Estreias da semana – 10/01

Cinema quinta-feira, 09 de janeiro de 2014

Ninfomaníaca (Nymphomaniac)
Com: Charlotte Gainsbourg, Stellan Skarsgård, Stacy Martin, Shia LaBeouf , Jamie Bell, Christian Slater, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesper Christensen, Jens Albinus, Nicolas Bro, Uma Thurman e Caroline Goodall
Joe foi encontrada num beco, toda arrebentada de porrada e meio grogue, por Seligman, um senhor solteiro. Ele a leva para seu apartamento pra cuidar das feridas dela, pensando como pode ter tudo ido pra merda desse jeito. É ai que ela conta a sua história, do nascimento até os 50 anos, em oito capítulos recheados de sexo e putaria.
Eu não sei se é um pornô com roteiro ou se é tipo as gordas do Twitter que ficam falando de sexo mas não manjam nada. Em qualquer um dos casos, me parece muito hype pra pouco motivo.

Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal (Paranormal Activity: The Marked Ones)
Com: Carlos Pratts, Richard Cabral, Eddie J. Fernandez, Jorge Diaz, David Fernandez Jr., Kimberly Ables Jindra, Hector Luis Bustamante, Julian Works, David Saucedo, Tonja Kahlens e Crystal Santos
Dessa vez, quem mexeu com os spríto errado foi Jesse, que é latino [Entenda-se “chicano”], adolescente e mora na área pobre de Los Angeles. Se bem que ele não mexeu com merda nenhuma, ele só acordou um dia com uma marca esquisita e começou a ser avacalhado pelos demônho.
Caralho, não bastava a série principal, tinham que fazer um spin-off pro mercado latino, baseado num esterótipo? Cês são foda, Hollywood.

De Repente Pai (Delivery Man)
Com: Vince Vaughn, Chris Pratt, Cobie Smulders, Jack Reynor, Bobby Moynihan, Erin Gerasimovich, Ben Bailey, Camille Kitt e Simon Delaney
Imagina que, depois de anos vendendo seu esperma pra clínicas de fertilização e bancos de esperma e essas paradas, você descobre que tem 533 filhos. Isso, quinhentos e trinta e três, não foi erro de digitação. Ai uma quantidade considerável dessa filharada vai atrás de você, e você tem que decidir se assume esse bando de moleque ou se é inteligente. Parabéns, cê é um roteirista dos filmes do Vince Vaughn.
Um filho do esperma que você vendeu vir atrás de você é igual vender um rim no mercado negro e o cara que comprou vir querendo ser seu parente. Não, cara. Tá errado issae.

Ajuste de Contas (Grudge Match)
Com: Robert De Niro, Sylvester Stallone, Kim Basinger, Alan Arkin, Jon Bernthal, Kevin Hart, Nicole Andrews, Paul Ben-Victor, Griff Furst, Mykel Shannon Jenkins e Judd Lormand
Henry “Razor” Sharp e Billy “The Kid” McDonnen são dois lutadores de boxe com forte rivalidade, devido a ambos serem de Pittsburg [Não confundir com o cachorro, pitbull]. No auge, eles se enfrentaram duas vezes, com uma vitória pra cada lado; até que em 1983, pouco antes da terceira luta, que iria definir quem é o melhor, Razor pediu as contas e jogou a toalha, sem motivo aparente, cagando em ambas carreiras. Trinta anos depois, Dante Slate Jr., um promotor de lutas, vê uma oportunidade de lucro fácil e monta o circo pra definir de uma vez por todas essa porra.
Filmes de boxe são legais, filmes de boxe com o Stallone são muito legais, filmes de boxe com o De Niro são FODA. Mas, por algum motivo, eu não consigo levar esse filme a sério.

Confissões de Adolescente
Com: Sophia Abrahão, Bella Camero, Malu Rodrigues, Clara Tiezzi, Cassio Gabus Mendes, Olivia Torres, Tammy di Calafiori, Hugo Bonemer, Christian Monassa, Guilherme Prates, João Fernandes, Bruno Jablonski, Anna Rita Cerqueira, Eduardo Melo, Maria Mariana, Daniele Valente, Deborah Secco, Georgiana Góes, Thiago Lacerda, Caio Castro, Gabriel Totoro e Cintia Rosa
Filme baseado na série, que foi baseada na peça de teatro, que foi baseada no livro, que foi inspirado nos diários de Maria Mariana. Contando a história de quatro irmãs adolescentes e seus ritos de passagem, e todas essas paradas que todo mundo passa nessa época, em maior ou menor grau.
De verdade, eu só lembro da Deborah Secco mais magra que tudo, mas a série era maneira. O filme deve seguir essa ideia, mais ou menos.

Pelos Olhos de Maisie (What Maisie Knew)
Com: Julianne Moore, Onata Aprile, Alexander Skarsgård, Steve Coogan, Joanna Vanderham e Emma Holzer
Maisie, de sete anos, tá tentando entender a vida. O problema é que a vida dela, atualmente, é o divórcio dos pais: Susanna, uma estrela do rock e Beale, um galerista fodão. E ela no meio, atualmente a única ligação entre eles.
Cara, eu não consigo imaginar a Julianne Moore como rockstar. Eu acho que peguei uma sinopse errada, mas tem cara de ser um filme fofinho.

A Música Nunca Parou (The Music Never Stopped)
Com: J.K. Simmons, Julia Ormond, Mía Maestro, Lou Taylor Pucci, Tammy Blanchard, Cara Seymour, Scott Adsit e Max Antisell
Henry é o pai de Gabriel. Eles tem ideias opostas em relação à música, política e Guerra do Vietnã. Gabriel, como bom hippie, se afundou em contracultura depois de brigar com o velho. Vinte anos depois, ele é encontrado perambulando pelas ruas de Nova Iorque feito um mendigo. Devido à um tumor cerebral na cabeça, o rapaz está de miolo mole, e pra ele passado, presente e futuro são tudo uma coisa só e precisa de cirurgia imediata. É ai que Henry vai pesquisar sobre danos cerebrais, e descobre dra. Dianne Daly, uma musicoterapeuta que teve grandes avanços com vítimas de tumores tratadas com a ajuda de música, e Gabriel não foge a regra, respondendo a música da época psicodélica, principalmente Grateful Dead. Henry não suporta rock, mas acaba se metendo no meio das bandas que o filho gosta pra animá-lo, e acaba formando um vínculo verdadeiro com o filho que ele achou ter perdido.
Pô, taí uma coisa maneira, música unindo as pessoas e melhorando a saúde do povo. Mesmo que seja música ruim, tipo Beatles.

Virgínia (Twixt)
Com: Val Kilmer, Elle Fanning, Joanne Whalley, Bruce Dern, Ben Chaplin, Don Novello, David Paymer, Alden Ehrenreich, Lisa Biales, Anthony Fusco, Ryan Simpkins, Lucas Rice Jordan, Bruce A. Miroglio e Tom Waits
Cumprindo agenda da turnê de seu livro numa cidadezinha de interior, um escritor em fim de carreira acaba se enrolando no mistério do assassinato de uma jovem. Eis que, num sonho, uma fantasma chamada V chega nele e entrega uma história de mão beijada pro cara, que não sabe muito bem qual a ligação de V com o assassinato, mas não tá ligando muito. Ao término da história, ele se dá conta de que tem mais a ver com sua vida do que ele teria pensado.
Olha, o Val Kilmer não é lá grande coisa faz tempo, mas dessa vez deu até dó do que o cara tá fazendo pra pagar as contas.

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  • Júlio Raphael

    “muito hype pra pouco motivo” parece definir bem essa tal Ninfomaníaca. As pseudo-cults/vadias e as mal-comidas/pseudo taradas do facebook não conseguem parar de falar nisso, então não pode ser boa coisa. Quer ver putaria? Xvideos tá aí.

  • Biianca

    Esse último aí me lembra um Alan Wake (isso mesmo, o jogo. Ou melhor, a história do jogo) ruim.

  • Matuhatim

    O charlatão que mais enganou trouxas, senhor dos pseudointelectuais, volta com mais um filme sem porra nenhuma a não ser sexo ou violência (ou os dois juntos, sei lá).
    As Sete Bocas de Luana e melhor que essa merda de Nifomaniaca ae…

  • FooFighter

    Ah não, não perco mais tempo com Lars Von Trier… tomanocu.
    Primeiro que olhei (Dogville) já achei uma forçação… se é pra fazer teatro, faz no teatro… experimental e ruim demais. Mas pensei “tá, talvez o problema seja eu”.
    Aí olhei Anticristo, e além de me expor desnecessariamente a piça do Dafoe, sério cara, que filme mais merda. E nego ainda perde tempo tentando captar as “mensagens” do filme nas coisas e teorias mais absurdas possíveis.
    Filminhos que começa do nada e chegam a lugar algum.

  • FooFighter

    exatamente

  • FooFighter

    E quando vi propaganda desse “Ajuste de Contas”, achei que tinha enlouquecido, pois parecia uma comédia paródia de Rocky estrelado pelo próprio Stallone… aí que vi o De Niro e imaginei que fosse outra coisa…

  • Sabe o que é pior, cara? É uma comédia.

  • FooFighter

    Eu tô ligado, mas na primeira batida de olho eu achei que era algo mais bizarro, uma paródia de si mesmo…

  • Eu, de primeira, achei que era um filme sério.

  • Arthur Arantes Souza

    A música nunca parou já foi lançado lá fora. Em 2011.

  • O problema é que esse tipo de coisa é a regra, não a exceção.

  • Junior Garcia

    hahaha, que coisa .. uma menina comparando histórias de jogos com a historia de um filme , que coisa rara :P

  • Júlio Raphael

    Como assim parecia? Não é uma paródia de Rocky estrelada pelo Stallone?

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