Bella Swan, a Mercenária

Cinema sexta-feira, 02 de março de 2012

Todos aqui, querendo ou não, já assistiram algum filme da saga Crepúsculo, aqueles filmes chatos adaptados de livros mais chatos ainda sobre um triângulo amoroso entre uma humana, um vampiro e um lobisomem. Todos aqueles problemas da adolescência e mais um monte de coisas óbvias pelas quais todas as mulheres passam fizeram as menininhas de todo o mundo amarem Crepúsculo e enriquecerem Stephanie Meyer. Mas será que a história é realmente sobre encontrar o verdadeiro amor? Eu acho que não.

É tudo muito simples, Bella Swan é uma garota esquisita e sem amigos (Do tipo que sofre bullying), até conhecer Edward Cullen, o vampiro gay que brilha no sol. Amor a primeira vista e todas essas meninices, tudo está indo muito bem até que entra em cena Jacob, o ursinho carinhoso lobisomem amigo de infância de Bella e que se revela apaixonado por ela também. Pronto, fudeu… Temos um triângulo amoroso. Cabe a Bella escolher entre o vampiro que não pode fazer sexo e o lobisomem que não consegue ficar 2 minutos com uma camisa. Ela escolhe o vampiro, é claro. Por ser seu verdadeiro amor? Por favor, não sejam idiotas. Bella se casa com Edward porque ele é RICO, porra. O que Jacob tem? Uma cabana na floresta, um fogão a lenha e uma moto? Puxa, que legal. O Edward tem quantos carros quiser, uma mansão, uma ilha e todo dinheiro do mundo.

Por isso, menininhas apaixonadas e solitárias, entendam que Crepúsculo não se trata de amor, mas sim da realidade feminina. Entre um cara esquisito cheio da grana e um cara esquisito pobre, o rico sempre leva a garota. Stephanie Meyer captou bem a essência feminina que é, no money, no love.

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