Cinema

quinta-feira, 03 de novembro de 2011 –
4 comentários Pizurk
A Casa dos Sonhos narra a história do bem-sucedido editor Will Atenton (Craig), que largou sua alta posição no emprego em Manhattan para se mudar com sua esposa (Weisz) e as duas filhas para uma cidadezinha pitoresca em New England. Porém, enquanto eles estão se acostumando com a nova vida, descobrem que sua casa perfeita foi cena de um crime: o assassinato de uma mãe e seus filhos. E toda a cidade acredita que foi pelas mãos do marido, que sobreviveu. Quando Will tenta investigar, ele não tem certeza se está começando a ver fantasmas ou se a trágica história está muito mais próxima do que ele imagina. Suas únicas pistas vêm de Ann Patterson (Watts), uma vizinha misteriosa que conhecia todas as vítimas. Enquanto Will e Ann tentam encaixar as peças desse quebra-cabeça assombroso, eles precisam descobrir quem assassinou a família na casa dos sonhos de Will antes que o criminoso volte para matar de novo. continue lendo »
Bogart é TANGA!

terça-feira, 31 de maio de 2011 –
1 comentário yuri
Lembro que quando lia a revista Bravo! 100 Filmes Essênciais da História do Cinema, um dos filmes que eu ainda não havia visto que mais me chamaram a atenção foi um tal de O Mensageiro do Diabo (Qualquer coisa que tenha o nome do belzebú se torna mais intrigante, rs). Pela pequena sinopse, o filme parecia ser algo grandioso, com um dos maiores vilões da história do cinema. Logo, eu pensei que seria um daqueles caras que saiam matando pessoas por aí, apenas por crueldade. Mas o vilão se mostraria muito maior que tudo isso.
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Cinema

quinta-feira, 21 de abril de 2011 –
0 comentários Pizurk
Valerie está apaixonada pelo forasteiro Peter, mas seus pais a prometeram em casamento ao rico Henry. O casal planeja fugir, mas a irmã mais velha de Valerie é morta pelo lobisomem que vaga pela floresta que rodeia o vilarejo onde moram. Ela começa a desconfiar que o lobisomem pode ser alguém que ela ama e descobre que tem uma ligação singular com o monstro que os une inexoravelmente, tornando-a ao mesmo tempo suspeita e isca.
Eu nem sabia que tinha sido dirigido pela mesma doida que fez Crepúsculo e tal. Mas acho que dá pra notar, porque, pra começar: É uma daquelas historietas de amor proibido envolvendo seres sobrenaturais. Quem mais faria isso de um modo tão… Boçal? continue lendo »
Cinema

quinta-feira, 14 de abril de 2011 –
0 comentários Jão

Novas regras, mesmo sangue
Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna para a cidade de Woodsboro para o lançamento de seu livro auto-ajuda inspirado em suas experiências. Sua chegada é marcada pelo aniversário dos primeiros assassinatos e o aparecimento de um novo psicopata. Enquanto revive seu antigo pesadelo ao lado de seus velhos companheiros, o xerife Dewey Riley (David Arquette) e a ex-reporter Gale Weathers (Courteney Cox), novos personagens são introduzidos a série.
O quarto filme de uma franquia tem somente dois destinos, ou é uma bomba que enterra de vez a franquia, ou é bom o suficiente para honrar os seus antecessores. Com Pânico 4, a segunda opção pode ser assinalada com certeza, podendo ser uma nova trilogia. Criando um laço entre o último filme, os sobreviventes dos primeiros ataques do nosso conhecido (Ou não) Ghostface se deparam novamente com mais uma onda de assassinatos. continue lendo »
Bogart é TANGA!

terça-feira, 17 de agosto de 2010 –
2 comentários yuri
Estava reparando aqui, eu sempre tento falar de diretores diferentes para ver se os leitores desta joça aqui se afeiçoam ao menos por alguns. Daí vi que ainda não escrevi sobre um dos melhores diretores de todos os tempos. Então pergunto a vocês dois que acompanham o meu quadro: De qual GÊNIO do cinema eu ainda não resenhei nenhum filme? Claro que você respondeu Didi Mocó Alfred Hitchcock. Que Hitchcock foi o mestre do suspense não há dúvida, então não há nada melhor que falar um pouco de uma de suas obras-primas, o seu primeiro filme colorido e talvez o mais experimental de todos eles.
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Bogart é TANGA!

terça-feira, 03 de agosto de 2010 –
0 comentários yuri
Sem mais delongas, aproveitando que na semana passada eu falei sobre O Silêncio dos Inocentes, o filme que trouxe o Dr. Hannibal Lecter para o cinema, nada melhor que continuar o quadro com o filme totalmente focado no Dr. Canibal, dando a ele mais tempo na telona e mostrando um pouco mais da personalidade de um dos maiores vilões do cinema.
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Existem certos filmes que com o passar do tempo simplesmente não saem da cabeça. Acho que à mistura de influências fez O Pacto dos Lobos se tornar um desses filmes.
Quando alguém poderia imaginar um filme de suspense, com feras, índios, figurinos de época e caçadas poderia ser feito na França?
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Cinema

quinta-feira, 11 de junho de 2009 –
0 comentários marcosbonilha
O ambicioso congressista americano Stephen Collins é o futuro de seu partido – até que sua assistente morre tragicamente e segredos começam a vir à tona.
Cal McAffrey, repórter veterano de Washington D.C., tem uma antiga amizade com Collins, mas, seguindo ordens de sua editora, Cameron Lynne, precisa investigar a história.
Na medida em que ele e sua parceira novata Della Frye tentam desvendar a identidade do assassino, se deparam com uma conspiração envolvendo algumas das mais promissoras figuras políticas e corporativas dos Estados Unidos. Algo que ameaça abalar as estruturas de poder da nação.
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Cinema

quinta-feira, 09 de abril de 2009 –
4 comentários marcosbonilha

Em 1959, como parte das celebrações de uma escola infantil, um grupo de alunos faz desenhos de como eles imaginam o futuro. Os desenhos ficarão guardados em uma cápsula do tempo e serão abertos em 50 anos. Porém, uma garota desenha diversos números aparentemente aleatórios, que ela alega estarem sendo soprados por pessoas que ela não vê.
Meio século depois, uma nova geração de alunos examina o conteúdo da cápsula e a mensagem criptografada da garota acaba nas mãos do filho do professor de astrofísica, John Koestler (Nicolas Cage), que faz uma descoberta estarrecedora.
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Mais um daqueles filmes que misturam o futuro, o passado e o presente, como Alta Frequência e Efeito Borboleta. Sim, mais um daqueles filmes onde o clichê é o combustível. Mas nem por isso o filme deixa de ser bom.
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