiro sempre dá atenção a cada um com storylines que são desenvolvidas durante a temporada (No total, 12 episódios), temos Laguerta e Batista tendo um caso às escondidas, Debra dividida entre o namorado Briggs e a chegada do agente, agora aposentado, Lundy (Da 2ª temporada), e Masuka sempre com suas tiradas sem noção. Junto à chegada do agente Lundy temos o “assassino da temporada”, Trinity Killer, um psicopata que age, sem maiores detalhes ainda, há 30 anos e a obsessão de Lundy com o seu caso não resolvido. Como nada é perfeito já cansei das intervenções de Harry Morgan, pai adotivo de Dexter e Debra como consciência de Dexter em cena.

Ah! Mas Dexter, este continua fantástico em cena, seu intérprete, Michael C. Hall, recebeu um prêmio inestimável com este personagem, algo similar a Hugh Laurie com House, é impressionante como ator e roteiro conseguem dar dimensão à inúmeros sentimentos e sensações que o personagem experimenta e, ao mesmo tempo, conseguir ainda manter aquele instinto selvagem que o ator consegue trabalhar tão bem somente com o olhar.

Obs.: Uma pena a série ser tão mal exibida aqui no Brasil, se não me engano está fora do ar atualmente, mas é exibida pelo canal FX.

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  • Vi só a primeira temporada.

    Baixei a segunda e estou tentando arrumar tempo para assistir.

    Das atuais, foi a que mais curti. Espero que a qualidade da primeira tenha seguido nas seguintes.

    Ótimo análise Paulo.

    Abraços

  • Caio, The Eldar

    eu perdi a terceira temporada e a atual, mas logo vou concertar isso.

  • Pizurk

    Preciso ver a terceira temporada. Por que a primeira e a segunda eu vi em questão de um dia.

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