Fast Forward #02 – The Battle of Los Angeles (Rage Against the Machine)

Música quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

 A ideia desta merda era simplesmente ouvir um álbum e dar a opinião sobre ele. Isso em poucas linhas. Presta ou não presta e ponto final. Não vai ser sempre que eu vou pegar um material pra ouvir e gostar. Por sorte, eu não ouço Raige Against the Machine. Não me sinto envergonhado por causa disso, até porque existem pessoas que nunca beberam alguma coisa fora cerveja bosta, então eu ainda tenho muito a me orgulhar. Mas depois do que eu ouvi, tô considerando seriamente a deixar Rage como uma das figurinhas repetidas da minha lista de reprodução.

The Battle of Los Angeles é um álbum diferente. Se bem que Rage é uma banda bem diferente das outras, quando você pega pra escutar pela primeira vez. Afinal, qual outro guitarrista começa a fazer sons colocando o cabo do amplificador na mão? Isso é bizarro, cara. Mas é das coisas bizarras que normalmente aparecem as coisas boas. O material é trabalhado. Cê pensa que é uma banda com um som puta pesado, daqueles que faz o vizinho ligar pra polícia baixar na sua casa, mas na real, isso é mito. Não é um rock calmo; não é um rock pesado; é um rock EQUILIBRADO.

Faixas:

    1 – Testify
    2 – Guerrilla Radio
    3 – Calm Like a Bomb
    4 – Mic Check
    5 – Sleep Now in the Fire
    6 – Born of a Broken Man
    7 – Born as Ghosts
    8 – Maria
    9 – Voice of the Voiceless
    10 – New Millennium Homes
    11 – Ashes in the Fall
    12 – War Within a Breath

Eu admito que peguei o álbum pra escutar depois de rever a apresentação dos caras no SWU. Testify – que foi a primeira a ser tocada no evento e, curiosamente, é a primeira faixa do CD – chamou a minha atenção. Porra, a melodia é do caralho. Não é o tipo de música que faz você ficar parado. Cê tem que mexer, no mínimo, os pés pra acompanhar a bateria. Ou as mãos. Ou cantar junto, mas que essa música chama a atenção, isso é verdade. Não tanto quanto as outras, sinceramente falando – o que não chega a ser um trabalho single-track.

Veredito final:

Provavelmente é um álbum essencial pra quem é fã de carteirinha da banda e acompanha o trabalho há anos. No entanto, se você quer começar, eu não acho uma boa pedida. É aquelas, tem uma música que empolga, outra, e as demais são normais. O que é bem acima da média pro que lançam atualmente, mas são faixas que você pula pra voltar pras que empolgam mais. É um álbum ruim? Nem é. Mas é um álbum enjoativo. Vale a pena ouvir. E pra eu escrever isso, foi meio custoso. Afinal, ou é perfeito ou não é. Então vai lá, pode ouvir. Mas depois de um tempo cê vai enjoar.

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  • Caio

    Eu prefiro “Renegades”, simplesmente a versão ao vivo de “How I Could Just Kill a Man” (um cover) ‘quase’ vale o albúm inteiro. Mas “Calm Like a Bomb” é de explodir cabeças!

  • Edivan Gomes

    “Veredito final” é pleonasmo.

  • K

    @Caio
    Vou procurar dar uma olhada.

    @Edivan
    Cê não foi amamentado quando bebê e quer atenção, cara? Já vou avisando, todos os FF vão ter “VEREDITO FINAL” nas últimas linhas, não importa o quanto você comente a mesma merda.
    Tenho nada contra leitor que avisa sobre erros – não que os jornais e portais escrevam isso também, NÉ -, mas faça por e-mail. E uma vez só já basta. Do contrário, é só a gente bloquear seus comentários (E a gente tá pouco se fodendo pros seus comentários, inclusive. Bom, pelo menos eu tô).

  • Edivan Gomes

    Tá brabinha? O q q tem um comentário, tio? Chato pra caramba tu. No próximo eu comento a mesma coisa.

  • @Edivan Gomes
    Próxima é block.

  • Edivan gomes ao inves de ir escutar musica boa,vem falar besteiras e agora vai ir chorar para mãe dizendo que o pizurk é um webmaster malvadão…

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