Spartacus – Blood and Sand, Gods of the Arena e Vengeance.

Televisão quinta-feira, 19 de abril de 2012

É sangue, é osso, é teta, é série pra macho e ponto final. Daquelas pra assistir sentado na poltrona, com uma caneca de cerveja e um charuto no canto da boca. Spartacus é o cara e ao fim de todo episódio cê fica cheio de vontade de pegar uma espada e sair por aí arrancando cabeças. Já viu? Então lê aí pra concordar comigo. Não viu? Lê aí e corre pra ver, porque Spartacus é foda, é muito foda, é foda pra carai.

Pois bem, a série Spartacus é baseada em fatos reais sobre a III Guerra Servil, liderada por Spartacus (Não me diga), que era um gladiador que se rebelou contra seus donos e libertou cerca de 100 mil escravos, formou um verdadeiro exército contra as legiões de Roma, mas eu não to aqui pra dar aula de história, então bora falar da série (Que mal ou bem, não deixa de ser uma aula, mas enfim). Spartacus é um guerreiro trácio, que após unir forças com os soldados romanos de Gaius Claudius Glaber, acaba sendo traído, deserta e volta correndo para sua aldeia, apenas para salvar sua mulher, Sura (Ôooooooo lá em casa), do ataque dos bárbaros e ver sua aldeia em chamas. Assim, o casal mais feliz e burro do antigo mundo parte por aí sem rumo, temendo a represália de Glaber. Porém, os dois, no ápice de suas genialides, resolvem fazer um fuqui-fuqui gostoso em campo aberto e em seguida dormem. É claro que já acordam com aquela pesada na cara dos soldados de Glaber. Assim, Spartacus e Sura são capturados. Ela é vendida como escrava e Spartacus sentenciado a morrer na arena, pelas mãos dos gladiadores. Mas qual a surpresa de todos quando Spartacus, sem armadura, com uma espada cega e ouvindo a voz imaginária de sua mulher mata os 4 gladiadores que deveriam executá-lo, ganhando assim o coração do povo, que assistia a luta sedento por sangue? Não podendo contrariar o público e sem saída, Glaber deixa Spartacus viver, mas o vende como escravo para Quintus Lentulus Batiatus, para ser treinado como gladiador, e é aí que a pica começa a entrar.

Spartacus é levado para o ludus (Local de treinamento de gladiadores) de Batiatus e é lá que conhecemos os caras fodas da série. Não é por nada não, mas é que Andy Whitfield não tem cara de guerreiro fodão. Crixus, o Campeão de Cápua, Barca, a Besta de Cártago, Ashur, o Filho da Puta, Varro, o Amigo Sem Grande Destaque e Oenomaus, o Fodão da Porra Toda (Tá, esses 3 últimos apelidos eu inventei, mas eles são bem isso mesmo). Claro que, como toda série situada em Roma, temos que ter as mulheres manipuladoras (Aliás, não é apenas em séries que elas estão presentes. Na verdade, elas nem precisam ser romanas), assim, conhecemos Lucretia, a esposa de Batiatus (Interpretada por Lucy Lawless, a eterna Xena) que tem como amante Crixus (Aliás, se você era um adolescente na época de Xena, A Princesa Guerreira e a homenageava por causa de suas pernas e decotes, em Spartacus ela mostra tudo, então já sabem, preparem os lenços de papel) e Illythia, a esposa de Glaber e delicinha da série. Então, a série nos enche de sangue e ossos expostos, apenas para no final, descobrirmos que tudo foi uma grande manipulação. Daquelas manipulações bem boladas mesmo, quando nós achamos que estão tramando contra um, estão mesmo, mas é pra afetar outro, e por aí vai, até Spartacus descobrir uma delas e ficar tomado no Jiraya, resultando na rebelião dos escravos e a queda da Casa de Batiatus. Spartacus, Blood and Sand foi a 1° temporada dessa série foda, com amigo matando amigo, esposa vingando a morte do marido, amante se apaixonando pela escrava leal dela, morte da mulher amada, inimigo comendo a mulher do inimigo, assassinato de crianças e uma rebelião/chacina final inflamada pela dor de 2 guerreiros que perderam seus amores. E assim termina Spartacus, Blood and Sand, com a queda da Casa de Batiatus, a liberdade dos escravos da mesma e a descoberta de que poderíamos nunca mais voltar a assistir essa série foda por motivos maiores.

Em março de 2010, ao fazer um exame de rotina, Andy Whitfield foi diagnosticado com um linfoma não-Hodgkin, obrigando-o a se afastar da série. Sem saber o que fazer, os produtores deram um jeito de não deixarem os fãs sem Spartacus naquele ano, e o que surgiu foi Spartacus, Gods of the Arena, que não faz o menor sentido levar o nome dele, já que ele nem aparece, e a história se passa anos antes dele ser escravizado e se tornar um gladiador. Mas enfim, Gods of the Arena conta a história de Gannicus, outro gladiador pica dura da Casa de Batiatus. É, o cara é tão foda que foi o único gladiador a conquistar a liberdade, vencendo mais de 20 gladiadores em uma única batalha. É em Gods of the Arena, que conhecemos melhor a história de Oenomaus e sua mulher, além da batalha de Crixus, para ganhar respeito e se tornar o campeão de Cápua. Gods of the Arena chegou ao fim, e algum tempo depois, recebemos a notícia que Andy Whitfield tinha partido dessa para uma pior, devido ao linfoma não-Hodgkin. E agora? Seria esse o fim de uma das séries mais fodas do novo milênio? Não, claro que não, porém, Spartacus nunca mais foi o mesmo, literalmente.

Então, finalmente tivemos a 2° temporada de Spartacus, intitulada Spartacus, Vengeance, porém, eu não sei se alguém da equipe de produção tava querendo dar praquele cara, mas eles escolheram um sujeito com menos cara de gladiador sangue no zóio do que o Andy. O novo Spartacus, que eu sinceramente não vou perder meu tempo procurando pelo nome, tem cara de adolescente playboy e não convence em nada como Spartacus, mas de qualquer jeito, essa 2° temporada foi foda, e Crixus roubou a cena, deixando Spartacus como um babaca mimado e chorão. Além de Crixus, Gannicus também retorna, e cada vez mais a série se chamar Spartacus faz menos sentido. Mas bora parar de reclamar. Glaber chega de bicho em Cápua, querendo de qualquer jeito a cabeça de Spartacus (Hmmmmmmmmmm, danada) e seus seguidores, que estão anarquizando a cidade, libertando uma caralhada de escravos. Ashur se torna o braço direito de Glaber (Aquele que ele usa pra bater punheta) e sai por aí recrutando alguns gladiadores pra capturar Spartacus e sua galera. Temos o retorno de pessoas que achávamos estarem mortas, viúvas revoltadas, escravos crucificados, arenas incendiadas e os mocinhos encurralados em uma montanha. É, a chapa esquenta, esquenta pra carai, mas aínda não acabou. No jeitinho trácio, Spartacus dá um jeito de sair do fundo do poço do topo da montanha e foder mais uma vez o cu de Glaber, e dessa vez uma foda bem dada, com direito a hemorroida saltando pra fora e tudo. Após a batalha mais linda que você já viu na TV, Glaber finalmente encontra seu fim nas mãos de Spartacus. E aí, acabou? Spartacus conseguiu sua vingança? Conseguiu, mas o cara tá tomado pelo cramunhão e termina a série dizendo: “Agora, nós nos tornaremos um exército”. Ooooooooooooooooooooooh! E os escravos vão a loucura: “Spartacus, Spartacus, Spartacus”. É moçadis, agora só no fim do ano, ou não. Se você for curioso demais, pode procurar pela história real de Spartacus e descobrir que isso não acaba bem, pra ninguém. Mas é TV né galera, eles vão dar um jeito de alguém se dar bem nessa merda. De qualquer jeito, se você não ficou com vontade de assistir, como eu sou um cara muito legal, vou deixar vocês com os mamilos da Lucy Lawless. Cuidado pra não sujar o teclado.

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  • Arthur Arantes Souza

    Eu só queria saber onde esse povo tira tempo para estar sempre limpinho e depilado no meio de uma fuga, mas deixa quieto…

  • “…Spartacus é foda, é muito foda, é foda pra carai.”
    Exatamente.

    E a Lucretia sempre será uma das minhas personagens preferidas! E não só pelos mamilos!

  • Nayara Maria

    … Spartacus é foda e bota foda nisso! Série massa mesmo.! E claro que eu não poderia deixar de citar o nome: Lucy Lawless. Sou fã dessa mulher, minha eterna Xena  Princesa Guerreira 
    (tenho a chamada xenite aguda), faltou a Reneé O’Connor nessa série, quando fossem mexer com ela, se fosse uma das escravas respeitada de Lucretia , reagiria (?) quase que um: (mexeu com a Gabrielle, ta morto) kkk’. Parabéns a equipe de Série. 

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