O que vi da vida (10/02/2013 – 16/02/2013)

Sit.Com quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

Pois é moçadis, semana passada foi uma boa semana. Tivemos o retorno de The Walking Dead, eu resolvi assistir a 2° temporada de Sanctuary e conheci uma nova série, chamada Zero Hour. Além disso, minha filha aprendeu um novo palavrão, descobri uma coisa muito legal com o meu cachorro, briguei de chinelo na rua, fiquei bêbado durante uma semana inteira e minha vó morreu.

 Ah, o Carnaval da Lapa.

É isso aí galerinha mimizenta, The Walking Dead retornou mais uma vez e sim, eu continuo assistindo. Como sempre, a série voltou em alta, cheio de dramas e finalmente mostrando um Governador totalmente fora da casinha. Sim, eu continuo achando que eles não sabem o que fazer com Tyreese e Daryl ao mesmo tempo, por isso esse entra um, sai outro [Sem sacanagem, hein] e também continuo achando a Andrea uma puta vadia e a Michonne uma das personagens mais insuportáveis até agora, embora os faniquitos de Maggie estejam quase superando a chatice da afro-samurai. Veremos até onde os roteiristas continuarão acertando. Dou no máximo mais uns 2 ótimos episódios e depois tudo voltando pra aquele marasmo chato.

Mas deixando os mortos de lado e falando de ficção científica, decidi resgatar Sanctuary do reino das séries abandonadas e dei um chance para a 2° temporada. Sanctuary é uma série canadense, que conta a história da Dra. Helen Magnus, cientista que se tornou imortal após fundir seu DNA com o de vampiros, e fundadora do Santuário, lugar onde seres não-humanos podem viver em paz. A série conta ainda com Jack, O Estripador e Nikola Tesla, ambos também com DNAs alterados, um com teletransporte e o outro é um meio vampiro com poderes elétricos. Existem outros personagens, como Henry, um lobisomem nerd e um neanderthal mordomo, conhecido apenas como Pé Grande. Ashley é a filha da Dra. Magnus e a responsável por toda a ação da série e eu sinceramente não sei se a acho gostosa ou não. Ah, e tem o Will Zimmerman, mas esse é tão chato que é melhor deixar pra lá.

Já Zero Hour é sobre um entusiasta do sobrenatural que tem sua mulher sequestrada por um mercenário loucão que acredita em vidas passadas. E até onde eu vi, a série tratará de reencarnações, sendo os principais personagens os 12 apóstolos de Cristo, levando em conta o que é mostrado no 1° e único episódio lançado até agora. O episódio foi bom, mesmo tendo algumas partes monótonas e outras que beiravam ao tédio extremo. Mas a série tem como ser melhor desenvolvida, o assunto é interessante, embora algo me leve a crer que já vimos isso em algum lugar. Na minha opinião, será uma das canceladas após a 1° temporada. Talvez a Netflix salve, TALVEZ.

Quanto a minha vida pessoal, minha filha aprendeu a falar Eita porra! e acredito que seja por causa dos filmes nacionais que andei assistindo. Não, eu não passarei sabão na boca da menina, não, também não a incentivarei a continuar falando, mas ver uma criança de 3 anos dizer Eita Porra! é engraçado. Além disso, em uma de minhas bebedeiras, enquanto brincava com meu cachorro, descobri que ao “uivar”, ele me acompanha, o que eu achei muito legal. Quanto ao meu Carnaval, ou o que me lembro, devido a alguns flashbacks, fotografias e fatos narrados por amigos, fui para a Lapa e discuti com um amigo que saiu de casa em plena festa da carne sem a porra de um documento, mas isso é coisa de bêbado. Além de burrice.

Ah, e minha vó tropeçou em um de seus 15 gatos, caiu e bateu a testa na estante da TV. TV que veio a cair em cima da velha, levando-a a óbito. Descanse em paz, Dona Gertrudes.

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  • Loney

    A filha da Magnus morre.

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