A religião profanada dos games

Games quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Muito tempo atrás, num reino muito distante, o nosso amigo Atillah falou de um jogo BEM pequeno e totalmente DEPRESSIVO e reflexivo, que eu acho que todo aqui já jogaram chamado Passage. Se você ainda não jogou o “game”, que é ridiculamente minúsculo e totalmente pixelado, clique aqui pra ver o texto do Atillah e baixe/jogue a parada, é muito foda.

Agora vamos falar da mais nova “invenção” de do filho da puta que criou esse jogo, um safado chamado Jason Rohrer, que é programador, escritor, músico e game design, além de ter criado o que eu considero duas das coisas mais bizarras e sérias no mundo dos vídeo games.

Agora vamos falar um pouco sobre Chain World, de forma bem resumida eu diria, porque tô com sono pra caralho pra escrever muita coisa pra vocês e sei que cês são muito preguiçosos pra ler um texto grande. Chain World foi o jogo que fez o tal do Jason vencer o Game Developers Conference (Clica no link, não vou explicar) o tema da coisa era algo em torno de religião e vídeo games, aí vem a ideia do cara:

O cara é ateu, então a inspiração dele veio toda de seu avô, prefeito de uma cidadezinha de interior que a família dele ainda visita para ver as obras que foram feitas pelo patriarca da família. Ele disse que somos como deuses, que deixamos nossas marcas no mundo e coisa do tipo, então resolveu criar um mod em Minecraft (Basicamente um jogo onde ele não precisa programar as fases, o jogo “se constrói sozinho”), colocou o game em um único pen drive, jogou até perder uma vez e passou o pen drive adiante. E junto com ele os seguintes mandamentos:

Não pode fazer marcações de texto no jogo.
Jogadores jogam até morrerem UMA vez.
Depois de morrer e ressurgir você deve sair do game
O game deve ser passado pra uma pessoa interessada nele que respeite as regras.

Obviamente não se pode fazer cópias do jogo nem sair divulgando vídeos dele por aí.
O problema foi que o primeiro cara que pegou o pen drive já descumpriu as regras (Não, ele não se chamava Adão), e fez um leilão com intuito de arrecadar grana para ajudar nas tragédias naturais do Japão, era época de tsunami por lá.

Várias questões surgem daí, será que está correto? Será que não? Que cê acha? O garoto que recebeu o jogo sofreu algumas represálias e tem até um vídeo do cara supostamente jogando o drive com o jogo em um vulcão ativo.

O paradeiro de Chain World agora é desconhecido e cabe a você, fiel, ter alguma fé que um dia possa encontrar com o “Santo Graal”.

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  • Gabriel

    Porra, Olaf! O texto acabou na metade!

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