Bogart é TANGA!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 –
3 comentários lucas
Podem dizer o que quiserem, Sam Peckinpah, John Ford, mas o diretor definitivo de westerns é o Sergio Leone. Com isso esclarecido, é inegável que o western definitivo esteja dentro da filmografia do cara. E por mais espetacular que a Trilogia dos Dólares seja, o Era Uma Vez no Oeste é algo que não tem explicação.
continue lendo »
Cinema

segunda-feira, 14 de novembro de 2011 –
10 comentários Jade

Hoje nós vamos falar de alguns gêneros populares do cinema. Na verdade, resolvi fazer um mini glossário (Mas com muito mais bacon, claro) de alguns gêneros que falamos com freqüência e talvez muito leitor não saiba com exatidão o significado. Mas relaxa a periquita, tanga! Vem comigo e redescubra os gêneros cinematográficos e de quebra, alguns filmes lendários. continue lendo »
Televisão

segunda-feira, 29 de agosto de 2011 –
2 comentários lucas
Breaking Bad é uma série foda. Mas não, não é disso que eu vou falar. Pelo menos não agora. O fato é que depois de passar semanas devorando as temporadas da série, eu não pude encarar o fato de ter que esperar sete tortuosos dias por um novo episódio. E foi procurando preencher esses espaços inúteis de tempo entre um episódio e outro que eu acabei encontrando a tal de Firefly, uma série de ficção científica meio obscura, mas com um tema deveras interessante.
continue lendo »
Bogart é TANGA!

terça-feira, 19 de outubro de 2010 –
2 comentários yuri
Nem de longe o cinema japonês é tão reconhecido quanto seus animes, cultura ou tecnologia. Mas como esses caras de olhos puxados são bons em quase tudo que fazem, na cinematografia não poderia ser diferente. Mas a maioria dos grandes filmes japoneses é restrito a quase apenas a três cineastas: Yasujiro Ozu, Kenji Mizoguchi e o mais polêmico de todos, Akira Kurosawa.
continue lendo »
O Western é um gênero muito fechado. É aquilo: Tiros, pistoleiros, caras feias, cavalos, Novo México, Arkansas, Texas, Sol, aridez, diligências, enforcamentos… Enfim. Gira em torno de um microuniverso no Oeste dos Estados Unidos, de uns 50 anos de duração, geralmente de 1850 até, no máximo, 1900. Sair demais dessas fronteiras significa descaracterizar um velho-oeste, e portanto, deixar os fãs do gênero (Que nem EU) putos da vida. Mas Meu Nome é Ninguém não fez isso. Aliás, foi um dos últimos filmes a honrar a era dos westerns.
continue lendo »