Adaptação de Stephen King a caminho

Cinema quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 2 comentários

Você, que está aí na frente do monitor, tem grandes chances de NUNCA ter ouvido falar de Stephen King. Se é esse o caso, morra, por favor. Pronto? Espero que sim.
Seguinte, as adaptações dos livros de Stephen King são sempre aquelas coisas estranhas. Até hoje, a única que eu curti de verdade foi a adaptação de “O Apanhador de Sonhos”, apesar de ser muito inferior ao livro. Não vou aqui discorrer sobre os livros que foram adaptados, aqui você pode achar melhores informações sobre cada um dos que foram lançados, desde o primeiro, que foi “Carrie”, em 1976.
Pois bem, depois de muito tempo sem ter nada mais adaptado, o Mestre do Terror pode voltar as telas, dessa vez, pelas mãos de um diretor que é um pouco experiente no quesito terror.

Tobe Hoope, o diretor de “O Massacre da Serra elétrica” será o que irá transportar para as telas a história do livro “Buick 8”, que vocês devem conhecer, mas que eu vou dar uma pequena resumida, caso ainda tenha sobrado alguém vivo do começo desse texto.
è a história de um carro que está no depósito de uma delegacia da policia rodoviária, que foi encontrado em um posto de gasolina. Até aí, normal, mas acontece que o motorista do carro veio dirigindo ele, e sumiu. O carro tem uma construção um pouco peculiar, que não vou falar aqui como é, pra não estragar a surpresa. Colocando o carro no depósito, coisas começam a acontecer, como luzes estranhas, ruídos esquisitos, e formas desconhecidas aparecendo dele.
A previsão de lançamento é para 2009, e a pré-produção já começou.

O canal Sony divulga sua nova programação

Televisão quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 2 comentários

O canal Sony foi o último canal, que utiliza novembro para estrear sua nova programação, para divulgar sua grade. Pois bem, quem tiver a oportunidade de cancelar a assinatura com o canal pode fazê-lo, porque estas estréias são um verdadeiro fiasco. A maior novidade é a estréia de Ugly Betty com uma temporada de atraso, nos Eua já está sendo exibido o terceiro episódio da segunda temporada nesta semana.

A outra novidade é negativa, o seriado de maior audiência nos Eua, C.S.I – Las Vegas, foi transferido para o canal “irmão” do Sony, o AXN, que se juntará aos demais seriados da franquia, ou seja, a nova temporada (a oitava), deverã ser exibida somente em fevereiro quando o AXN estréia seus seriados. Portanto, quer saber o que aconteceu com Sarah que foi sequestrada pela assassina de miniatura? Sente e espere até fevereiro ou corra para baixar o seriado.

Contrariando minha coluna sobre a crise dos sitcom, leia aqui, o canal Sony estreará cinco novas comédias, além de um drama canadense, The Best Years, a segunda temporada de Friday Night Lights ao término da primeira e o jornalistíco cômico The Daily Show with Jon Stewart (o cara que apresentará o Oscar no ano que vem).

Veja a grade:

Segunda-feira (05/11):

20h – My Boys (nova série);
20:30hs – Samantha Who? (nova série);
21h – Big Day (nova série);
21:30hs – Rules of Engagement (nova série);
22h – Grey’s Anatomy (reprise);

Terça-feira (06/11):

20h – 30 Rock (segunda temporada);
20:30hs – Scrubs (reprise);
21h – Ball of Steel (segunda temporada);
22h – Da Ali G Show (terceira temporada);
22:30hs – The Daily Show with Jon Stewart (nova série);

Quarta-feira (07/11):

20h – Ugly Betty (nova série);
21h – Brazil’s Next Top Model;
22h – Desperate Housewifes (reprise);

Quinta-feira (08/11):

20h – Falcon Beach (segunda temporada);
21h – The Best Years (nova série);
22h – Ghost Whisperer (terceira temporada);

Sexta-feira (09/11):

20h – Carpoolers (nova série);
20:30hs – ‘Til Death (segunda temporada);
21h – Everybody Hates Chris (terceira temporada);
21:30hs – The Game (segunda temporada);
22h – Friday Night Lights (segunda temporada a partir de 16/11);

Voltam também a grade de programação aos sábados: 7th Haven (que já havia terminado e foi ressuscitada, porém, agora, terminou de vez), Celebrity Poker Showdown, Queer Eye for the Straight Guy e Jamie Kennedy Experiment.

Se você não se empolgou com o canal, para 2008 as coisas prometem mudar, a partir de fevereiro voltam para novas temporadas:American Idol, Desperate Housewifes, Grey’s Anatomy, Medium, Scrubs, American Next Top Model e Saturday Night Live.

Além disso, para esta época ficaram prometidas as estréias das novatas: Private Practice, Reaper, Cashmere Mafia, Canterbury’s Law e Viva Laughlin.

Pirataria nos games. Fugir da briga é para os fracos.

Nerd-O-Matic quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 13 comentários

A coluna da semana anterior saiu simultaneamente no Ato ou Efeito e no Gamehall, e pude experimentar vários tipos diferentes de recepção ao texto que foi apresentado.

Gostaria de agradecer a todos que tiveram a paciência e disposição de continuar a discussão nos comentários, concordando, discordando e argumentando de forma coerente. Queria lembrá-los de que NÃO estou escrevendo um artigo científico sobre o assunto e nem sendo pago para agradar a segmentos específicos ou a qualquer tipo de pessoa. Aos ignóbeis que simplesmente não gostaram do que leram ou que se sentiram pessoalmente ofendidos, deixo as palavras do mestre Alborghetti:

“Não tenho o rabo preso com vagabundo nenhum nesse estado e nem nesse país. Quem gostou, gostou. Quem não gostou que se dane; vá para o diabo que te carregue”.

Quero manter esse texto com um tamanho que não desestimule a leitura, portanto vou me ater a apenas UMA questão. A quem ainda acompanha essa discussão com genuíno interesse e um mínimo de tolerância á opinião alheia, gostaria de discutir a figura abaixo:

“Gravações caseiras de fitas estão matando a música. (E são ilegais)”.

Muitos de vocês podem ser novos demais para lembrar, mas até a década de 90 as pessoas realmente usavam fitas cassete. E quando as fitas virgens foram colocadas á disposição do público pela primeira vez, em conjunto com os gravadores de fitas, a indústria fonográfica decretou que seria a morte dos LPs e da indústria musical como um todo. Afinal, você emprestava o LP de um amigo, gravava em uma fita e não precisava comprar o LP. Lembra vocês de alguma coisa que acontece hoje em dia?

Pois é, a música comercial continua por aí. E posso estar errado, mas acho que o número de bandas também não diminuiu e as gravadoras continuam ganhando dinheiro. A indústria musical não me parece exatamente falida, apesar de toda a pirataria e das fitas virgens.

Vejam, não estou dizendo que quem copiava os LP`s em cassetes estava certo ou errado. Como falei em algum dos comentários, estou evitando fazer julgamentos já que eu mesmo ainda não entendo a questão de forma completa. Mas me parece bastante evidente que era errado dizer que quem gravava suas fitinhas piratas ia acabar com a indústria e com a música dos grandes artistas. O tempo provou isso, não é questão de opinião ou do que “eu acho”.

Mas isso é música. Voltando á nossa discussão sobre softwares, vamos pensar em quem seria uma das maiores prejudicadas com a pirataria, para verificar o argumento de que a pirataria acaba com a indústria de softwares (jogos são softwares, não esqueçam). Será que existe algum software mais pirateado do que o Windows no planeta inteiro? Podemos pelo menos concordar que o sistema operacional da Microsoft é um dos softwares mais pirateados do mundo? Creio que concordamos. Agora me digam: ao longo de mais de duas décadas de pirataria do Windows (o primeiro Windows foi lançado em 1985), o Windows acabou? A Microsoft faliu? A Microsoft está mal das pernas? Ela parou de lançar novos produtos por causa da pirataria e dos salafrários que copiavam ao invés de comprar?

Acho que não.

Essa é uma das conclusões a que eu cheguei, pensando e escrevendo esse texto e o da semana passada: usar cópias não oficiais de jogos pode até ser errado por motivos éticos e morais, mas definitivamente não acaba com a indústria em questão. Parece um contra-senso, não parece? Mas os dados históricos não mentem, nem no caso da indústria fonográfica e nem no caso da Microsoft. E acredito com todas as forças que isso se estende á indústria dos games.

Descobri que isso acontece por um motivo muito simples: Quem compra os produtos piratas não tem dinheiro para comprar o original e, portanto, não compraria o original de qualquer forma.

Vamos desenvolver isso.

Se você tem grana suficiente, você vai querer o pacote completo, principalmente porque isso significa garantia e direitos do consumidor, no caso dos produtos oficiais. Você paga não só para ter o produto original, com manual, bonito, na caixinha, mas porque existe de fato um grande valor agregado a este produto. Ele faz MAIS por você do que o produto pirata. Nos casos dos jogos isso significa também poder jogar online, acesso ás áreas restritas de sites do desenvolvedor, patches, upgrades, etc.

Porém, se você não tem os recursos para comprar o original, você simplesmente não compra. Como você pode ser culpado por não comprar alguma coisa que você não compraria de qualquer jeito, por não ter recursos para tal? É como dizer que a fábrica da Ferrari vai falir porque pouca gente compra Ferrari, preferindo um genérico em seu lugar, como um Uno Mille. As pessoas compram Uno Mille porque não têm recursos para uma Ferrari. As pessoas compram produtos piratas porque não têm recursos para comprar o original. Portanto, de qualquer forma, não seriam compradores do produto e não alimentariam a indústria em questão. Quem compra o produto pirata não é público-alvo da indústria dos originais, porque é simplesmente pobre demais para fazer parte dessa indústria.

Uma das argumentações que me parecem comuns contra o que escrevi aí em cima, é aquela que diz: “se o cara tem a grana pra comprar um produto pirata, então ele deveria deixar de comprar 10 produtos piratas para comprar um produto original”. Mas isso é falacioso, porque o desejo humano não funciona desse jeito. Ninguém quer o mínimo possível. Todo mundo quer sempre o máximo possível de benefício de qualquer coisa que faça. Pode chamar de lei de Gérson, desvio de caráter, natureza humana ou o que preferir, mas simplesmente é a forma como o indivíduo funciona. Como eu falei antes, estou analisando os fatos, e não a moralidade das ações humanas.

Outra contra-argumentação que vejo surgir nesse momento é de que se o cara quer alguma coisa então ele deveria “dar um jeito”, “economizar”, “trabalhar”, para poder comprar o original do produto que quer, ao invés de gastar com o produto pirata. Mas junte o desejo natural do cara com a indústria da propaganda, que desperta e exacerba o desejo sobre coisas que muitas vezes ele nem sabia que existia ou queria. Claro que não dá pra botar a culpa na propaganda por coisas que esse cara faz errado. Mas não é por esse mesmo motivo que um jovem pobre te assalta no semáforo e gasta toda a grana em um tênis Nike, ao invés de comprar comida? Pelo menos ele alimentou a indústria dos tênis originais, não é? Ele queria muito o tênis e “deu um jeito” de conseguir comprar o original. Um cidadão exemplar.

Agora você tá achando que era melhor ele ter comprado o tênis pirata né?

Tá bom, eu confesso que estou sendo deliberadamente manipulador e distorcendo a argumentação. Mas não importa se eu estou certo ou errado. Eu nem quero estar certo ou errado, como falei desde o começo. Eu só quero que vocês percebam que questão não é tão simples a ponto de se dizer “pirataria é roubo, e roubo é sempre errado”; isso é apenas um julgamento moral, cristão, que você recebeu a fim de manter a ordem social. Dizer que “roubo é errado” não serve para entender a questão como um todo. É por causa desse tipo de visão estreita que a questão não se resolve.

Novamente me estendo demais sobre o assunto, e não gosto de fazer post enormes; eles ficam muito chatos e as pessoas começam a comentar sem ler.

Alguns comentários e argumentos interessantíssimos surgiram nos comentários da coluna anterior. Alguns deles são tão bons e melhores que os meus, que eu me sinto na obrigação de reconhecê-los em um próximo post. Portanto, se você quer comentar, se esforce para não fazer ataques pessoais, e sim para trazer alguma contribuição coerente á discussão, ok?

Série faz releitura de Mágico de Oz

Televisão quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 1 comentário

Definitivamente não estamos no Kansas, Totó.

Estréia no Sci-Fi Channel em dezembro uma releitura do clássico O Mágico de Oz chamada Tin Man. Na trama que segue as linhas básicas da história original, Dorothy é levada por um tornado para Outer Zone (OZ), um local comandado pela malévola feiticeira Azkadellia. Na tentativa de devolver o local para seu verdadeiro líder, Dorothy arruma umas amizades estranhas como o policial Tin Man, o cientista Glitch, que perdeu uma parte do cérebro e o clone de Harry, o Pé Grande, Raw.
Dá uma olhada na patota:

Dorothy e o cigano Igor Tin Man

O cientista com um zíper na cabeça e o pulguento sem coragem

Apesar das imagens não colaborarem pra que a gente queira muito ver essa série, o trailer é BEM legal.

Tin Man estréia em dezembro e tem no seu eleno Zooey Deschanel (O Guia do Mochileiro das Galáxias), Alan Cumming (X Men 2) e Richard Dreyfuss (Tubarão).

Precursores do grunge de volta num show especial

Música quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 0 comentários

Está na hora de tirar sua camisa de flanela sebosa so armário! Desde que Kurt Cobain enfiou uma bala nos miolos, Eddie Vedder começou a lançar bootlegs como um insano, Layne Staley morreu e Chris Cornell deixou crescer aquele bigodinho ridículo você não se sentia tão feliz.

O Green River, considerado por muitos a gênese do movimento grunge planeja se reunir pra um show no meio do ano que vem comemorando os 20 anos de lançamento do selo SubPop que lançou o Nirvana e que hoje em dia perde tempo com o Cansei de Ser Sexy.

Formado em 1984 por Jeff Ament, Stone Gossard, Mark Arm, Steve Turner e Alex Vincent lançou um único álbum – antes da cena estourar – chamado Rehab Doll. O fim do Green River foi o início de uma suruba musical entre os integrantes (que começaram a formar outras bandas) onde culminou o nascimento de algumas bandas pouco importantes como Pearl Jam, Mudhoney, Soundgarden e Temple of the Dog.

É a lembrança de um tempo bom que não volta mais em que a gente nem sonhava o que era Creed e Nickelback.

Be Kind Rewind ganha novas imagens

Cinema quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 0 comentários

Jerry, um gordinho safado tenta sabotar uma estação de força e com isso acaba ganhando um campo de força eletromagnético em torno de si. Além de tomar alguns choques por causa disso, quando ele vai fazer uma visitinha na locadora do seu parceiro Mike, acaba desmagnetizando TODAS as fitas. Você, ser humano normal, faria um empréstimo no Itaú e compraria todas as fitas de novo, certo?

Certo. Porém Jack Black e Mos Def não são normais.

E começam a regravar todos os filmes, transformando filmes clássicos em adaptações caseiras toscas. O que aparentemente seria a ruína de Mike acaba por se tornar o diferencial e… e… espera sair o filme pra saber o resto, garotão. Fica aí com as novas imagens e economiza a mesada porque Be Kind Rewind estréia dia 21|12 lá fora e já, já aparece aí na sua cidade

Os Caça Fantasmas

Conduzindo Miss Daisy

Robocop

Be Kind Rewind é a nova empreitada cinematográfica de Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças) e traz em seu elenco Jack Black, Mos Def, Mia Farrow e Danny Glover.

Obrigado por fumar vai virar seriado!

Televisão quinta-feira, 11 de outubro de 2007 – 1 comentário

Foda. Semana passada eu resenhei o filme por aqui, e nessa semana, escrevi um texto no Culinária Alternativa, Fumantes são a salvação do mundo, baseado no filme e tão irônico quanto. Agora, Obrigado por Fumar vai virar uma série.

A idéia já havia sido recusada pela NBC, então a rede USA abraçou a idéia e já colocou um roteirista pra escrever, James Dodson. O cara vai “começar por onde o filme parou”, e é provável que a série não leve o mesmo nome do filme. Sabe como é, usar um nome irônico e polêmico é arriscado, pode afugentar a clientela.

Notícia empolgante, eu diria. Se eu fosse você, fumaria três maços seguidos em comemoração.

Radiohead Zoa Grandão: mostrando a bunda para as gravadoras.

Música quarta-feira, 10 de outubro de 2007 – 22 comentários

Vocês todos deveriam estar sabendo, mas alguns de vocês nunca sabem. Eu não sei em que caixão da Transilvânia vocês vivem para não saber desse tipo de coisa.

Mas enfim, hoje, 10 de outubro, é o dia oficial do lançamento-download do novo album do Radiohead. O álbum se chama “In Rainbows” e você pode conferir maiores detalhes no site dos caras.

Sempre gostei desse urso cheirado que eles inventaram

Você não gosta de Radiohead? Foda-se você. Essa notícia é quente não só por ser um lançamento de um novo álbum dos caras, mas porque é o primeiro álbum da história onde VOCÊ decide quanto quer pagar pela parada. Isso mesmo. Você vai lá no site, faz a sua oferta (Você pode escolher pagar até mesmo 0 libras) e daí recebe o link para fazer o download do álbum.

Evidentemente o download também já está comendo nas torrents, como nesse link aqui. Não sabe usar torrents? Dá uma sacada nesse post que eu fiz.

É um momento emocionante, pois não sabemos que tipo de reações isso vai provocar na indústria fonográfica. Veja, independente de você gostar ou não deles, Radiohead é uma PUTA banda, altamente pop e mainstream, que conseguiu chegar no topo das paradas fazendo música esquisita para freaks. Isso, por si só, já é um contra-senso. Agora os caras resolvem chutar a bunda das gravadoras, lançando um álbum e passando uma mensagem clara de que o CD é só uma espécie de folder de divulgação da banda, já que eles ficam com uma parcela ínfima das vendas. Todo mundo sabe que banda ganha grana fazendo show, e não vendendo cd. Uma banda que se fiou por anos nas gravadoras e que agora resolve mostrar a bunda para todas elas de uma vez só. Isso é muito FDP, pirata e subversivo.

Uma salva de tiros para os motherfuckers.

Se você quer saber mais sobre a banda e sobre essa incrível jogada de marketing, dá uma olhada nesse artigo em inglês do The Independent, que eu achei espetacular.

Agora vamos ver se a porra do album é bom mesmo, ou se os caras simplesmente fizeram um ajuntado de sons esquisitos que valem efetivamente as 0 libras que a maior parte do pessoal vai decidir pagar por ele. Esperem pela minha resenha nos próximos dias.

Kittie vai tocar no Brasil!

Música quarta-feira, 10 de outubro de 2007 – 0 comentários

Eu não conhecia a banda até ficar sabendo que elas vinham pra cá.

Corri pro MySpace das minas e fiquei surpreso e puto. Surpreso pelo som delas, que é um New Metal com um vocal suave, feminino, que ás vezes te surpreende com um scream grave. Eu não gosto de New Metal, mas essas minas mandam bem. Fiquei puto por elas só disponibilizarem trechos dos sons, mas é pra isso que existe o YouTube.

Este é o vídeo de Charlotte, um clichê New Metal, confesso, mas dá pra ter uma idéia do que eu to falando. Ignorem o clipe, tem um cara de cueca nele.

Este aí é o vídeo de What I Always Wanted. Cuidado pra não fundir a cabeça, é difícil ouvir um som pesado com um vocal tão calmo, convenhamos. Mas quando vem o Scream a coisa se “normaliza”.

Enfim, a banda vem pro Brasil no dia 17 de Novembro, pra tocar em São Bernardo do Campo (SP), no Espaço Lux. Mais informações no site Agência Sobcontrole, que promete colocar no ar o hotsite do evento quando der meia noite, de hoje pra amanhã. O show fará parte da turnê do álbum Funeral for Yesterday, o mais recente da banda, que eu já to correndo atrás. Acho que não vou me decepcionar, hein.

Serj Tankian lança mais um som!

Música quarta-feira, 10 de outubro de 2007 – 0 comentários

Serj Tankian, sim, o vocalista do System of a Down, gravou seu álbum solo, Elect the Dead, que será lançado no dia 23 de Outubro. Ele já lançou três singles, com dois clipes: Empty Walls e The Unthinking Majority. E qual é o terceiro single? Corre pro MySpace do cara e ouça a faixa Saving Us, que tem uma introdução sensacional com violão e o refrão pesado. Lembra um pouco Metal Melódico, até, mas confesso que não conheço muito dessa área, é só palpite.

Enfim, a data de lançamento do CD tá chegando, e esse álbum vai ser foda. Aliás, Serj Tankian é o cara, ele segue exatamente a minha opinião dada na coluna New Emo de hoje, sobre MP3. É assim que se divulga um trabalho.

confira

quem?

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