De bésti ófi tchu fauzand tchuélve: O ano em resumo

New Emo sexta-feira, 04 de janeiro de 2013

Ah, o final do ano. Não bastasse a insistência nas mesmas piadas que duram meses no Facebook, a quantidade de retrospectivas que pipocam por aí faz com que ninguém esqueça nadinha do que aconteceu. Acho que nem aquele alemão de 2m de altura e 22 cm de piroca chamado Alzheimer tem algum poder diante delas.

Mas o fato de ser um baita clichê não significa que vocês se verão livres de mais uma! Só que essa aqui veio mais tarde, afinal, retrospectivas no FIM do ano são mainstream demais! Cês vão ler agora, exclusivamente aqui no Bacon, como foi o ano pra tia música! Wow!

Hipster power!

Artistas independentes

Aparentemente, câmera HD virou brinde no McLanche Feliz. Uma música pop de algum cantor badalado, um filtrozinho na imagem e um microfonezinho marromeno já bastavam pra alçar o ÇUÇEÇO youtubiano. Virou febre ser famoso na internerd. Eu nem imaginava que existissem tantos jovens artistas pelo mundo, todos anônimos e incompreendidos.

 Também tivemos o pior clima desde a era glacial. As pessoas sentiam necessidade de cachecol até no verão!

E me sinto no dever de acrescentar que quando o cantor era muito jovem, então, a comoção era maior ainda. Aliás, não só na música, mas esse foi o ano das crianças bonitinhas.

Apesar do meu tom de reclamação, eu também acho legal pra caralhas ver o surgimento de tantos novos talentos Q. É óbvio que volta e meia dava pra encontrar um artista maneiro. O problema mesmo foi o abuso da mesma fórmula, da coisinha calminha e acústica. O mesmo clima vintage em todos os vídeos. No final, o tal fenômeno, o boom de gente talentosa, foi bem repetitivo. Mesmo aqueles que se arriscavam em projetos ousados não eram exatamente originais.

Engraçado ver como até o criativo era apenas cópia.

Quens fizeram: Boyce Avenue, Christina Grimmie, Vazques Sounds

Músicas meméticas e suas respectivas dancinhas!

Tá pra vir outro ano em que haja tanta música-meme como esse. Somebody I Used To Know, Call Me Maybe e Party Rock Anthem são exemplos. Seja na rádio, seja nos chans da vida, não há uma pessoa que não as tenha conhecido. Todo mês surgia uma coreografia especial, ou letra que todo mundo parodiava. Ou remixes engraçadinhos! Aliás, houve uma, em especial, que ficou tão famosa, mas tão famosa, que merece um parágrafo próprio mais pra baixo.

 Kinda like that.

O fenômeno teve expoentes até em terras tupiniquins! A única diferença é que, aqui, não tinha nenhum artista talentoso por trás! Fazia sucesso mesmo só aquele jeitinho que só o brasileiro tem de fazer vergonha. Para Nooooooooooooooooooooooowsa Alegria, digo, tristeza.

Não importa o quanto babaca isso vai soar, mas se você não rebolou até o chão esse ano, nunca mais vai rebolar.

Até o funk carioca se meteu (Heh) no meio, com o chamei ela de gostosa e ela respondeu assim: I got a feeling too.

E não me perguntem por que eu conheço isso. Sério. Não.

Quens fizeram: Carly Jae Repson, Gotye, Camaro Amarelo

Shows de talentos e gente sofrida!

Nem o finado Ídolos, do SBT, gerou tantos fãs desse tipo de programa. Era nego torcendo pra lá e pra cá, fosse pro Britain Got Talent ou pro The Vergonha Voice Brasil cláudia leite, exploda, pfv. Minha timeline tava sempre lotada em dia de final! Santa modinha, Bátima!

E o mais interessante era o padrão de queridinhos pelo público (Aka: Os que perdiam a competição). A maioria das pessoas que faziam mais sucesso eram aquelas sofridas, tadinhas. A galerinha estranha, sem amigos, do tipo que não faria piada com a Demi Lovato.

É. Eu também achei uma merda, mas a galera emocionou, né. Aliás, por que a Demizinha quer tanto ser… Branca, hein? E o papo sobre ser você mesma? Enganadora de meia tigela!

Gangnam Style!

Preciso falar mais? Não, né, você sabe a letra, sabe dançar, sabe o significado do vídeo e já até ouviu a versão do Latrina Latino.

 Psy e um meme que já deu nas bolas.

Bom, acho que ninguém ficou surpreso por todas as modinhas terem saído da internet. E o que será que isso singifica? Que estamos vivendo numa nova era, revolucionando os meios de comunicação? Nah. Significa que cês são tudo um bando de sem vida social.

Saiam mais, galerinha.

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