Almodóvar e o momento atual do cinema

Cinema quarta-feira, 02 de novembro de 2011 – 6 comentários

Inicialmente, esse texto era pra ser uma simples resenha do A Pele que Habito, o último filme do Almodóvar. Só que aí eu percebi que o simples fato de eu ter tido a oportunidade de ver esse filme num certo cinema que dedica metade das salas pra Os Três Mosqueteiros era tão ou mais importante que o próprio. Tá, na verdade não, mas eu quero falar disso mesmo assim.

 Pera aê… Esse contorno na boca e no nariz da mina é um PENES!!1

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Gastando tempo com Almodóvar

Cinema quarta-feira, 17 de novembro de 2010 – 6 comentários

O primeiro filme de Almodóvar que assisti foi Fale Com Ela, aos 12 anos. Me lembro que foi um dos primeiros filmes em Digital Video Disc (DVD, pros leigos) que eu assisti. Nós alugamos juntamente com O Mistério da Libélula e Casamento Grego. Nunca me esqueci disso, tamanha frustração. Foi um filme que eu odiei com todas as minhas forças. Eu passei minha adolescência acreditando que alguém ainda me devia 112 minutos da minha vida, que haviam sido desperdiçados naquela porcaria. Sem preconceitos, mas a história te dá a mesma sensação de quando você bebe cerveja quente e sem gás, comendo amendoim sem sal assiste um daqueles filmes ‘cult’ japoneses. Fale Com Ela ganhou Oscar de Melhor Roteiro Original (Juno e Pequena Miss Sunshine também. So what?) em 2003, e isso me faz rir descontroladamente. Nevermind. continue lendo »

“TOP 100 FILMES BACON FRITO” 65 – 61

Cinema sexta-feira, 25 de dezembro de 2009 – 7 comentários

65) Carne Trêmula

(Pedro Almodóvar, 1997)

Uiara: El Deseo S.A. presenta un film de Almodóvar y… digo, Carne Trêmula conta a história de Victor, um cabaço que cria uma relação imaginária com Elena. Um belo dia ele vai tirar satisfação com a moça e no meio do tumulto acaba dando um tiro em um policial. Anos depois Elena e David (o policial), que ficou paralítico, estão casados e Victor tenta se aproximar novamente. A história parece comum, mas NAONDE que um filme do Almodóvar é “comum”? Claro que no meio da história alguém vive bêbado, uma mulher ensina Victor a deixar de ser frouxo, tem traição pra tudo que é lugar e até as ações mais simples se tornam inusitadas… Tudo com aquelas cores todas dignas de um quadro surrealista. continue lendo »

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