Ô beleza de Carnaval… O Pizurk virou purpurina, ninguém mais da equipe dá sinal de vida, todos os leitores devem estar desenvolvendo cirrose em alguma praia distante… Ninguém tá lendo essa bagaça mesmo, acho que vou debizar a coluna da semana. TvTropes, Cracked e 4chan, estou chegando, meus amo- continue lendo »
Imagina que você mora em um país subdesenvolvido. Um país em que a idéia de “investir em arte/tecnologia” seja uma piada. Um país em que pessoas defendam algo tão tosco quanto o Zeebo. Ah, você não precisa imaginar. Você vive nesse país. E nele existem pessoas que realmente defendem o uso tosco da tecnologia desde que seja feito por mãos nacionais.
Meu deus, como alguém defende o Zeebo?
Essa pergunta me assombra tanto que…
Acorda ai seu elitistazinho, ninguém quer lançar a MILESTONE videogamística mas sim dar o primeiro passo numa alternativa viável a consoles gringos, e como toda iniciativa destas acaba esbarrando em coisas como preço e mal planejamento (Ou você acha que qualquer pobre comprava o primeiro Atari?).
Parem de pensar como os proselitistas (Olha, eu nem sei direito o que isso significa) que são e vejam o lado legal das coisas, num país que não valoriza absolutamente o entretenimento digital uma coisa assim é notável.
AHHHHHHH!!!!
Ela me fez criar uma hipótese. O brasileiro sofre de algo que eu chamo de Efeito Tec Toy
Uma das combinações pouquíssimas vezes exploradas no cinema e que quase sempre é mal interpretada é a de filosofia e ficção-científica. A Uiara, por causa de um de seus textos, me falou um pouco sobre a visão dela em relação ao tema. Após assistir nesse fim de semana o combo 2001, Uma Odisséia no Espaço + Blade Runner – O Caçador de Andróides, resolvi falar um pouco sobre esse último, um filme que se tornou cult devido à diversas influências, como o Noir, o movimento punk, e até mesmo a Metrópolis de Fritz Lang, já que a Uiara falou de 2001 no texto dela.
Ler livros hoje em dia é uma tarefa que pode ser feita de várias maneiras, mas nenhuma é tão boa quanto a mais tradicional de todas que é ler direto no papel mesmo. Hoje vou falar de algumas dessas maneiras paralelas que podem ser bem conhecidas para alguns de vocês.
Começando pela que acredito ser a mais conhecida de todos, que é ler livros no PC. Essa maneira é a mais fácil, mas considero muito ruim se for usar o Adobe Reader para abrir os arquivos. Existem outros leitores de PDF muito mais leves e menos complicados por ai, como o Foxit reader, que além de ser mais leve, não deixa seu PC parecendo uma carroça puxada por um jegue morto. Mas não é sobre programas que falarei, isso e chato. O desconforto de ler no PC e a dificuldade para se concentrar na leitura são os fatores mais negativos dessa maneira. Isso é, se você deixa um MSN aberto com trocentas e uma janelas pulando a cada 2 segundos. Fatores positivos? Depois que terminar de ler isso, duvido que ainda tenha algum. Não vou falar de fatores positivos, vocês que me digam quais são para vocês.
Jornais de literatura possuem seus cadernos de histórias seriadas que podem ser acompanhadas sem problema algum, desde que você não se importe de ter que carregar um grande pedaço de papel que se fosse colocado em páginas normais, equivaleria a umas 4 ou 5. O fato de ser muito grande também é um fator muito negativo. Mas do que estou falando? Quem lê histórias de jornais aí, além de mim? Parece que estou escrevendo pra velhos…
Vamos agora para as maneiras que são realmente práticas mesmo, aquelas que no fim de tudo, facilitam a leitura podendo ser comparadas até a ler o livro impresso mesmo.
A primeira delas é ler no celular. Alguns aí podem dizer que ler na tela minúscula de seu modelo pode ser algo desagradável, mas não é bem assim. Diversos modelos de celulares tem telas que podem ser usadas para muitas coisas, como ver TV ou fotos. Se você consegue fazer isso em uma tela BEM menor que uma TV normal, ler letrinhas nessa mesma tela não deve oferecer tantas dificuldades assim. Utilizando tecnologias como Java ou as de jogos em flash, montar os livros não oferece dificuldade alguma tendo os meios necessários de converter seu livro preferido para seu aparelho. Um programa que pode ajudar nessa tarefa é o TequilaCat BookReader, que transforma o arquivo em um formato Java bem leve que eu usei há muito tempo atrás para ler quase que todos os livros de Bernard Cornwell. Só não li todos porque vendi o aparelho, mas isso não importa agora, pelo menos não mais…
Existem aqueles leitores especiais para livros, que estavam sendo desenvolvidos há um tempo atrás, mas nunca mais os procurei para ver como anda isso. Se eles existem ou não, isso é um mistério pra mim. “Pesquisa no goggle!”, alguém grita ali no fundo da sala, antes de ser expulso do interior dela. Não vou pesquisar; se eu ainda não tenho isso, quer dizer que o andamento disso está lento, e que cada uma dessas placas está custando os olhos da cara mais um pedaço de seu rim ou fígado, o que você usar menos. Vida de leitor pobre é foda.
Outra maneira que não exige muito investimento e que ainda tem usos paralelos além da leitura é comprar um palm. Usar ele para jogar coisas simples, para ler e ouvir música é uma coisa que só descobri a vantagem há algumas semanas. Com um programa feito pra ele (o Adobe Reader, que roda bem ali, por incrível que pareça), a abertura de livros é simples, sem problema algum e com a grande vantagem de que ele pode ser usado para diversas coisas que não são só focadas em leitura. Mas quem disse que uso o meu pra outra coisa? A memória dele já está lotada, quase sem nenhuma música e cheia de literatura clássica brasileira, que prometi a mim mesmo que leria até o fim do ano…
É isso, essas são as maneiras que eu conheço para ler livros de maneiras diferentes e por muitas vezes com mais conforto. Tente ler um volume de A torre Negra de Stephen King em um ônibus lotado e fazer o mesmo com algumas dessas últimas maneiras que citei acima. Sei por experiência própria qual é a melhor.
Pois é, parece viagem… mas, aparentemente, os caras falaram sério – afinal, usaram a desculpa de que isso reduziria a emissão de carbono no ambiente.
Serj Tankian disse que acha sensacional a idéia de transmitir apresentações diretamente do estúdio da banda para… a sala da sua casa. Isso diminuiria também custos de viagem e, de tabela, preços de ingressos. Porém, um sistema de exibição holográfica você não encontra no camelô. E a graça de ir em um show é estar próximo á banda, principalmente.
É uma idéia bacana que pode ser usada ás vezes, e não sempre. Agora… SOAD fazendo show? Isso quer dizer que eles não acabaram? ORRÃâ€!
O iRecord, um aparelho portátil criado para gravar vídeos digitais em formato MPEG, foi apresentado hoje em São Paulo. Criado para gravar vídeos direto da TV, o aparelho decodifica os sinais analógicos transmitidos, converte eles para dados digitais, e os grava em qualquer dispositivo com conexão USB, que pode ser um pendriver, um Ipod, ou qualquer aparelho com armazenamento que pode ser plugado na entrada USB.
O aparelho, que preza pela sua simplicidade, tem um controle com apenas dois botões. Um deles liga o aparelho, e o outro inicia e interrompe a gravação. Sua maneira de configuração é um pouco singular: De acordo com o dispositivo de armazenamento plugado nele, a qualidade do vídeo pode melhorar ou piorar.
Apesar de ser uma ótima saída para pessoas que não tem como gravar programas da TV, o produto ainda está em fase de testes, e está em exposição na feira da ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura). Procurando parceiros para lançar o produto, ainda não há data de lançamento, nem previsão de qual será o valor.