Estreias da Semana – 22/11/2018

Cinema quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Infiltrado na Klan (Blackkklansman)
Com: John David Washington, Adam Driver, Laura Harrier, Alec Baldwin e Topher Grace
Ron Stallworth é um policial do Colorado que se infiltra na Ku Klux Klan local. O que não parece grande coisa, até você saber que ele é negro. Como ele fez isso, você deve estar se perguntando. Bom, ele se comunicava por telefonemas e cartas, e quando precisava estar presente, enviava um policial branco em seu lugar. Depois de meses, ele inclusive se torna o líder da seita, evitando uma série de linchamentos e outros crimes de ódio.
Isso sim é uma história que vale a pena assistir, mesmo que “baseado em fatos reais” não seja totalmente realista.

Refém do Jogo (Final Score)
Com: Dave Bautista e Pierce Brosnan
No meio de uma final de campeonato, um grupo de meliantes sequestra o estádio, lotado até a tampa, e mantém as pessoas lá dentro através de violência [CÊ JURA?]. É nessa hora que o cara que serviu numa unidade de elite militar vai usar seus conhecimentos pra salvar a galera, inclusive sua sobrinha que tá no meio do rolo.
Olha, é bom ver um filme de ação com alguém que não tem 60 anos como protagonista, pra variar.

Parque do Inferno (Hell Fest)
Com: Amy Forsyth, Reign Edwards e Bex Taylor-Klaus
Num parque de diversões temático, um grupo de amigos é perseguido por um assassino mascarado. Mas ninguém parece se importar, já que é Halloween, e o público tá achando que é uma atração, e ignora os pedidos de socorro do grupo.
MEO, ISSO É MUITO BLÉQUI MIRROR! Sério, parece um episódio da série, só que ruim.

O Segredo de Davi
Com: Nicolas Prattes, Neusa Maria Faro, Eucir de Souza, Tuna Dwek, Guilherme Rodio e João Côrtes
Estudante de cinema, Davi tem um segredo que carrega consigo desde que saiu do orfanato em que passou a infância: Ele é um serial killer que está famoso por filmar suas vítimas e divulgar os filmes na internet. Porém, a cada vídeo que ele lança, seu segredo fica mais ameaçado.
Taí um filme brasileiro que, mesmo que possa não ter sido executado muito bem, tem uma ideia mais bacana que a média.

Sequestro Relâmpago
Com: Marina Ruy Barbosa, Daniel Rocha, Tess Amorim, Sidney Santiago e João Signorelli
Saíndo de um bar, Isabel é rendida por Japonês, que lhe força a ir pra um caixa eletrônico. O problema é que o dito cujo [O caixa eletrônico] está quebrado, e Japonês percebe que não irá conseguir encontrar outro funcionando e aberto, então ele tem de ver o que vai fazer com ela.
Mas essa menina Marina Ruy Barbosa tá em tudo quanto é filme agora, gente. Deve tá ganhando muita grana pra fazer essas bostas.

A Voz do Silêncio
Com: Marieta Severo, Stephanie de Jongh, Arlindo Lopes e Ricardo Merkin
Sete pessoas comuns, pelo menos à primeira vista, seguem suas vidas tentando encontrar satisfação pessoal no que fazem. Mas, como não poderia deixar de ser, suas existências estão interlaçadas pelo modo como orientam suas vidas.
Isso tem cara de ser adaptação de livro de auto-ajuda. Pior que livro de auto-ajuda só filme de auto-ajuda.

O Colar de Coralina
Com: Letícia Sabatella, Rebeca Vasconcelos e Maria Coeli
Considerada feia, frágil e desajeitada, Aninha era oprimida por todos os lados. Na amarelinha ela encontrou um jeito de superar os próprios limites, e um lugar feliz pra fugir do meio opressivo em que vivia. Na vida adulta, ela relembra sua infância através do prato azul-pombinho, único sobrevivente de uma coleção de noventa e duas peças que pertenceu à sua bisavó Antônia. Com 50 anos, assumiu de uma vez por todas o pseudônimo que escolheu para si: Cora Coralina.
Olha, a vida e obra da pessoa pode ter sido muito bacana, mas esse filme não parece fazer jus. Ou o filme só reflete uma vida que não foi lá essas coisas. O que importa é: Esse filme tem cara de ser uma bosta.

Po (A Boy Called Po)
Com: Julian Feder e Christopher Gorham
Depois que a esposa de David faleceu, ele ficou responsável pelo filho Patrick [Obviamente], que é autista. Patrick, que é extremamente inteligente, tem problemas para ser compreendido e aceito pelas pessoas ao seu redor, então ele prefere ficar longe da realidade, enquanto viaja por um universo de fantasia dentro da sua própria mente, onde se sente mais confortável. Enquanto cada um deles lida com suas dificuldades, David e Po, como Patrick prefere ser chamado, tem de lutar para lidar com a perda, e para se adaptar à essa situação.
Por mais que as pessoas tentem passar uma imagem de história única, esse tipo de filme sempre me parece repetitivo.

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