DC Made in Brazil

HQs quarta-feira, 14 de setembro de 2011 – 2 comentários

É um novo super herói brasileiro negro com poderes idiotas e que nunca vai ser famoso? É algum super herói que irá visitar o país e encontrará mulatas falando espanhol? Não, é a nova HQ da Panini que irá reunir 6 histórias desenhadas por brasileiros. continue lendo »

Assinando gibis no Brasil

HQs quarta-feira, 08 de junho de 2011 – 3 comentários

Era uma tarde de sábado, eu estava me arrumando para algum tipo de churrasco, o telefone toca e uma voz simpática diz: “Senhor Ricardo (Começou errado.), você quer assinar gibis da Marvel? (TÁ MUITO ERRADO ISSO!)”. Respondi que estou lendo só DC atualmente, propostas da Marvel não iriam me interessar. Então a simpática moça jogou o protocolo de sempre, falou benefícios, ofertas, puxou meu saco e terminou com uma frase que pode ser traduzida como “Porra, vai assinar ou não?”. continue lendo »

Curto e Grosso

Nona Arte quarta-feira, 02 de março de 2011 – 0 comentários

Título auto-explicativo. Vamos às rápidas, concisas e parcialmente racionalizadas reclamações: continue lendo »

Namor – As Profundezas (Marvel)

Bíblia Nerd terça-feira, 24 de agosto de 2010 – 1 comentário

Essa semana a coluna Analfabetismo Funcional entra de férias, porque vou falar sobre HQ. Antes, porém, deixo registrado que, para mim, histórias em quadrinhos (Em sentido amplo) são enquadrados como literatura,assim como qualquer livro (Até mais que muito livrinho por aí…), mas isso é assunto pra outro artigo. continue lendo »

Os mortos se levantam, mais uma vez…

HQs sexta-feira, 13 de agosto de 2010 – 0 comentários

Zumbis! Mortos-vivos! Não importa a denominação, eles são seres “pop”. Em todas as mídias, o que não faltam são defuntos voltando a vida, seja na literatura, cinema ou TV, e como não poderia ser diferente, os quadrinhos também são tomados pelos mortos vivos uma vez ou outra. continue lendo »

Saiu!

HQs quarta-feira, 31 de março de 2010 – 1 comentário

Lembram do escarcéu e da babação de ovo da Panini que eu fiz umas semanas atrás, com a espera do lançamento de Absolute Sandman? Pois bem, era justificado, meus caros. Absolutamente justificado.

Dia 5 de abril, daqui a menos de uma semana, será lançado o Volume 1 de Absolute Sandman. 612 páginas, formato 18,5 cm por 27,5 cm, recoloração aprovada pelo próprio autor da série, Neil Gaiman. Fora isso, no conteúdo, a proposta original da série, esboços dos personagens, paginas de arte a lápis e o roteiro completo da edição 19 de Sandman, Sonho de uma Noite de Verão (Que, na publicação normal, é no arco Terra dos Sonhos). Levando em consideração o número de páginas, esse volume provavelmente conterá os três primeiros arcos da série: Prelúdios e Noturnos, A Casa de Bonecas e Terra dos Sonhos.

Fonte

Eu amo a Panini

HQs segunda-feira, 08 de março de 2010 – 3 comentários

Quem já leu pelo menos uns três textos meus, sabe que uma das minhas paixões é a série Sandman, de Neil Gaiman. E, quem coleciona, sabe que para você completar a coleção, é necessária uma pequena fortuna (Um volume de Prelúdios e Noturnos da Conrad não custa menos de 4 garoupas, enquanto A Casa de Bonecas e Estação das Brumas atingem, sem muita dificuldade, três onças), afinal, são 10 volumes da série principal, além dos 3 spin-offs. Mesmo se comprados pelo preço original, ainda são exorbitantes R$ 858,00.

A Panini, a editora de quadrinhos mais foda do momento (Afinal, está publicando a Vertigo E a Marvel Max), resolveu juntar toda a série em, se não me engano, 4 ou 5 volumes, e nos dar a chance de ter a série completa sem ter de vender os rins no mercado negro. Infelizmente ainda não consegui descobrir o preço, mas com toda a certeza não vai ser nada barato.

Se a Panini for seguir o modelo norte-americano, teremos o seguinte: a série principal será reunida em quatro volumes, e cada um deles terá cerca de 600 páginas, capa dura, papel especial, recoloração, material exclusivo e um preço que, numa estimativa EXTREMAMENTE positiva, vai oscilar entre os nada monetariamente agradáveis valores de R$ 200,00 e R$ 300,00. Caso haja a publicação do quinto volume, com as histórias da Morte e os outros spin-offs… pera que minha carteira tá fugindo… peguei!

Além de Sandman, também haverá a publicação de Transmetropolitan, A Liga Extraordinária, Ex Machina e Y: The Last Man, todas com lançamento previsto para março e abril. Corram para as livrarias.

Fonte

Panini assume publicacão dos selos Vertigo e Wildstorm

HQs sexta-feira, 21 de agosto de 2009 – 0 comentários

A DC Comics, como todos aqui devem saber, é detentora dos dois dos melhores selos de HQs do mundo: Wildstorm e o fodástico Vertigo.

Há algum tempo, esses selos estavam sendo um tanto quanto negligenciados pelas editoras. A Pixel tentou, sem muito sucesso, dar continuidade a esses selos, mas não obteve muito êxito. Ao ponto de, para se conseguir volumes de grande qualidade de séries de grande sucesso, como Sandman, era necessário desembolsar quantias astronômicas de dinheiro. Um volume de “Prelúdios e Noturnos”, por exemplo, não sai da mão de um colecionador por menos de R$ 200 (os da Conrad principalmente, que eram de qualidade embasbacante).

Não mais.

Como diz o título, a Panini acabou de obter os direitos de publicação dos dois maiores selos da DC, que inclui preciosidades como Sandman, Transmetropolitan, Preacher, Ex Machina e o magnífico Fábulas, que ainda hei de resenhar aqui algum dia.

Quer mais informações? Vai na fonte.

A publicação brasileira.

Nona Arte quarta-feira, 20 de agosto de 2008 – 4 comentários

Olá, eu sou o ricardus. Mas como ninguém quer saber de mim, vamos falar de gibis.

Let’s talk about.

Recentemente eu recebi uns gibis importados aqui em casa. De início você fica muito empolgado com a qualidade dos quadrinhos lá de fora. Capas, organização, efeitos, etc. Mas por coincidência, eu tenho os mesmos quadrinhos na versão brasileira. Depois de fazer uma comparação dos dois a idéia que fica é que a diferença entre os dois não é só a data de publicação (o Brasil tem mais ou menos 1 ano de atraso em relação aos EUA).

A edição X-men Giant-Sized 80 (publicada no Brasil como Os Fabulosos X-men 50) é um exemplo disso. Considerada uma edição especial, ela comemorava o aniversário de 35 anos dos X-men. A capa dela é toda trabalhada com brilho, passando uma percepção de imagem viva. A pele do Colossus tem um efeito metálico assim como partes das roupas do Wolverine e do Noturno. A Tempestade também é lembrada, seus raios são ilustrados com um brilho azul bem intenso. A revista ainda conta com páginas adicionais, mostrando alguns desenhos de comemoração.

A mesma edição publicada no Brasil também é comemorativa. O desenho da capa é igual ao da versão americana só que não é trabalhado, ele apenas tem uma colorização bem sólida. E a grande jogada da editora em relação a edição comemorativa foi botar um “EDIÇÃO COMEMORATIVA COM 80 PÁGINAS!” na capa e juntar duas edições em uma.
A edição The Uncanny X-men 350 (no Brasil Os Fabulosos X-men 43) também apresenta os mesmos traços e também é comemorativa. A capa se abre formando um capa de 3 páginas com vários personagens, sendo a maioria trabalhado com efeitos. Uma atenção especial as cartas do Gambit, elas estão com um efeito muito bom, parecem que estão sendo energizadas ali mesmo.

No Brasil a capa tem o mesmo desenho, mas é uma capa de uma só página com cores sólidas.
Fugindo da arte. Outro ponto forte é que cada revista contém uma única história. Você não vai achar a X-force perdida nas revistas dos X-men.
Aqui eu compro Superman & Batman e tenho que aturar as histórias do Aquaman no meio da revista. Os gibis aqui tem o costume de juntar 3 ou 4 histórias em uma única edição, deixando a revista um pouco mais grossa.
A publicidade americana também é notável. Enquanto lá temos publicidade de jogos, filmes e várias outras coisas bacanas, aqui temos só publicidade de produtos da mesma editora.
Batman the Dark Knight não teve nenhuma divulgação na revista mensal do Batman. Só apareceu como segundo plano numa promoção da Claro.

Mas por fim, não da pra ficar falando de publicação brasileira sem falar da Panini, que hoje manda praticamente em todo o mercado brasileiro de quadrinhos.
Eu não vou culpar a Panini por tudo o que citei acima, até porque, isso não é coisa recente.
Mas a Panini pegou o bonde andando quando comprou a Marvel e a DC e deixou ele andar no mesmo rumo.
As capas continuam mortas e sem nenhum atrativo, as revistas ainda são juntas e editora ela só anuncia ela mesmo.
Claro que tenho que dar o braço a torcer e dizer que as edições comemorativas da Panini são legais, pois geralmente vem um pôster do Alex Ross. Mas fica nisso e só.

Ainda falando da Panini, como a maldita tem a Marvel, a DC e muitos mangás no lado dela, ela pode fazer qualquer serviço de merda que ainda vai estar no lucro.
Já não existe mais guerra de gibis no Brasil, e nem comics x mangas. Com essa publicação horrível, já já os quadrinhos passam a ter menos valor do que já tem hoje em dia, se é que isso é possível.

Té mais.

Overdose Adaptações: Asilo Arkham (Panini)

HQs quarta-feira, 23 de julho de 2008 – 1 comentário

Fato: Mais de metade dos créditos de Asilo Arkham vai para Dave McKean. A narrativa de Grant Morrison é inteligente, mas não brilhante e aliada á alguém do nível de Jim Lee, Ed Benes ou … não teria o mesmo efeito que no traço rebuscado e sombrio que McKean utiliza. A HQ é estupidamente surrealista, um sonho em formato de quadrinhos. Um conto bizarro de Batman.

 Coringa homossexual e cada vez mais assassino

De forma resumida, Asilo Arkham coloca o homem-morcego em uma complicada situação: Os loucos alojados no Arkham fazem reféns e sua única exigência é de que quem os colocou lá seja internado com eles. Assim, Batman entra no mundo alucinado fundado pelo Doutor Arkham, enfrentando seus medos e aguentando gente do naipe do Coringa, Duas-Caras e Crocodilo.

 Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha…

O interessante da história é que, assim como em filmes de terror, a própria mansão que serve de asilo é colocada como louca, pondo em cheque o mundo real e o ilusório. Na capa consta que o Asilo é “Uma séria casa num sério mundo” e, durante as … páginas que compõe a Graphic Novel, Morrison tenta nos convencer de que fora dos portões de Arkham é que estão os verdadeiros loucos. A sanidade do vigilante de Gotham é contestada o tempo todo, chegando ele próprio a se perguntar se não deveria ficar dentro do Asilo com os criminosos que prendeu.

 -É um jogo de palavras, Batman. Amor? – Robin… Não, NÃO! Eu quis dizer Mulher-Gato!!!

Sinceramente? Eu fiquei alucinado na primeira vez que li esta história em quadrinhos. Achei fantástica, um exemplo de como ao mesmo tempo os vilões de Batman são insanos e sanos. A HQ cria uma teoria bizarra sobre o Coringa, colocando-o como o vilão mais normal do Batman, que sofreria se super-sanidade, criando uma personalidade pra cada vez que ele tiver necessidade.

 Ele é normal… Assim como George W. Bush

Infelizmente, ela não é tão boa assim depois. As últimas páginas e o desfecho são meio broxantes. Porém, ter a história de Batman comparada á Alice no País das Maravilhas é absurdamente divertido. Até mesmo um Chapeleiro Louco ele tem! E o Coringa não é nada mais nada menos que o Gato Risonho que, de uma forma sinistra e cruel, introduz Batman ao mundo da loucura, dando-lhe pistas de como prosseguir, sem que a “Alice” perceba que cada vez mais louca ela fica.

Asilo Arkham


Arkham Asylum
Lançamento: 1989
Arte: Dave McKean
Roteiro: Grant Morrison
Número de Páginas: 128
Editora:Panini Comics

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