Cozinhando os programas culinários: Hell’s Kitchen

Televisão sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

É isso aí, macacada. Cá estou eu, penetrando em áreas que não me pertencem – desta vez sobrou pro Bolinha (Tá na hora de entrar na linha) me aguentar profanando as maiores besteiras do mundo e além. Mas isso é mentira, afinal, eu tô aqui pra falar de comida. E, convenhamos, nada é melhor do que uma comida bem apetitosa (Façam vocês a piada, fazendo favor). O foda é que tem muita gente que tem preconceito com programas sobre culinária que passam na tv. E eu dou razão; tem muita merda sendo exibida por aí – a dica é fugir de estrangeiros que vieram viver no Brasil e ficam só falando de receitas, com um sotaque irritante. Sim, fujam deles. Se falarem pra colocar manjericão, então, tratem de matá-los. Ninguém curte manjericão, porra.

Mas o que eu vim fazer aqui, vocês perguntam. A resposta é simples: Eu vim encher o saco de vocês mostrar que séries com essa temática podem ser do caralho, véis. E a bola da vez é Hell’s Kitchen.

Eu preferi começar com essa série por um motivo – que quem já assiste provavelmente deve saber: Ela mostra que cozinhar não é coisa de tanga. Quem aguenta a pressão em um restaurante, quando uma tonelada de pedidos se acumulam e os clientes ficam famintos tem que ser um buda. Ou alguém que xinga muito os incompetentes que fazem corpo mole. Pra nossa sorte, Gordon Ramsay, o carrasco da bagaça, não é buda (Amém) – é, entretanto, um dos maiores chefes de cozinha da atualidade, com restaurantes ao redor do mundo e um monte de prêmios nas costas. Mas eu não vou ficar falando do sucesso dos outros porque é… Chato.

Hell’s Kitchen tem a versão britânica e a americana. Eu prefiro a americana (O esquema dos episódios é igual), que faz mais sucesso, inclusive. E funciona assim: Chefes de cozinha são escolhidos para atuarem como cozinheiros em um restaurante – onde eles vivem durante as semanas em que o programa se desenrola. Uma espécie de Big Brother, só que decente. Nesse período, os chefes são divididos em dois times e devem participar de desafios – que envolvem prêmios como jantares, almoços e castigos como preparar a cozinha pros dois lados. Ao final de cada episódio, um serviço de jantar se passa e, com isso, um time vence e o outro perde (Lógico). O time que perde deve indicar quem teve o pior desempenho para ser eliminado da competição, e por aí vai, até só restarem dois chefes para a final – e, na final, eles devem elaborar um cardápio próprio e comandar a cozinha, que é composta por ex-participantes. Entenderam o espírito da coisa, né?

O grande lance do negócio é que quem vai pra lá acha que sabe cozinhar. Afinal, pra ter um emprego no ramo, o mínimo que você precisa é saber como cozinhar. Só que a maioria deles comete erros que nem vocês, leitores, cometeriam, deixando Ramsay puto. E é aí que a diversão começa, já que nem ele nem os chefes assistentes se seguram pra xingar quem faz cagada e atrasa o serviço das cozinhas.

 Issaqui é merda. MERDA!

Mas é claro que o show não fica só no clima de sangue. Acontecem algumas coisas divertidas – especialmente durante os desafios, ou mesmo durante os serviços, no salão do restaurante. Aliás, como é um reality show, as pessoas que vão jantar são pessoas comuns, em sua grande maioria – de vez em quando aparece alguma estrela convidada. De vez em quando -, com fome. E pessoas com fome não fazem as coisas pensando, principalmente em rede nacional, tipo ir discutir com o chefe do restaurante. E eu agradeço por isso. Quem mais me faria rir, porra?

E, convenhamos, a mulher-cachorro tem uma cara de dedo no cu, hein. Mas é sobre isso que se trata a CULINÁRIA. Diversão, claro. Não dedos no cu, como vocês devem ter pensado. Se for pra eu assistir algo que me dê fome, que seja algo que me faça rir dos outros, pelo menos. E por falar nisso, tão dando um jeito de gravar a nona temporada agora. Quando vai ao ar ninguém sabe, mas vocês podem se divertirem com oito temporadas até lá (Isso pra quem tem hábito de ver seriados na internet. Na tv a série se encontra na sexta temporada, exibida pela GNT e Liv. Canais pagos só pra vocês, burgueses). E lembrem-se: Se você não sabe xingar, não sabe cozinhar.

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  • dark side

    Hell’s kitchen é como um BBB descente aushaushauhsasa
    um tempo atrás na Ana Maria Braga (aff)tinha uma parada parecida,de duas equipes de cozinheiros que duelavam e tal e cada semana acho era um eliminado.Isso ai é o plágio mal feito brasileiro

  • ELIAS.HONORIO

    GOSTARIA DE PARTICAPAR DESTA COSINHA FASER ESSAS COMIDAS

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