A difícil vida dos gamers nos anos 90

Nerd-O-Matic quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

2007 foi um ano quente em termos de vídeo-games. E, na minha opinião, foi o período mais abundante em termos de ofertas de jogos e consoles realmente competitivos de toda a história dos jogos eletrônicos. É isso mesmo: estou dizendo que NUNCA ANTES nas nossas vidinhas modorrentas tivemos tanta coisa pra jogar.

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Essa era toda a minha coleção de jogos na década de 90

Acha exagero? Então veja só: nunca na história dos games tivemos cinco consoles simultaneamente competindo pau-a-pau pela sedução de potenciais jogadores. E cinco consoles realmente bons, com apoio de produtoras, oferta de jogos, vendas expressivas e fanboys ferrenhos defendendo suas preferências de todos os lados.

Claro que dois dos cinco consoles são portáteis, mas aí é que está o negócio: são dois portáteis tão bons que realmente competem com os três consoles de mesa. Isso é espetacular e acho que estamos vivendo um momento único; é uma época privilegiada para ser um jogador.

ás vezes fico lembrando da época “áurea” (saudosistas devem morrer) do Super Nintendo e do Mega Drive, na década de 90, quando ficávamos esperando meses pelo lançamento de um jogo novo, com o inevitável delay até que ele chegasse ás nossas locadoras brazucas. Porra, olha quantos anos passaram entre o lançamento de ActRaiser 1 e Actraiser 2, por exemplo. Você não sabe? Um foi lançado em 1990 e o outro quase em 1994. Quatro anos de espera entre um jogo bom e sua continuação, dá pra acreditar?

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Hoje em dia nós temos pelo menos quatro ou cinco expansões de The Sims, POR ANO. Até os jogos ruins como Cooking Mama têm continuação saindo em intervalos curtos, em multi-plataforma. Como as coisas mudam em pouco mais de uma década.

Que desgraça cara, nós éramos infelizes e não sabíamos; a gente simplesmente não tinha o que jogar. Hoje em dia são lançados jogos novos praticamente todo dia. É lógico que a maioria dos jogos é uma merda, mas mesmo assim, temos mais jogos bons do que conseguimos jogar. E isso foi uma mudança radical de tendência que não pode ser ignorada.

Eu realmente acho que esse é um dos motivos que causam a idolatria dos jogos antigos por alguns gamers mais saudosistas. Eu sempre insisto que os vídeo-games vêm melhorando e que os jogos bons de hoje em dia são melhores do que os jogos bons de antigamente. Mas entendo como alguns jogadores se prendem aos jogos de antes em detrimento dos jogos atuais, e vou explicar agora.

Suponha que você é um moleque vivendo na década de 90, como eu era. Vivendo no Brasil, sua oferta de consoles se resumia a Super Nintendo e Mega Drive. Claro, dizia-se que existiam outros consoles, que povoavam nosso imaginário, como o Jaguar e o Neo Geo. Mas isso era conto de fadas, eles nunca existiram de verdade; eram só montagens vagabundas feitas pela Ação Games e pela Gamepro, pra ter alguma coisa pra mostrar na revista, já que jogo que é bom não tinha. Tinha o primeiro Game Boy também, um “portátil” que era um trambolho, movido a quatro pilhas AA que não duravam nada, com jogos rudimentares em preto e branco que pareciam versões Atari EM PRETO E BRANCO de jogos do Nintendinho. Teh Horror!

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Meu primeiro Game Boy

Então, o guri que queria jogar tinha um Mega Drive ou um Super Nintendo, e como os jogos eram caros pra cacete (malditos cartuchos) a solução era alugar as fitinhas malditas, como única forma viável de se manter atualizado com os últimos lançamentos. Mas como a oferta era escassa e os cartuchos eram importados pelas locadoras, você precisava ficar na fila de reserva pra pegar os jogos mais novos, como Sonic 2 ou Street Fighter Turbo. Alguns jogos, aliás, NUNCA saíam da fila de reserva, porque nego simplesmente não parava de locar aquela merda. Era o caso de jogos mega-hiper-blaster como Contra, Teenage Mutant Ninja Turtles e outros jogos 2 player, que eram o must no fim-de-semana, pra jogar com os amigos e primos.

A espera e a dificuldade para se conseguir jogar o que você queria gerava uma sensação de vitória e conquista pelo simples fato de você conseguir botar a mão no cartucho algum dia. Ah, a alegria de jogar um jogo apenas 2 ou 3 meses depois do seu lançamento. Hoje em dia nego baixa o jogo, queima um dvd e já tá jogando a parada antes mesmo dele ser lançado oficialmente. Vocês que pegaram só da época do Playstation em diante, com a abundante oferta de cds piratas, nunca vão entender o sentimento de “conseguir pegar um jogo”.

Pois bem, voltando aos jogadores senis.

Como eu estava falando, simplesmente conseguir o jogo já era um tesão. Ficar com ele por dois ou três dias inteiros então – as promoções de fim de semana que as locadoras faziam – significava dedicar todas as suas horas que não envolviam comer, defecar ou respirar a ficar na frente da tv jogando até começar a lacrimejar e os dedos ficarem dormentes. Quer dizer, comer não entra nessa, porque eu comia enquanto jogava também. E hoje em dia eu jogo no banheiro… e ninguém realmente pára de respirar enquanto joga… ok, vocês entenderam, era só pra dar efeito dramático e deixar claro que a gente jogava pra caralho antes de ter que devolver o cartucho.

Então, dentro desse cenário de novela, pense nas emoções despertadas pelo simples ato de ficar jogando o joguim, de dedicar horas e horas seguidas ao cartucho que deverá ser devolvido em breve. É como se alguém trouxesse a Monica Belucci pra sua casa e te dissesse que você tinha apenas 40 minutos pra utilizar a moça; é óbvio que você não vai fazer mais nada a não ser passar todo o tempo possível com ela, e tirar fotos em ângulos bizarros e comprometedores pra mostrar pra geral depois. Aliás, o que mais tinha nas revistas da época eram fotos que a gurizada mandava pras revistas, mostrando seus high scores nos jogos. Adoro piadas involuntárias.

A dedicação aos jogos daquela época ficou gravada na mente e nos corações desses jogadores senis, que hoje simplesmente não conseguem se desvencilhar daquelas emoções de outrora. Como hoje é muito fácil conseguir jogos, caímos naquele velho chavão de que “não valorizamos o que conseguimos de forma fácil”. A comparação entre os jogos de antigamente e os jogos de hojemente fica prejudicada pela carga emocional deixada pela década de 90, e esses jogadores senis ficam falando merdas do tipo “Orra cara, Final Fantasy IV é o melhor Final Fantasy que a Square já lançou”.

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Melhor que Final Fantasy XII?

Ô. Podecrê.

Mas dá um desconto pro cara. Ele passou pela guerra que foram os anos 90. O cara é tipo um veterano do Vietnam que perdeu as pernas e voltou meio lesado devido ao alto consumo de ópio. Deixa o cara falando sozinho e vai jogar Bioshock.

Antes de comentar, tenha em mente que...

...os comentários são de responsabilidade de seus autores, e o Bacon Frito não se responsabiliza por nenhum deles. Se fode ae.

  • joao

    Bioshock e do mal veio…. mal dormi a noite depois de jogar aquilo =D

  • théo

    Porra, a emoção de conseguir o Star Fox na época que eu tinha um SNES foi sensacional. Tudo que eu tinha era os indispensáveis SMW, Top Gear 2 e um de futebol. Cara, eu vivia na casa do meu vizinho playboy já em meados dos meados dos anos 90, o puto tinha um mega drive, um snes, um master system (todos rodavam cd’s e cartuchos ou o dele era uma versão especial?) e, o ultra lançamento PS1. Quando eu consegui o meu, tinha 30 jogos logo no primeiro mês. Que saco.

  • tchunako

    quando eu tinha o SNES eu tinha Mario All stars e o SMW e corria pra alugar uns jogos novos numa locadora local…mas quando ela mostrou indicios de falencia começou a VENDER os jogos a preço de pilha usada ai minha coleção aumento muito e eu naum tive que lutar por mais nada =D depois do SNEs pulei pro PS2

  • Willian

    matou a pau,

    inesquecível as milhares de idas num sábado de manhã pra locadora, tentar pegar primeiro aquele jogaço que acabou de lançar, a hora que abria a porta da locadora, ja tinha 10 la dentro, era de quem achar primeiro a parada.

    tinha os mais playboys que já alugavam na sexta-feira a noite e/ou devolviam no sábado na última hora ou já emendava o fim de semana direto com a fita, era foda.

    bons tempos, não só pelos games, mas por toda a emoção de conseguir os jogos.

  • André

    Realmente a lembrança que fica dos jogos que você jogou nos anos 90 são ótimas, engraçado é tentar jogar o jogo de novo hoje em dia via emulador e pensar coisas do tipo “eu gostava dessa merda? meu deus..”, por isso desisti e resolvi preservar minhas ótimas lembranças. Só uma coisa, NEO GEO existia na época do SNES sim, perto de casa havia uma locadora que o dono era japônes e havia trazido o console diretamente de lá. Tinha um cartucho que era do tamanho do SNES (o console), gigantesco, o que impressionava ainda mais hehehhe. Eu lembro que eu matava aula pra jogar essa bagaça e era muito legal.

  • The Eldar

    caras, eu tinha um master system, meu vizinho tinha um mega-drive com sega-cd (claro, este ultimo depois de muuuuuuito tempo) e a gente sempre rachava o aluguel dos cartuchos, e alugamos muitas vezes o Street Fighter2, Quackshot (q tinha fases difíceis pra kct), Sonic 2 (já que ele tinha o Sonic1), TomCat Alley (simulador de voô), MonacoGP e a revolução dos jogos de futebo: o primeiro Fifa Soccer. Já meu primo tinha um nintendinho e depois um SNES, o q fez a gente se esbofetear muito pra decidir se íamos jogar Super Mario World ou Chrono Trigger… Fora os arcades da época, com Street fighter, Double Dragon (o de luta) e Rampage.

  • meu sistema era diferente na época dos cartuchos. eu só tinha um mega drive, e a única locadora que tinha alugava cartuchos a umka pequena fortuna na época. então, depois de quase ficar falido, consegui aprender a abrir os cartuchos sem estragar o selo de segurança,aquela fita que diziam ser inviolável, e que era a única proteção que eles tinham. eu e meu irmaõ então, iamos a lojas de eletrônica, pegávamos circuitos, cortávamos eles no formato de um cartucho, e o colocávamos dentro das fitas, ficando com o tão cobiçado jogo em mãos. depois de alugar todos os cartuchos que queria, parei de ir lá, afinal, não tinha mais motivo pra isso.
    agora, nem tenho video game pra fazer isso, mas me lembro da emoção que era entregar o cartucho, e ver se ele passava na inspeção do dono da locadora, era adrenalina pura. um dia, contarei essa história pra meus filhos, e eles perguntarão: “o que é um cartucho?”, e mostrarei a eles uma caixa de sapatos cheia de chips, de jogos que nem sei o nome mais…
    droga, lembrei demais de minha infância ¬¬

  • théo

    @santhyago
    Trate de escrever sobre isso. E sem SS é fake.

  • joao

    god bless the new age!!!!!!!!!!!!1111 ainda bem que nunca tive que passar por isso…meu primeiro console foi um psp1 que o meu pai me comprou….lembro que eu tinho mais de 100 jogos…..sendo que 70% estavam estragados/ou quebrados/ou o vendedor me deu um que não funciona/ etc..

  • Ah, o SNES, nossa, me lembro das gabiras que eu fazia pra jogar ActRaiser, TopGear3000, StarFox, SlamDunk, e muitos outros jogos que marcaram minha vida de gamer… até hoje eu acho que alguem devia fazer umacontinuação do TopGear 3000…

  • Lilhá

    Que desgraça cara, nós éramos infelizes e não sabíamos; a gente simplesmente não tinha o que jogar.

    Hahaha, na verdade eu me acho mais infeliz agora. Pois mesmo não tendo muito o que jogar naquela época, a variedade escassa e tal por tudo o que você escreveu, eu bem me lembro que já passei 14 horas na frente do Snes jogando DK2. Não conseguia passar um chefão nem a pau. Quase me mijei só pra não parar de jogar.

    Hoje, um puto de um Ogro acabou comigo no God of War e eu vim pra internet ler o walkthrough. Cuzona. E ainda aproveitei pra fazer xixi. Que infeliz.

    Veja, eu gosto da facilidade e dos jogos de hoje, até prefiro, mas não deixo de me sentir uma perdedora quando jogo Mortal Kombat no emulador com um .doc aberto com todos os golpes, em detrimento daquela folha de almaço cheia de pingos de gosrdura em que eu anotava tudo toscamente do meu jeito.

    E porra, eu me orgulho de ter isso: http://img444.imageshack.us/img444/6796/arytonid8.jpg

    Enfim, até hoje eu cogito a possibilidade de usar fralda geriátrica enquanto jogo vídeo game.

  • atillah

    “Quase me mijei só pra não parar de jogar.”

    Que droga cara. Por que minha coluna só atrai doente?

    Lilhá, além de velha nostálgica você é masoquista, pois liga sofrimento com diversão. Quantas e quantas vezes eu já fiz loas aos portáteis, que permitem a interação homem-vídeogame-privada de uma maneira nunca permitida anteriormente? Não é mais necessário sofrer pra jogar, e isso deveria ser bom.

    Mas não; nego gosta de sofrer. Nego acha gostoso. Nego lembra com alegria do perrengue de não poder salvar o jogo e ficar cego por não poder parar de jogar.

    Na boa, qualé a de vocês?

  • théo

    @atillah
    Mulheres desconhecem a função do “pause”, véi.

  • Leef

    HEauheuaheuahea eu tinha TREZE fitas de super nintendo véi.
    a unica pirata era SUPER MARIO WORLD, que alias ninguem tinha a original.

    a coleção incluia super street fighter 2
    Lamborghini
    Star Fox
    Rei Leão

    moh saudades do meu nintendo

  • Jean Carlos

    Hahahaha Eu só tinha Mario e mais uma fita que eu não me lembro, mas eu passava todos os fins de semana grudado na frente de video games pra zerar a tempo antes de entregar na segunda. lembro de uma vez eu fui pra fazenda onde meu vô morava num fim de semana. Aluguei 2 jogos e não botei a cara pra fora da casa só jogando. hahaha
    Minha infância é praticamente eu na frente de um video game…. isso doentio…..

  • llSENAll

    Bom veio eu não sei se mais alguem faz oque como eu mas que da um trabalho isso da pq eu conservo todos meus videos games (28 consoles de mesa e 5 portateis) funcionando e jogo todos de igual pra igual no fim de semana mesmo não passei nem perto do meu PS3 360 o WII fiquei foi no mega drive mesmo e tava bom demais e acreditem tem mais loco jogando comigo, mas voltando ao assunto pra mim não faz muita diferença jogar um ou outro não existe simplismente uma comparação cada caso é um caso eu não sei como voces conseguem comparar eu não estou discutindo graficos e essas coisas mas a emoção que cada console dava ao jogador em sua época emoção essa que é unica em relação a varidade de jogos hoje realmente os lançamentos são varios quase que diarios para um paro outro console o que não ocorria na decada passa mas em relação a pirataria de midias digitais que ocorre atualmente não posso me manifestar tendo em vista que sempre joguei jogos originais o que hoje em dia me leva a gastar uma quantia consideravel em jogos ja que tem muitos jogos sendo lançados rapidamente em um curto intervalo sem falar nos cartuchos que ainda faltam em meus consoles antigos e que me levam a disputar leiloes na net com caras que pagam uma nota por jogos raros sobre a questão da locação de games pra mim nunca foi nessesario mas mesmo com o console em casa e tendo na maioria das vezes mais jogos que as locadoras ou fliperamas ou sei como posso chamar aquele lugar onde se paga pra jogar por hora em um console eu adorava ir pra la i ficar jogando não me perguntem por que …
    Mas sobre dizer que hoje os videos games são melhores que antes eu que jogo todos ainda e sempre joguei e que não tive nenhuma influencia por espera de jogo ou espera por locadora ou influencia por preço de jogo não me atrevo a opinar não acho que alguem que so pegou uma época ou mesmo toda vidas dos games e que tenhas esse tipo e influencia esteja apto a apontar o dedo e julgar o melhor console, jogo ou época .

  • atillah

    @ ||SENA||:

    28 consoles?

    Caralho mano, eu falo que só vem lesado ler minha coluna.

    Bom, cara. Tu é muito mais louco por games do que eu, então realmente não sei o que discutir com você, a não ser concordar com suas opiniões e te parabenizar por abir mão totalmente da pontuação no seu texto. Recomendo que você também comente nos textos do Santhyago, ele vai te adorar.

  • Capitão Piratão

    EaheeahEHaeHAEHah puta que pariu, por que uns troços desses não apareceram ANTES de eu fazer o não-top 10 de logs?

  • llSENAll

    Sobre a pontuação e os acentos alguns eu axei nessa porra de teclado desconfigurado dessa lan eu fui configurar mas o acesso é bloqueado depois que eu religar a net em casa eu prometo que escrevo melhor valeu.
    Lan com teclado paraguaio e complicado ainda mais quando o cara que cuida da lan (o namorado da dona) não entende nada de PC….
    hahahhahahahahaha

  • llSENAll

    Se bem que eu podia seguir escrevendo assim sem acento e sem pontuaçao o que acha um amotinado da lingua portuguessa so pra dar mais um estilo sabe deixar uma marca vou pensar no assunto, oque acha?

  • atillah

    Você ainda usou uma vírgula e uma interrogação. Mas não sei, deixa eu tentar:

    Bom cara voce falou na palavra magica pra mim amotinado motim sempre foi uma boa maneira de comecar uma revolucao a gente com certeza deveria fazer mais disso e mais vezes pode ser que algumas pessoas nao entendam muito bem o que voce quer dizer afinal os acentos e a pontuacao comecaram a existir por algum motivo nao e mesmo mas de qualquer forma mesmo com um monte de acentos e pontuacoes a maior parte dos motherfuckers que frequentam esse site nunca entendem nada mesmo entao pode ser que realmente nao faca diferenca nenhuma no fim das contas tanto faz como voce escreve o que interessa e conseguir passar a ideia e mais no fim das contas ainda o que interesse e que todo mundo deveria jogar MAIS ainda mais importante que tudo isso na vida o que importa mas o que importa MESMO nessa vida e comer alguem

    Até que foi divertido.

  • llSENAll

    Revolução
    Onde
    Quando
    Como
    To dentro
    Eu adoro me amotinar

    MALDITO SISTEMA CAPITALISTA

  • llSENAll

    MAS NADA DE REBELDIA SEM MOTIVO QUE ISSO É COISA DE ADOLESCENTE AMERICANO FRUTINHA
    PRA TOCA UM MOTIM NA TRIPULAÇÃO TEM QUE SER PELOS MOTIVOS CERTOS
    E COM AS ARMAS CERTAS

  • Juninho2v

    Por algum motivo idiota, deu vontade de comentar em algo velho, então aki vai:

    Cara, eu atualmente tenho 13 anos, e eu ainda peguei um bom tempo dessa fase de locadora, putz cara, era épico achar pra alugar as tartarugas ninjas, F-zero, Zelda OoT,porra, a sensação era sensacional de pegar um jogo que ninguém tinha jogado!

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