E esse final da 1° temporada de Agentes da S.H.I.E.L.D, hein?

Televisão sexta-feira, 16 de maio de 2014

E acabou. Foi uma longa caminhada desde o primeiro episódio, onde a maioria dos fãs iludidos esperavam grandes participações de personagens de 2° da Marvel, até nos acostumarmos com os personagens originais desenvolvidos para a série e as leves referências sobre o universo Marvel que cabiam aos roteiristas da série. Agentes da S.H.I.E.L.D. foi definitivamente a coisa produzida pela Marvel mais difícil de engolir desde o filme do Thor. Porém, para a alegria dos pacientes, a série surpreendeu. Claro que muito disso foi devido ao roteiro de Capitão América – O Soldado Invernal, mas ainda assim, a série foi foda e serviu pra explicar muita coisa que a galerinha que não assistiu pode ficar boiando nos futuros filmes da Marvel. E não, eu não vou ficar falando de Arrow, já que as duas séries são completamente diferentes. Uma é sobre um super herói e a outra é sobre uma organização. Arrow é chata de qualquer jeito? É, mas não tem como comparar as duas.

A série acabou do mesmo jeito que sempre foi. Foda, porém não surpreendente. E isso serviu para deixar bem claro que Agentes da S.H.I.E.L.D. não é uma série de ação, mas sim uma série de espionagem. A forma como as coisas são resolvidas, inclusive com a derrota de Garret, que havia se tornado o pica das galáxias, sendo um Deathlock com Extremis e sangue Kree, deixou bem claro que ninguém é foda o suficiente e que sem a equipe completa nada seria possível. Quer dizer, Fitz-Simmons não estavam lá, mas tudo deve-se a coragem dos dois cientistas, que foram os responsáveis pelas lágrimas deste último episódio.

Além disso, tivemos a participação de Samuel L. Jackson como Nick Fury, que após um discussão feia com Coulson por causa de sua ressurreição, entrega uma “caixa de ferramentas” para o agente, o manda reconstruir a S.H.I.E.L.D. e o nomeia diretor da nova organização. E você aí, achando que uma segunda temporada de Agentes da S.H.I.E.L.D. não faria sentido. E tá achando que a reconstrução da organização foi o único cliffhanger para a segunda temporada da série? Não senhor. Tivemos a “aparição” do pai de Skye e um Coulson em transe talhando símbolos alienígenas na parede da nova base da equipe. E agora? E agora nós vamos teorizar, minha gente.

A equipe do agora Diretor Coulson é formada atualmente por Skye, Melinda “Cavalaria” May, Trip e Simmons. Pois bem, o grande drama de Skye será com seu mau interior, coisa que será melhor explicada quando seu pai for finalmente revelado. Simmons e Trip, que já demonstraram interesse um pelo outro, terão que esperar um pouco mais para poderem ficar juntos, já que Simmons estará ocupada com Fitz, que está com sequelas por ter ficado muito tempo sem oxigênio e que resolveu revelar seu amor platônico pela amiga. Enfim, triângulo amoroso pra compensar a possível ausência de Ward. Ou vocês acham que esta foi a última vez que vimos Ward na série?

Já na trama central, teremos os “surtos” de Coulson e já que a série deverá retornar na mesma época da estreia de Guardiões da Galáxia, o significado dos símbolos talhados na parede também deve vir a tona. Sem falar que reconstruir a S.H.I.E.L.D. e recapturar os criminosos que fugiram da Geladeira renderá muitas participações de personagens dos quadrinhos, coisa que a galera tanto reclamou na primeira parte desta temporada da série.

Bom, fazendo a pesagem final da série, Agentes da S.H.I.E.L.D. saiu-se bem. Não apenas garantiu uma segunda temporada como foi também responsável pela aprovação de um “spin off” da Agente Peggy Carter e das origens da S.H.I.E.L.D.. E eu só tenho a agradecer. VALEU MARVEL!

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