Momento Fênix: 24 Horas – 7ª temporada

Sit.Com terça-feira, 31 de março de 2009

A novidade desta semana na tevê a cabo brasileira é a estréia do telefilme 24 Horas: Redenção (31/03, às 22hs.), já disponível em DVD, mas estreiando na tevê. O telefilme serve necessariamente como uma introdução para a 7ª temporada que não foi exibida em 2008 devido à greve dos roteiristas. Dezoito meses após o final da 6ª temporada, o ex-agente Jack Bauer (Kiefer Sutherland), procurado pelo governo americano, está trabalhando como missionário na África e, com a ajuda de seu mentor, Carl Benton (Robert Carlyle), terá que impedir que um perigoso chefão do crime organizado recrute crianças inocentes para uma milícia assassina. Enquanto Jack enfrenta mais uma crise internacional, os Estados Unidos se preparam para a posse da nova presidente, Allison Taylor (Cherry Jones).

24hs

Todos os personagens apresentados no telefilme surgem mais cedo ou mais tarde no decorrer da temporada. No telefilme estão todos os elementos que se destacam na série desde seu surgimento, ação, suspense e muita tensão, mas agora há um Jack Bauer já cansado de suas missões, principalmente, pelas difíceis decisões tomadas e as consequências do seus atos nas pessoas a sua volta.

No entanto, para o que quero chamar a atenção hoje é, na verdade, o retorno da série (dia 14/04, às 22hs, no canal Fox). Chegando em sua 7ª temporada, 24 Horas, perdeu há muito tempo seu frescor de novidade (depois de até o presidente ser o “vilão” da temporada, tudo pode acontecer), sabemos que reviravoltas ocorrerão, traições dentro das agências de investigação (CTU, CIA, FBI, Casa Branca, etc) e personagens morrem a qualquer momento, mesmo considerando que tenham papéis importantes na série (ok, talvez com exceção de Chloe). Mesmo assim, a série conseguiu um feito e tanto nesta temporada que se inicia, está praticamente perfeita! (Digo praticamente, pois estou no 14ª episódio junto a exibição americana.)

A trama desta 7ª temporada se inicia com Jack (sempre fodão, apesar de mostrar sinais de cansaço) tendo que dar explicações ao Senado americano devido as acusações de torturas do agente quando trabalhava de CTU (que foi fechada), reparem que o cenário agora é Washington, quando é interrompido por agentes do FBI, reparem na agente Walker, de suma importância para a trama, que pedem sua ajuda ao identificaram o falecido agente Tony Almeida, envolvido com terroristas que estão trabalhando para o General Juma (vilão do telefilme). Na Casa Branca, a presidente Taylor tem que lidar com a invasão em Sangala ou proteger os EUA dos ataques terroristas do General Juma, além disso, recém vinda de uma tragédia, a morte de seu filho, um suposto suicídio, a presidente tem que lhe dar com as constantes desconfianças de seu esposo sobre a morte do filho do casal.

É impossível não destacar o trabalho dos roteiristas da série neste temporada, tudo soa urgente e imediato, as subtramas vão surgindo e sendo resolvidas em seguida num ritmo alucinante, já houve inúmeros atentador/ataques, mortes importantes e dramáticas na narrativa, tanto do lado dos vilões quanto dos mocinhos. Importante notar também o enfoque na violência utilizada por Jack durante toda a série, Jack é a todo momento questionado pelos demais personagens, principalmente, pelos agente do FBI, sobre sua postura frente às torturas que realiza (o que levanta uma discussão bastante importante, lembrem que a série já virou polêmica em virtude de deflagrar este “método” de tomar depoimentos de, até então, possíveis inocentes).

Então aproveitem este momento “Fênix”, ressurgindo no marasmo da temporada atual, da série 24 Horas, uma das melhores supresas deste mid season americano! Abaixo um preview do início da temporada:

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