Especial The Walking Dead #03 – Lori

Televisão quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sabe, eu só notei agora, mas não seria legal se Resident Evil também tivesse uma adaptação legal como The Walking Dead? Ok, eu tô chutando que a série vai ser legal – e ela vai ser, ou o pau vai comer solto -, mas é triste ver ideias geniais serem estragadas por diretores ruins, ou roteristas meia boca. Pra cês terem uma ideia, nem o filme em animação que a Capcom lançou, o Degeneration, salvou. Tá certo que a parte do aeroporto é legal, mas… É o que, 10% do filme? Se foder, isso não compensa o resto. Aposto que eles nem usaram uma escola de zumbis.

E bora pro terceiro texto especial sobre a bagaça que tá pra estrear. CÉÉÉÉÉÉÉÉREEEEEBROOOOOOOS. De soja. Mentira, passa a picanha aí, vai.

Ah, Lori. Se você fosse gordinha, eu pegaria mais leve contigo. Afinal, é preciso muito talento pra resmungar e reclamar de todo mundo durante a história inteira. Se ela virasse zumbi, seria a primeira a ficar reclamando do humano a ser devorado. Se bem que isso é normal das mulheres de TPM, mas o problema é ser assim sempre. Eu não tô reclamando, afinal, toda história precisa de alguém chato pra criar um sentimento de “Tomara que essa vadia se foda. Lentamente”.

Então, cês lembram que o Rick tinha uma mulher que o abandonou durante a merda toda, certo? Então, essa é a Lori. Não que ela tenha ficado muito confortável com a situação, mas fazer o que, não é mesmo? Cê tem que pensar que é o seu que tá na reta, junto com o filho, o tal do Carl. E lá foi ela, abandonar o marido e, escoltada por Shane, procurou se abrigar em uma das grandes cidades, atraída pela promessa de comida, abrigo e internet pra conferir seu site de conteúdo preferido, o Acidez Mental. E eu não vou ser processado por isso. Espero.

Se pro Rick, que tava longe da família, viver cercado de zumbis é uma merda, pensa como deve ser pra uma mãe de família. Mãe, normalmente, é aquela pessoa que tem skill lvl 99 em maldição. Não adianta, se ela fala pra você levar uma jaqueta porque vai ficar frio, jogue sua dignidade fora e pegue a porra da jaqueta, a não ser que você queira pegar uma pneumonia pra provar algo. Imagine você, mãe de família que acessa esta merda, preocupada não com o crime, o tempo ou a umidade relativa do ar, mas sim com o bando de carniceiros que podem vir a devorar seu filho sem pedir permissão ou fazer um moonwalk. Não é a toa que Lori é estressada e pé atrás com tudo. Qual mãe não seria, não é verdade?

[SPOILER]

 Eu disse no texto anterior que a Lori tava a fim de dar. Shane, como todo bom cavalheiro, vai lá e faz o favor pra moça. O negócio é o seguinte: Quando Rick encontra a família, ela deixa Shane de lado. Afinal, ela pode ter abandonado o marido em meio a um apocalipse, mas ela ainda o ama, gente. Cês entendem. Eu também largaria todos vocês pra morrer, mas isso é outra história. O problema é que a nossa personagem favorita – por ser a única personagem até agora, por sinal – fica com um puta de um peso na consciência. E na barriga, também.

É, como se não bastasse ficar estressada com um filho só, Lori fica grávida durante o decorrer da história. Quem é o pai? Veja bem, não há mais teste de DNA no mundo, mas tudo da a entender que Shane é o pai. Uma maravilha, não precisava de mais nada. Fora isso, Lori também discorda de algumas decisões de Rick, como ensinar o filho mais velho e já nascido, Carl, a atirar com uma arma de fogo, coisa que se torna bem valiosa, já que em meio a um ataque de uma manada, Lori deixa a arma cair e é salva pelo filho e sua boa e velha Glock.

Na verdade, eu poderia continuar até o final da história dela, mas não farei porque eu não tô com saco. E aqui é spoiler, não mega-spoiler. Cês deveriam começar a assistir à série, antes de mais nada, pra concordar ou discordar de mim. Eu acho ela uma das personagens mais chatas. E ela não é gordinha. Não dá pra confiar.

[/SPOILER]

Mulheres sangram todo o mês e não morrem. Porra, cês do cromossomo XX que são zumbis, se foder. Sabe como é que é, próximo texto encerra a reunião familiar desses putos. Ou seja: Bora falar do Carl, o pequeno capeta que pensa que é caubói. E ele é mais macho do que grande parte dos leitores deste site, aliás.

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