Estreias da Semana – 12/03/2015

Cinema quinta-feira, 12 de Março de 2015

Golpe Duplo (Focus)
Com: Will Smith, Margot Robbie, Rodrigo Santoro, B.D. Wong, Gerald McRaney, Adrian Martinez, Dominic Fumusa e Joe Chrest
Nicky é um malandro, golpista profissional mesmo, que começa a treinar uma novata, Jess. Com [Ou graças a] isso, eles acabam se apaixonando. Mas mentir e amor não dá certo, então ele dá um pé na bunda dela. Só que Jess volta pra vida dele três anos depois, e dá merda.
Filme do Will Smith sem o filho do Will Smith tende a ser maneiro. Não espetacular, mas maneiro.

Para Sempre Alice (Still Alice)
Com: Julianne Moore, Kristen Stewart, Alec Baldwin, Kate Bosworth, Shane McRae, Hunter Parrish, Seth Gilliam e Victoria Cartagena
Alice Howland é uma professora de linguistica fodona, renomada e altamente condecorada [?]. O problema é que ela começa a esquecer palavras, se perder por Manhattan, essas coisas normais pra quem não tá legal. Diagnosticada com Alzheimer, seus relacionamentos familiares acabam afetados, de várias formas: Seu marido, John, se afasta; enquanto que sua filha caçula, Lydia, acaba se reaproximando.
A ironia é forte nesse um. E se não fosse a indicação pro Oscar, teria saído aqui mais cedo. Ou nem saído.

Dois Lados do Amor (The Disappearance of Eleanor Rigby: Them)
Com: James McAvoy, Jessica Chastain e Nina Arianda
Eleanor e Connor são um casal feliz. Exceto pelo fato de que Eleanor deixa o marido por conta de um acontecimento trágico, fazendo com que ela abandone inclusive a vida que levava. Enquanto isso, o maridão vai procurar ela e tentar entender o que se passou, enquanto ela tenta começar do zero.
Acho bacana como o título original, que era sobre a mina sumir, vira uma baboseira romantiquinha genérica. Mas ainda parece ruim.

Mortdecai – A Arte da Trapaça (Mortdecai)
Com: Johnny Depp, Gwyneth Paltrow, Ewan McGregor, Paul Bettany, Michael P. Byrne, Olivia Munn, Aubrey Plaza e Jeff Goldblum
Charles Mortdecai, negociador de arte, está em busca de um quadro roubado. Só porque no quadro está escondido um código que leva a um tesouro nazista. Porque raios ele é um trapaceiro por conta disso? Também não sei.
Lá vai o capitão Jack Sparrow fazer outro capitão Jack Sparrow sem ser um capitão Jack Sparrow.

O Amor é Estranho (Love is Strange)
Com: Alfred Molina, John Lithgow, Marisa Tomei, Cheyenne Jackson, Charlie Tahan, Christian Coulson, Sebastian La Cause e Manny Perez
Ben e George são casados tem quarenta anos. Não casados literalmente, mas estão juntos. Quando resolve oficializar, George acaba perdendo o emprego, porque o mundo é uma merda. Sem grana, eles tem de viver separados até venderem a casa e comprarem outra mais barata. E, como não poderia deixar de ser, a convivência dos dois morando em casas separadas acaba desgastando ambos os dois.
Se fosse um casal convencional, seria uma comédia romântica bem xexelenta. Mas parece ser um daqueles filmes que faz você pensar em coisas que não pensa sempre.

O Sétimo Filho (The Seventh Son)
Com: Jeff Bridges, Julianne Moore, Ben Barnes, Djimon Hounsou, Alicia Vikander, Antje Traue, Olivia Williams e Kit Harington
John Gregory, sétimo filho de um sétimo filho, protetor espirituala de uma cidade em pleno século XVIII. Espiritual porque evita que maus espíritos se estabeleçam no lugar. Mas como ele já não tá mais na flor da idade, e suas tentativas de descolar um sucessor não foram muito frutíferas, ele vai despejar suas esperanças em Thomas Ward, filho de um fazendeiro local. E já começa com pedrada: Mãe Malkin, uma poderosa bruxa, fugiu da sua prisão quando Gregory não estava na cidade.
Jeff Bridges e Julianne Moore também tem que pagar as contas, gente. Oscar não dá tanto dinheiro assim.

Meu Nome é Paulo (My Name Is Paul)
Com: Andrew Roth, Elijah Chester, Michael Joiner, Patrick G. Keenan, Shannen Fields e Bonnie Johnson
Paulo é um sobrevivente de um apocalipse qualquer ae, mas está cheio de ódio, e não hesita em encontrar e eliminar os seguidores de um movimento chamado Caminho, que é liderado por Pedro. Paulo, no entanto, após sofrer um terrível acidente, sobrevive graças à um milagre, que faz com que ele repense tudo que sabe, sobre si e sobre o mundo, fazendo-o entrar numa jornada de aprendizado sobre a vida e o amor.
Rapaz, que safadeza esse filme claramente inspirado na história do Paulo bíblico, mas “repaginado”. ASSUMA TUAS ORIGENS, HOMEM FILME!

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  • Fabio Negro

    Com este já é o quinto filme ruim do Will Smith em seqüência.
    Duvido que qualquer ato humano possa tirá-lo da decadência profissional.

    (apostando no retorno do Fresh Prince lá por 2022)

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