Estreias da semana – 17/01

Cinema quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Caminhando com Dinossauros (Walking with Dinosaurs 3D)
Com: Charlie Rowe e Angourie Rice
Uma experiência única de imersão, Caminhando com Dinossauros vai te levar pra passear na época em que os grandes lagartos dominavam a Terra, sem o perigo de se perder no século XIV, ou ser devorado por um triceratops renegado [Eu sei que os triceratops são herbívoros].
Dinossauros. Em 3D. Eu realmente não preciso falar mais nada.

Alabama Monroe (The Broken Circle Breakdown)
Com: Veerle Baetens, Johan Heldenbergh, Nell Cattrysse, Geert Van Rampelberg e Nils de Caster
Didier é um músico romântico, Elise é uma dona de estúdio de tatuagem mais pé no chão. E mesmo assim eles se apaixonam. E eles fazem muito sexo, e tem uma filha, Maybelle. O problema é que com seis anos de idade, uma doença maligna do mal vem puxar o pé de Maybelle, e a família perde o prumo.
Imagine um drama dramático, com pitadas de dramaticidade e um toque dramático. É o que me parece essa porra. O que não quer dizer que seja ruim.

Tarzan 3D: A Evolução da Lenda (Tarzan)
Com: Kellan Lutz, Spencer Locke, Andy Wareham, Anton Zetterholm, Brian Huskey, Christian Serritiello, Craig Garner, Edd Osmond, Jaime Ray Newman, Jo Osmond, Mark Deklin e Maximilian Allgeier
Remake do crássico do menino macaco, temos o acidente em que John Greysoke e sua esposa Alice morrem como uma queda de helicóptero, em que seu filho, John Jr., se virando no meio do mato. Ele é salvo por Kala, um primata maneiro, e é abrigado por um grupo de gorilas da montanha, se tornando um deles. E sem contato com humanos ele fica até os 14 anos, quando Jane e seu pai brotam no meio do mato. Ai, do nada, temos a notícia de que Clayton, um manda-chuva na Greystoke Industries, contratou Jan e e seu pai pra fazer alguma coisa que vai foder o ecossistema.
Resumidamente, transformaram a história do moleque criado por macacos num conto-ativismo pela natureza. Ah, o politicamente correto…

Muita Calma Nessa Hora 2
Com: Andréia Horta, Débora Lamm, Fernanda Souza, Gianne Albertoni, Laura Cardoso, Bruno Mazzeo, Marcelo Adnet, Débora Lamm Nelson Freitas, Maria Clara Gueiros, Rafael Infante, Alexandre Nero, Lucio Mauro Filho, Marco Luque, Marco Bravo, Luis Lobianco e Helio de La Pena
Três anos após a primeira bomba, Mari, Tita, Aninha e Estrella estão de volta ao Rio de Janeiro, onde se reencontram por conta de um festival de música que Mari tá organizando. Estrella voltou da Argentina, Aninha tá preocupada com o que uma vidente falou, e Tita acabou de voltar da Europa em busca de um trabalho como fotógrafa. E elas tem que lidar com Bruno Mazzeo e Marcelo Adnet. Vish.
Sério, essa bosta não fez o menor sentido pra mim. Mas o primeiro filme também não, então provavelmente ele se apoia no “grande elenco”.

A Grande Beleza (La Grande Bellezza)
Com: Toni Servillo, Carlo Verdone, Sabrina Ferilli, Carlo Buccirosso, Iaia Forte, Pamela Villoresi, Galatea Ranzi, Franco Graziosi, Sonia Gessner, Giorgio Pasotti, Massimo Popolizio, Serena Grandi, Ivan Franek, Roberto Herlitzka, Isabella Ferrari, Fanny Ardant e Antonello Venditti
Jap Gambardella, do alto de seus 65 anos, está refletindo sobre a vida, no verão romano. Seu último livro de sucesso, O Aparelho Humano, foi escrito décadas atrás, e ele basicamente colhe os louros desde então. Mas um amor de sua juventude muda sua forma de pensar e o motiva a voltar a escrever.
Filme italiano que parece francês. Não tem como prestar esse mimimi todo.

Feito Gente Grande (Du Vent Dans mes Mollets)
Com: Agnès Jaoui, Denis Podalydès e Isabelle Carré
Rachel se encontra no meio da relação desgastada dos pais, e ainda não entendeu completamente o convívio social da escola, do alto de seus 9 anos. Até o momento em que ela se conhece Valérie, uma colega de classe um pouco mais avançada nos conhecimentos da vida.
Considerando os meus conhecimentos do cinema francês, e que o filme está entre a comédia e o drama, eu só posso recomendar que você, querido leitor, se mantenha o mais afastado quanto possível desse filme.

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  • Marcos

    Só não concordo com a crítica ao gênero comédia dramática francesa. Intocáveis tá aí pra provar isso. A história é bonita e eu CHOREI de rir vendo esse filme.

  • Intocáveis pode ser a exceção que comprova a regra, não o contrário. Não vi, mas vi várias outras “comédias” dramáticas francesas, e todas ainda me doem a mente.

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