Cheerleaders + zumbis? Lollipop Chainsaw!

Games quarta-feira, 17 de agosto de 2011 – 2 comentários

Eeee, finalmente saiu um trailer do Lollipop Chainsaw. Como assim, que porra é essa? Um jogo que conta a história de uma líder de torcida que caça zumbis com uma motosserra nas horas vagas, oras. Tá bom, eu também não sabia da existência desse troço até o Pizurk me mostrar esse vídeo um tanto quanto… Eu diria bizarro, mas nós já vivemos num mundo cheio de japoneses. Então tirem suas próprias conclusões: continue lendo »

Limbo para PSN e Steam em 19/07 e Assassins Creed legendado em Português

Games quarta-feira, 13 de julho de 2011 – 3 comentários

Puta título grand mlk.

Boa notícia pra macacada que é dona do PS3: Limbo, um dos jogos mais aclamados da Live será lançado dia 19 de julho pro pessoal dos EUA e um dia depois para o pessoal da Europa.

Já no dia 2 de agosto é a vez do game ser disponibilizado via Steam pra PC, ou seja, não tem mais desculpa pra você não jogar a parada.

 Criancinhas enforcadas, quem não curte?

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Os melhores jogos multiplayer para PS3 – Parte II

Games terça-feira, 12 de outubro de 2010 – 3 comentários

Continuando com a lista dos melhores multiplayer para PS3 (veja a Parte I aqui): continue lendo »

Os melhores jogos multiplayer para PS3 – Parte I

Games terça-feira, 05 de outubro de 2010 – 3 comentários
 “Se a fita não pegar, assopra!”

Lembro-me com nostalgia da época em que videogame não era descartável. Quando eu tinha por volta de 8 anos, um tio me deu um Master System. As “fitas” com os jogos não eram muitas, não havia pirataria, também não havia memory card ou qualquer forma de salvar o jogos. Tudo era muito diferente. Enfim, o tempo passou, a pirataria chegou, os jogos evoluíram, a China virou potência e tudo mudou. Os jogos (agora em mídias como CD ou DVD) passaram a ser comprados a rodo, e depois de “zerados” eram deixados de lado. Usei a forma verbal no pretérito imperfeito porque essa realidade mudou. continue lendo »

Proteja seu vídeo-game: eduque sua mulher

Nerd-O-Matic sábado, 12 de dezembro de 2009 – 7 comentários

E aí, já viram esse vídeo?

Tenso. Vamos discutir algumas coisas a respeito destas imagens. Quer dizer, NÃO vamos discutir; eu vou escrever e vocês só vão ler e concordar.

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O Vidente Fodão Pt. 1

Nerd-O-Matic quinta-feira, 25 de dezembro de 2008 – 5 comentários

Comentário relevante da semana

Devido à DESMEMBRAÇÃO MASTER BOMBA do AOE em vários sites, alguns leitores noobs ainda não conseguiram entender direito onde foram parar os quadros e colunas de games, o que causou uma queda da freqüência de leitores à minha coluna semanal. A noobice de vocês ocasionou portanto uma queda nos comentários, então não tive outra opção a não ser me aproveitar da Bel de novo (heh):

Eu falo pra vocês que a Bel é gente boa pra cacete. Ela se dá ao trabalho até de atualizar a gente sobre os progressos gamísticos dela. Boa Bel. BOA CAMPEÃO! É isso mesmo, não deixa um jogo de bosta vencer você. Esse é o espírito gamer: play hard, play more.

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Afro Samurai (X360, PS3)

Games domingo, 21 de dezembro de 2008 – 5 comentários

Sabem, eu nunca fui muito com a cara desse negócio de fazer preview. Na maioria das vezes as informações que estão disponíveis antes do jogo são altamente enganadoras, com os desenvolvedores sempre liberando vídeo e cg’s espetaculares de jogos que acabam sendo uma bomba.

Porém, no caso de Afro Samurai, acho que vale a pena comentar. O jogo, que deve sair pro X360 e PS3 no começo de 2009, é baseado num anime que você DEVERIA conhecer. Vê aí se não é do cacete:

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Jogando e ficando puto Pt. 9

Nerd-O-Matic quinta-feira, 11 de dezembro de 2008 – 33 comentários

Comentário relevante da semana

Mr. Moura, prata da casa, marcando presença com o comentário mais relevante da semana:

Deveras, companheiro. É fato que a Nintendo deveria promover uma melhor seleção no licenciamento dos jogos para seus consoles, o que nos livraria da tortura que virou o GARIMPO de jogos bons nos consoles da Nintendo.

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Teoria dos jogos de continue: Em que o Atari é melhor que o PS3?

Games quinta-feira, 16 de agosto de 2007 – 10 comentários

Auge tecnológico: Gasta-se milhões de dólares na produção de games com um potencial gráfico inacreditável, jogabilidade inovadora, sonoplastia arranjada por orquestras famosíssimas e enredos melhores do que muitos filmes de Hollywood. Motion Capture, Polígonos, Pixels, Frame Rate, Anti-Serrilhado. Processadores mais potentes que de qualquer computador doméstico. Gênios da digitalização enclausurados em salas escuras 24 horas por dia. Tudo isso em prol da indústria mais rentável do entretenimento doméstico, o videogame.

Cronologicamente divide-se a história dos consoles em 7 gerações, que, procurando rapidinho no Google, vamos de um simples 4 bits Magnavox Odyssey 100 (1972) à uma central que reúne a maioria dos aparelhos de diversão doméstica, o Playstation 3. Do PONG ao Grand Theft Auto IV há um espaço de mais ou menos 35 anos, bilhões de pixels, milhões de dólares e três ou quatro gerações de produtores de games. Mas sempre um único objetivo: promover a diversão dos jogadores.

Um dicionário qualquer fala sobre divertimento: entretenimento, distração, recreio… Mas no mundo dos games essa forma de se divertir vai além. Conseguir completar uma fase trás uma sensação de vitória. Derrotar um boss difícil nos dá um sentimento de dever cumprido. Passar daquele level que você estava parado há dias é um êxtase. Zerar um jogo, é motivo para comemorar. Ou não é? E deve ser por isso que os jogos eletrônicos sempre fascinaram jovens, velhos, homens e mulheres em todo o mundo.

Mas, essa diversão que a gente está falando é muito ligada á dificuldade do jogo. Quanto mais difícil conseguir cumprir o objetivo do game, maior será a euforia da vitória. Aí que está o problema. Essas “next-gen” têm uma proposta diferente: aumentar o tamanho do game em qualidade (gráfico, som e jogabilidade), criar infinitos novos modos de jogo, preencher um disco com 20 ou 30 GB de informação, tudo isso para proporcionar mais horas de game-play, e fazer com que o título seja um investimento financeiro rentável para o comprador: quanto mais tempo de diversão melhor. Enquanto em um Atari, por exemplo, a máxima era: quanto maior o nível de dificuldade, melhor.

Em Donkey Kong, River Raid, Frogger e Space Invaders (há bons 20 anos atrás…) você só tinha 3 ou 4 vidas para terminar um jogo inteiro, e, quando lá, alguns continues. Para quem jogou Alex Kid e até os primeiros Super Marios, sabe da quantidade de vontade, atenção, gana e reflexos investidos para ter a inexplicável sensação de zerar um jogo – com 3 ou 4 vidas e alguns continues. É claro que o potencial dos games atuais é encantador. Mas todos terminam todos os jogos em meio a vidas infinitas, trips & tricks, checkpoints e memory cards – dedicando apenas tempo. Todos são vencedores…

Não acho que essa mudança de “menos diversão por mais tempo de jogo” foi um avanço natural da indústria dos games. Foi, sim, uma estratégia inteligente de lucro das produtoras para que seus jogos, cada vez mais, prendam os jogadores por meses a fio – reprisando logomarcas, produtos e personagens – esquecendo do único e principal objetivo dos games: a diversão em vencer!

Eu quero jogos de continue!

Leo “prosopopeio” Cardoso – prosopopeio@atoouefeito.com

Ismo: Olhe aonde ele chega.

Games domingo, 12 de agosto de 2007 – 1 comentário

http://www.n4g.com/gaming/News-58581.aspx

Um rapaz de 13 anos foi detido por vandalizar a seção onde se vendem PS3 em uma Toys ‘R Us nos EUA. Ele pichou os stands dos PlayStations da loja com uma caneta que não dá pra remover.

Parabéns Microsoft, mais um pra comprar o 360 sem reclamar de seu projeto ridículo.

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