Estreias da Semana – 17/03/2016

Cinema quinta-feira, 17 de março de 2016

Zootopia: Essa Cidade é o Bicho (Zootopia)
Com: Jason Bateman, Ginnifer Goodwin, Alan Tudyk, Shakira e Katie Lowes
Zootopia é, além do nome do filme, uma cidade onde vários mamíferos convivem, cada um sendo o que quiser. Mas, como nada é perfeito, Judy Hopps não tem a vida fácil na força policial, cheia de animais grandes e fortes. Mas como ela quer provar seu valor a todo custo, irá se unir ao vigarista raposo Nick Wilde pra solucionar um caso.
Tão falando que é muito bom, que a Disney acertou de novo e tudo mais. Mas o que eu quero saber é: Se os animais antropomorfizados convivem todos juntos, isso significa que eles tem filho[te]s? É interracial ou zoofilia? Eu tenho probleminhas?

Ressurreição (Risen)
Com: Tom Felton, Joseph Fiennes, Cliff Curtis, Peter Firth, María Botto, Mish Boyko, Stephen Hagan e Frida Cauchi
Do outro lado da moeda, Clavius é um tribuno militar romano que, juntamente com seu assistente Lucius, tem de levantar o coelho de Jessus e ver o que caralhos aconteceu depois da crucificação, pra evitar que rumores de um messias se tornem uma revolta na cidade de Townsville Jerusalém.
Eu não queria meter spoiler em vocês, mas Jesus morre no final.

Mundo Cão
Com: Lázaro Ramos, Babu Santana, Adriana Esteves e Milhem Cortaz
Santana era só um cara trabalhando no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo, quando captura e abate um cachorro grande e com raiva [A doença, não o sentimento]. Dias depois, o dono do cachorro aparece procurando a criatura, e fica puto da cara quando descobre o que aconteceu, culpando Santana pela porra toda, e jurando vingança ao cara.
Filme de vingança geralmente funciona, mas isso é ridículo. E a trama se passa antes da aprovação de lei que proíbe sacrificar animais abandonados.

A Linguagem do Coração (Marie Heurtin)
Com: Isabelle Carré, Ariana Rivoire, Brigitte Catillon e Noemie Churlet
Nascida cega e surda, Marie Heurtin vivia em seu próprio mundo do final do século XIX na França. Devido à suas dificuldades comunicativas, foi enviada pelo pai à um convento que cuida de crianças surdas. E ela quase é recusada, já que a madre superiora não queria ter trabalho. Se não fosse a insistência da freira Marie Margueritte em dizer que poderia cuidar da criança, ela provavelmente teria ido pra outro lugar. Mas quem falou que ensinar essa pessoa a se virar no nosso mundo audiovisual foi fácil?
Se você acha que ser cego ou surdo é ruim, imagina ser ambos. E esse nome nacional querendo peidar na farofa é foda.

Cemitério do Esplendor (Rak ti Khon Kaen)
Com: Jenjira Pongpas, Banlop Lomnoi, Jarinpattra Rueangram e Sakda Kaewbuadee
Vinte e sete soldados tão com uma doença do sono que ninguém entende. Na tentativa de tratá-la, jogaram os cabras numa escola abandonada e um dos soldados, Itt, nunca recebe visitas. Mas é claro que isso atrai o interesse de uma voluntária tailandesa de meia-idade casada com um soldado americano aposentado.
Tem cara de que transmite a tal doença do sono pra quem assiste, mas nada confirmado ainda.

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