Simulando a vida real

GameFreaks quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Não é novidade games tentarem simular a vida real. Jogos como The Sims existem desde os primórdios, sendo o primeiro jogado por “DÊOS”, que depois cansou e começou a zoar todo mundo aqui no jogo, mandando dilúvios, escrevendo mensagens aleatórios usando o cheat, entre outros.

Ás vezes ele criava servidores online de “The sims: The Beggining”, e usava seu poder de GM pra controlar outros jogadores e tirar sarro dos mais idiotas. Sério, acreditam que ele FINGIU ABRIR O MAR? Ah… esse DÊOS, sempre brincalhão. Dizem que DÊOS deixou o servidor ligado, e esqueceu ele lá. Decidiu comprar um XBOX360 e jogar FallOut 3.

A propósito, já ouvi essa história de DÊOS em alguns lugar…

04-pescarcommoissAh… Moisés, um dos personagens preferidos de DÊOS pra tirar sarro dos idiotas. Um dos outros era Jesus. Note a expressão de Moisés.

Alguns jogos como “O jogo da vida” já tentavam simular a “vida real” antes de The Sims.

A que ponto eu quero chegar? Cada vez mais os jogos tendem a se aproximar da vida real. Não só nos gráficos, mas no modo de jogar, objetivos, etc.

Se isso é chato? Não. Tudo bem, já temos a NOSSA vida real, mas a gente pode encarnar outras realidades, mesmo com um toque de ficção. GTA, por exemplo, todo mundo gosta de jogar, porque adoraria fazer tudo aquilo na vida real, mas sabe que não pode. The sims, na sua essência, deveria simular a vida “normal”, só que todo mundo só gosta de construir a casa e fica usando cheats pra grana. Mas por que esses jogos atraem tantas pessoas?

gtaivPor causa dos TACOS e da PIZZA! o/

Com certeza, não é por isso. É porque lá elas podem correr riscos. Você se arriscaria a largar o seu emprego pra seguir seu sonho, com dois filhos e mulher em casa, na vida real?

Mas, sem problemas, ainda há muitos jogos que são criados sem ter nada com a vida real, apenas para divertir. Mas o legal, mesmo, é que as pessoas podem aprender muito com esses jogos. Como sabem, esse quadro é sobre Games Online, então, vou citar um aqui, que se encaixa perfeitamente:

GoonZu Online.

Nome um tanto quanto estranho, mas o jogo em si é legal. Em GoonZu online, você pode escolher jogar como um MMORPG normal, ou realmente tentar “simular” a vida real.

goonzu20090120_1516085951Equipamentos, lá? Só feitos por players.

O jogo conta com certa de 45 cidades, e você pode ser morador de uma delas, se aceito pelo prefeito da cidade. O prefeito TAMBÉM é um player normal, que administra a cidade, escolhendo quais edifícios ela vai ter, etc. Algumas contam com uma fazenda do lado de fora, outras com minas, entre outras coisas, e o prefeito de cada cidade deve escolher algum morador pra administrar cada uma das construções.

Essas pessoas escolhidas pelo prefeito vão determinar os impostos, taxas, entre outras coisas. De acordo com a demanda de itens comprados/vendidos, o preço dos materiais pode cair, aumentar, os (poucos, MUITO POUCOS) itens vendidos em NPC podem ter seu preço aumentado, ou diminuído, você pode comprar ações de cada cidade, vendê-las, recomprá-las e fazer o que quiser com elas.

goonzu20090120_152356685Por fora da cidade. Ah, nesse jogo também dá pra pescar.

No jogo, como eu disse, todos os equipamentos são feitos por players, e você pode se especializar em um só, e ganhar até comissão pra fazer os equipamentos. Você pode ajudar sua cidade, doando dinheiro, e ela pode organizar eventos. A cada certo tempo, ocorre a eleição para “GoonZu”, e cinco ministros. GoonZu seria o “rei” do servidor, e os ministros iriam ajudar ele a comandar esse mundo. Esse jogo pode ser um ótimo professor de economia, política, estratégia, entre outros. Vale lembrar que você NÃO PRECISA caçar monstros pra avançar leveis, já que fazendo itens, você ganha experiência. Pouca, mas ganha.

Infelizmente, os gráficos do jogo não são “bons”, e acaba enjoando um pouco rápido, mas vale dar uma conferida.

GoonZu Online: Site oficial

Aqui encerro minha coluna desta semana. A da semana passada teve pouquíssimos comentários, talvez por causa da mudança repentina de data, ou… É, vocês me odeiam. Voltem sempre, saída pela direita, obrigado.

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