Estréias da semana – 18/02

Cinema quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

127 Horas (127 Hours)
Com: James Franco, Lizzy Caplan, Kate Mara, Amber Tamblyn, Clémence Poésy, Kate Burton, Darin Southam, Elizabeth Hales, Patrick Gibbs
Aron Ralston é um viciado em adrenalina que tem um probleminha e fica por 127 horas [Dã!] num buraco no meio das montanhas, sozinho, sem muita comida ou mesmo água. Durante essa provação, ele relembra da vida, do universo e tudo mais que fizeram com que ele chegasse à esse ponto. Depois disso, ele tem que… Opa, não vou falar não.
O filme é do caralho. Não tem o que dizer, do caralho é a descrição perfeita. Se você é fresco, nem vai ver. Frango.

Besouro Verde (The Green Hornet)
Com: Seth Rogen, Cameron Diaz, Jay Chou, Christoph Waltz, Michael Pena, Edward James Olmos, Tom Wilkinson
Britt Reid é um playboy salafrário que vive às custas do empério de comunicação do pai. Só que quando o véio bate as botas, Britt não faz ideia de como se dirige uma porra dessas, ele acaba se ligando à Kato, um ex-mecânico de seu pai, e ambos vão enfrentar o crime juntinhos. Só que eles esqueceram que a cidade tem um “dono”: Chudnofsky, e ele quer o Besouro esmagado.
O Alailson é chato. E o filme é bem mais legal do que ele diz, se você não for cricri.

Trabalho Interno (Inside Job)
Elenco: Matt Damon [Narração]
Documentário que mostra como e porque caralhos aquela crise de 2008 [Aquela que o Lula chamou de “marolinha”] aconteceu, e o quão revoltante é saber que os responsáveis não só não se foderam, como sairam lucrando. E muito.
Filme que dá vontade de socar metade dos entrevistados. E todos os FDPs que se recusaram a serem entrevistados.

Incêndios (Incendies)
Com: Lubna Azabal, Mélissa Désormeaux-Poulin, Maxim Gaudette, Rémy Girard, Allen Altman
Durante a leitura do testamento de Nawal, seus filhos gêmeos Simon e Jeanne descobrem que tem um irmão, e que seu pai está vivo, a despeito do que eles achavam. E a defunta ainda quer que os gêmeos achem os dois e entreguem uma carta pra cada um. Simon fica putinho e não quer, já Jeanne aceita a missão de sua mãe.
Dramalhão aparentemente ruim mexicano feito no Canadá. Isso é a globalização.

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