Gamer

Cinema quinta-feira, 01 de outubro de 2009

 Num futuro próximo um revolucionário videogame on-line será a mais popular forma de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistem condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um videogame. Kable (Gerard Butler), um prisioneiro, se tornará a grande estrela deste jogo. Para o jogador, Kable é um mero personagem, mas para o grupo de resistência ele é a peça chave para a vitória. No meio dessa batalha, e sob o comando de um adolescente, Kable terá que usar todas suas habilidades extravirtuais para vencer o jogo e derrubar o sistema.

Cê provavelmente já jogou, ou pelo menos viu, um jogo de tiro, certo? Pois bem, a premissa do filme é justamente você SER o jogo de tiro. Tá, não você, o Gerard Butler sendo o protagonista do jogo. Nada de mais, hã? E se ele tiver sendo controlado por um pirralho metido a besta, como todos os que você conhece que jogam essas coisas violentas de hoje em dia.

Essa é a história de Gamer. Kable é um participante da sensação do momento: Slayers. Condenados à morte tendo a chance de redenção numa batalha real, sendo controlados por outros seres humanos. O que separa um condenado da liberdade condicional são 30 rounds vivo. Kable, o melhor jogador, está vivo à 27 rounds.

 “Opa, 28 agora!”

Mas o filme não é só um monte de bala e pedaços de carne humana voando por ae, existe uma história. Basicamente, Ken Castle é o figurão por trás de Slayers e Society, dois jogos as pessoas que pagam controlam a mente das que recebem. Por que? Pela diversão, ora essa! Como? Nano-receptores injetados no cérebro do pessoal faz com que eles possam ser controlados dentro de uma área específica: Campo de batalha, no caso de Slayers, simulação de cidade no caso de Society.

 É, é o Dexter.

O que mantém Kable vivo? O fato de ter uma esposa e filha do lado de fora. Como sempre. Mas existe muito mais por baixo dos panos. Não sobram pontas soltas no roteiro, tudo é explicado no seu devido tempo, o que só torna o filme mais gratificante. Sem contar a puta crítica ao individualismo e a alienação existentes. Ninguém liga pros outros, quer saber é se divertir. Ou se rebaixa pra ganhar uma graninha, ou mesmo uma chance minimamente remota de liberdade. Até um esquema meio “resgatar nego da Matrix” tem. Pra quem gosta de caçar referências, é um prato cheio.

 “Costumava ser eu quem passava faca no pescoço dos outros.”

O problema? Aquela velha história do mocinho ganhar no final, além de algumas coisas difíceis de aceitar. Tipo a cena da vodka. NÃO, NÃO TEM COMO, VÉI!

Gamer

Gamer (95 minutos – Ação)
Lançamento: EUA, 2009
Direção: Mark Neveldine e Brian Taylor
Roteiro: Mark Neveldine e Brian Taylor
Elenco: Gerard Butler, Amber Valletta, Michael C. Hall, Kyra Sedgwick, Logan Lerman, Alison Lohman, Terry Crews, Ramsey Moore, Ludacris, Aaron Yoo

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  • Felipe

    Pooorra pizurk!

    Você tem que escrever o negócio de um jeito que faz agnt ficar interessado? :\

    putaqueparilmente foda!

    Esse verei no cinema com certeza!

  • Nem vi, mas APOOOOOOOOSTO que no final o Dexter tá achando que tá jogando, mas no final ele e o Leônidas tão dentro do Society. Caso cinco mangos NO CHÃO que esse é o Plot Twist do filme!

    Afinal, de copiar “O 13º Andar” vive a indústria dos filmes com Pepsi Twist!

  • Pizurk

    @TCZ
    Cê perdeu então, porque não tem nada a ver. Mais uma cerveja na minha conta.

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