Pois é pessoas, eu desperdicei o final do meu domingo assistindo a desgraça do Emmy. Mas apesar da apresentação da Jane Lynch (Que só tem alguma graça como coadjuvante) e os eventuais atores pagando de engraçadões, a premiação se recolheu a sua insignificância e se limitou a entregar os prêmios, sem (Quase) nenhuma enrolação. Que nem eu faço agora. Vamos aos vencedores, abrilhantados por comentários muito perspicazes de minha parte. continue lendo »
Bora deixar de lado que The Big Bang Theory já tem três temporadas, exibidas pela Warner. Não é nada novo na televisão de ninguém. O que me faz falar sobre a série só agora é: 1 – Antes eu não escrevia pro Bacon; 2 – Tem muita gente escrevendo merda por aí. Com o crescimento relativo dessa sitcom, essas coisas acontecem, mesmo. Ainda mais quando o season finale da série supera, em audiência, o último episódio do Lost, nos EUA. Entre uma série feita em uma ilha no Havaí e outra em um estúdio, qual você acha que custou mais? Tapa na cara dos produtores, véi. Mas não é disso que a gente vai discutir no texto. “Discutir” – eu vou escrever; vocês vão ler e concordar. continue lendo »
Continuando o assunto do meu ultimo texto, nada mais justo do que dedicar alguns parágrafos para elogiar ao invés de falar mal. Só dá pra dizer que uma série é uma merda graças ao fato de que, em algum lugar do mundo, existe algo que não o seja. O problema é que o bom é muito mais subjetivo do que o ruim, tomem como exemplo o digladio sobre os gigantes azuis de Avatar. Afinal, o filme é bom ou ruim? Vou dar minha opinião: Ele é bom, mas por motivos bem específicos. Eu achei que as mensagens, ainda que inegavelmente óbvias, foram apresentadas de uma forma inovadora. Sim, isso se dá, em grande parte, graças à tecnologia utilizada, mas entenda que, a meu ver, um filme é uma fórmula de vários elementos. Eu sou do tipo que não engole um filme bom com a fotografia ruim ou um filme ruim com a trilha sonora incrível, por exemplo. É uma formula, e a de Avatar deu resultados (Mas não supera Star Wars. James, pode voltar pra prancheta de trabalho). continue lendo »
E o ano está chegando ao seu final e não temos nenhuma novidade até o momento no mundo da animação. Novos longas só ano que vem. Na TV, só algumas novas temporadas, mas nada de original ou lançamento.
Então, para gastar tempo (e não confessar que estou sem ideias), colocarei aqui quais as cinco séries que gostaria que virassem desenhos animados.
Obviamente que darei um jeito de fazer esse assunto render, mas isso é coisa para outro dia.
Seguem minhas cinco sugestões, que os estúdios, se estiverem a fim, podem colocar em prática.
Continuando a comentar as primeiras impressões de algumas séries que estão retornando ou estreiando neste chamado Fall Season americano, dou prosseguimento, já avisando que a série estreante The Beautiful Life foi cancelada pelo canal CW após somente a exibição de dois episódios, no entanto, com audiência pífia (Algo em torno de 1,5 milhão). continue lendo »
Mesmo não sendo o meu tipo de série predileto, confesso que necessito ver algumas comédias para aliviar alguns temas e dramas das demais séries que vejo, como a atual maratona de In Treatment, 2ª temporada. Aqui estou comentando tanto os clássicos sitcom, com 30min de duração, como comédias de aventura com 1h de duração. Também sou obrigado a confessar que tentei, mas não consegui me apegar a 30 Rock nem a The Office, consideradas as melhores comédias atuais. E ainda não terminei as temporadas de United States of Tara, Reaper e Ugly Betty. Nem todo seriemaníaco é perfeito.
Na coluna passada comentei alguns dos erros desta temporada 2008/2009, que estão prejudicando a audiência de quase todos canais americanos, sempre esclarecendo que esta crise se instalou já na temporada passada, na pré-greve dos roteiristas. O que se nota nesta temporada é que a maioria das séries (incluindo as séries de grande audiencia como CSI, Grey’s Anatomy e Desperate Housewives) está apresentando uma temporada apenas regular (quando não irregular), alternando bons/ótimos episódios com episódios esquecíveis ou apenas discretos.
Pois bem, hoje chegou a vez de invocar algumas séries que estão passando por um excelente momento, apesar de tudo. continue lendo »
Quem acompanha a coluna sabe que dificilmente comento sobre os famosos sitcoms (que, inclusive, nomeiam a coluna, não fui eu que escolhi!). O gênero já teve momentos mais inspiradores, principalmente na época das “vacas gordas” de Seinfeld, Frasier, Friends e Sex and The City, somente para citar alguns sucessos recentes.
Para vocês terem idéia consigo, atualmente, citar (usando somente os dedos de uma mão, ao contrário dos dramas, em que faltam dedos para contar) as comédias que assisto (sem ordem de preferência):
1. Entourage 2. How I Met your Mother 3. The Big Bang Theory 4. The New Adventures of Old Christine …e só!
Vocês podem estar sentido falta de séries mais bam-bam-bam, como a popular Two and A Half Men, a super-premiada 30 Rock e de Steve Carell e seu The Office, até as vejo vez por outra, porém as sitcoms que me viciaram e me “fazem sentir” são as poucas citadas acima.
Neste retorno de temporada, apesar da excelência de Entourage (5ª temporada), principalmente para quem conhece um pouco os bastidores de Hollywood e como funciona a “indústria dos sonhos”, que continua com ótimas tramas (como refilmar Benji) e sempre alfinetando atores, produtores, roteiristas e o pessoal do showbizz americano; o título de mais engraçado fica com…The Big Bang Theory! (exibida no canal Warner)
A série, em sua 2ª temporada, retornou com textos cada vez mais hilários para satirizar os famosos nerds e situações engraçadissímas, como a Feira de História que Leonard critica pelos detalhes históricos, a “máquina de dobrar roupas” de Sheldon e o aparecimento de uma rival para ele (inclusive pela língua ferina), já conhecida da temporada passada, affair antigo de Leonard, a Leslie. Eu que achava que a temporada seria tomada pela trama do suposto futuro/ex-casal Leonard/Penny fui surpreendido pela sumária troca de enredo, bom pra série que dá mais espaço à Sheldon.
Assim, de mansinho, de uma série despretensiosa, The Big Bang Theory vêm ganhando audiência e fãs pela maneira despojada de mostrar os nerds (jogue a primeira pedra quem não se identifica um pouquinho com algum personagem). Os roteiristas perceberam que as inúmeras referências à cultura pop, como games, rpgs, filmes sci-fi, agradam aos fãs mais fanáticos e ilustram em cada episódio temas referentes à este universo.
Claro que se a série não tivesse um personagem como Sheldon, um nerd sem completa noção de convívio em sociedade, metade da graça estaria perdida, ou melhor, soaria forçada, como ocorre em alguns momentos. No entanto, Sheldon é o supra-sumo da nerdice, claro que de uma maneira engraçada e sarcástica. Os roteiristas sabem disso e, nesta 2ª temporada, o personagem (méritos do ator Jim Parsons) leva a série nas costas, melhor pra nós!