Estereótipos

Música quarta-feira, 01 de dezembro de 2010 – 1 comentário

estereótipo (estereo- + -tipo)
1. Artes gráf. Chapa obtida pela fusão de chumbo numa matriz ou numa impressão. = cliché
2. Trabalho feito com essa chapa.
3. Ideia, conceito ou modelo que se estabelece como padrão.
4. Preconceito.
5. Coisa que não é original e se limita a seguir modelos conhecidos. = lugar-comum
s. m.
6. Patol. Comportamento ou discurso caracterizado pela repetição automática dum modelo anterior, anónimo ou impessoal, e desprovidas de originalidade e da adaptação à situação presente. = estereotipia

De: Dicionário Priberam

Não estamos falando de uma chapa para impressão, nota-se. continue lendo »

Como treinar seu dragão (How to train your dragon)

Cinema terça-feira, 16 de novembro de 2010 – 3 comentários

É, eu sei. Faz tempo que o filme foi lançado. Mas e daí? Só fui assisti-lo agora e bem, resolvi escrever uma resenha.

Bom, a primeira vez que li sobre o enredo dessa animação da Dreamworks pensei com meus botões: Mas isso é incrivelmente parecido com Eragon! Pra quem não sabe, Eragon é um livro. Mas foda-se o livro, a parada é que dentro dele há uma história sobre o primeiro Cavaleiro de Dragão e, adivinhe, é praticamente a mesma coisa do resumo de Como treinar seu dragão.

A história gira em torno de um adolescente viking chamado Hiccup, que vive na ilha de Berk, onde os combates dragões é um modo de vida. Depois que ele captura a raça mais poderosa com um canhão de disparo de bolas, Hiccup acaba por fazer amizade com o dragão. Esta relação vira seu mundo de cabeça para baixo enquanto ele se esforça para convencer sua tribo que não precisam ser matadores de dragão.

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Juntem os trocados

Publicidade quinta-feira, 09 de setembro de 2010 – 1 comentário

Neste sábado, 11 de setembro de 2010, vocês, nerds de todo o Brasil (Bom, não de todo o Brasil) terão um motivo, mesmo que efêmero, para continuar vivendo suas vidinhas miseráveis: Acontecerá na gloriosamente cinzenta metrópole de São Paulo o 3º Mercado de Pulgas.

Neste evento, de entrada gratuita, estarão centenas, se não milhares, de nerds como você e eu, ávidos por encontrar uma namorada comprar, vender e trocar quadrinhos, livros, action figures/colecionáveis, cartas de Magic: The Gathering, jogos e toda essa tralha que está mofando nas gavetas do seu quarto.

Além do mais, para aqueles que não têm tino comercial e querem exercer a nobre arte de se dar bem sem fazer nada, serão feitos sorteios de hora em hora de brindes surpresa. Comece a juntar agora as moedas que estão debaixo do sofá: Sua coleção de fanfiction de Cooking Mama não vai se completar sozinha.

Fonte e mais informações aqui

Sobre The Big Bang Theory e outras cousas

Televisão segunda-feira, 05 de julho de 2010 – 3 comentários

Bora deixar de lado que The Big Bang Theory já tem três temporadas, exibidas pela Warner. Não é nada novo na televisão de ninguém. O que me faz falar sobre a série só agora é: 1 – Antes eu não escrevia pro Bacon; 2 – Tem muita gente escrevendo merda por aí. Com o crescimento relativo dessa sitcom, essas coisas acontecem, mesmo. Ainda mais quando o season finale da série supera, em audiência, o último episódio do Lost, nos EUA. Entre uma série feita em uma ilha no Havaí e outra em um estúdio, qual você acha que custou mais? Tapa na cara dos produtores, véi. Mas não é disso que a gente vai discutir no texto. “Discutir” – eu vou escrever; vocês vão ler e concordar. continue lendo »

A Fênix Pixelizada – Cinzas Eternas

Nona Arte quarta-feira, 17 de março de 2010 – 5 comentários

Como discutido semana passada, ser nerd se tornou uma maldita modinha. Do nada, todo mundo se dizia nerd, amantes/admiradores dos nerds e coisas parecidas. Nossos mundos foram invadidos por matérias da Globo que mostravam como éramos “legais” em nossa ânsia por conhecimento e pornografia, e como tínhamos nossa contraparte mais incrivelmente legais ainda, os geeks (Nada contra eles, claro). continue lendo »

A Fênix Pixelizada – A Chama Célere

Nona Arte quarta-feira, 10 de março de 2010 – 9 comentários

De uns anos para cá, começou a acontecer algo que eu, desde pequeno, julgava impossível: Os nerds se tornaram populares. Claro, sempre tinha uma ou outra ovelha desgarrada que, devido a algum desvio de personalidade, conseguia ser menos desprezado que o normal. Nós, nerds, não tínhamos habilidade para praticar esportes, velocidade ou resistência para brincar de esconde-esconde ou pega, ou mesmo beleza para brincar de salada mista. continue lendo »

Mais Webcomics Ainda

Nona Arte quarta-feira, 09 de setembro de 2009 – 0 comentários

Pulemos a parte onde eu digo que o título é auto-explanatório e vamos logo ao que interessa. Ah, vale dizer: todas as tiras recomendadas abaixo são em inglês. Infelizmente, não temos muitas produções nacionais que valham a pena ser citadas (dessa série de recomendações, entre os brasileiros, sei que falta Malvados. Não se preocupem, Dahmer ainda aparecerá por aqui). continue lendo »

Fire in the hole!

GameFreaks quarta-feira, 06 de maio de 2009 – 0 comentários

Na minha primeira e ilustre coluna, quando ainda não era coluna e quando eu ainda sabia escrever, eu deixei bem explícito que os MMOGs eram mais indicados para jogadores casuais. Vamos conhecer o perfil destes jogadores:

Jogadores casuais costumam ser pessoas normais, que, por algum motivo não explícito, acabam ficando em casa em alguns fins de semana e, sem mais o que fazer além de conversar com os amigos nerds, já que as pessoas normais SAEM, decidem jogar. Na verdade, eles tentam conversar com os amigos nerds, que enchem TANTO o saco deles que os fazem jogar.

“Hey, Junnin, seu mentiroso. Nerds não saem do jogo”

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Ironia fina é pouco

Games sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 – 12 comentários

Cambaleando, Lúcio se dirigiu no escuro ao computador adormecido. Clicou no botão de boot e se dirigiu ao banheiro, onde admirou seu rosto adolescente. O rosto magrelo e com resto de amassados do travesseiro, contrastante com o cabelo loiro-avermelhado, lhe lembrou um personagem de The Sims.

Voltou ao quarto, abriu Fallout 3 e começou a jogar. Eram 5h45.

No andar de cima, os pais ressonavam.

Algumas horas depois, Lúcio estava explorando um cenário alternativo, enquanto a mãe preparava o café da manhã. O pai ouvia as notícias matinais na televisão.

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Correções e traduções

Analfabetismo Funcional segunda-feira, 27 de outubro de 2008 – 11 comentários

Ler pode ser algo agradável para alguns, aquelas pessoas que só lêem por diversão (eu) e que só chegam a ver o produto final em suas mãos. Mas para aquelas pessoas que têm a maldita tarefa de deixar aquilo correto, duvido que ler seja algo agradável.
Aproveitando que temos agora uma revisora no AOE, que por acaso não corrige meus textos (ainda bem, teria pena dela), fiquei aqui a pensar nisso, nas pessoas que ganham dinheiro pra isso. O autor se dedica para escrever a história e entregar para seu editor a tempo. Depois disso, o tempo passa e ele vê seu tempo dedicado a aquilo sendo admirado por seus fãs. Só que, durante esse tempo que ele entregou a versão para o editor e o momento que o livro foi pra prateleira, aquilo passou pelas mãos de pelo menos umas 10 pessoas, chutando bem por baixo. Primeiro tem o editor, cara que realmente sabe das coisas e que lê aquilo, anotando tudo o que tem que ser alterado ou corrigido ou simplesmente deixando tudo de lado, afinal, não é tarefa dele facilitar o trabalho do próximo da lista.
Presumo que depois disso seja a vez do revisor, esse cara considerado um anjo por alguns e a encarnação do diabo para outros, mas no fim, sendo um mal necessário. Ele é quem ajeita tudo, colocando pingos nos i’s, arrumando concordâncias em frases, ajeitando erros e, no fim de tudo, quem sabe, mudando todo o sentido da história. Se não existe um canal de comunicação entre o revisor e o autor, a garantia de que sairá merda é quase total, porque às vezes aquilo pode ser proposital ou apenas uma maneira de identificar um personagem.
Isso de erros identificarem personagens acho que pode ser explicado um pouco mais, aproveitando o momento. Vamos pegar por exemplo um trecho do livro Ratos e Homens, de John Steinbeck, já resenhado por aqui.

(…) O homenzinho puxou para baixo a aba do chapéu e olhou torto para Lennie.
-Então, ocê já isqueceu, foi? Vô tê que falá de novo, né?Jesus Cristo, ocê é um idiota loco!
-Isqueci-disse Lenny, suavemente- Eu tentei não isquecê. Juro por Deus que tentei, George.
-Tudo bem, tudo bem, vô falá de novo. Não posso fazê nada. Parece que eu passo o tempo todo falando as coisa pr’ocê, aí ocê isquece e eu falo tudo de novo.(…)

Meus dedos quase caíram por digitar isso, mas é detalhe. Essas poucas frases do livro se encontram logo no ínicio dele, logo depois que os personagens são apresentados. Ali, já dá pra identificar um pouco como cada um deles fala, somente pela maneira que cada frase é escrita e tudo o mais. Dali em diante, é possível até saber quem está falando sem alguma indicação, de tão bem caracterizados que os dois estão. Mas isso é um livro estrangeiro, o processo de tradução dele deve ter sido algo foda de ser feito, mas isso falarei mais adiante.
Como podem observar, às vezes os erros identificam os personagens, e a ajuda do autor nessas partes é crucial, pois uma correção pode acabar com toda a história, ou com o charme dela. Imagine o trecho acima escrito corretamente ou, se já leu o livro, pense como ele seria se escrito com a linguagem certa. Além de perder toda a identidade, ele ficaria sem graça. Eu acho, ao menos.
Sei que o processo de revisar um manuscrito é algo desagradável por causa de algumas coisas que acontecem por você ser um viciado em leitura. “Ei, Santhyago, escrevi isso, pode dar uma olhada e ver se tá legal?“. Se te dizem isso por MSN, a garantia de que você vai receber um bloco de notas ou um arquivo de Word é certa, mas se isso é dito pessoalmente, prepare-se para receber um calhamaço de páginas, todas escritas à mão, coisa linda de se ver. É nesse momento que você abençoa o revisor, por te brindar com um produto já amadurecido, sem nada mais para se preocupar a não ser apreciar a leitura. E se tem algo pra avaliar, meu e-mail tá ali, ó, fiquem a vontade pra mandar textos para lá, nem que seja para se arrependerem depois.
E agora, as traduções. Imagine o mesmo trecho de cima no original, como deve ter sido difícil de ser traduzido para o português. Como será que ele se apresenta em seu estado original? Tentei achar o mesmo trecho para comparar, mas não fui feliz em minhas buscas, então, que isso fique na imaginação de vocês. Ou achem isso pra mim que coloco nessa parte depois.
Aqui, eu acho.
Traduções não é algo que seja agravável também. O site Terminologia é um portal de tradutores profissionais, e acho que ali é onde os erros de tradução mais comuns são apresentados. Na parte sobre pérolas de tradução, encontra-se algumas muito bizarras, que eu duvido que algum profissional tenha feito.
É, acho que por hoje é só. Fiquei tentado a publicar essa coluna sem revisar, mas isso seria muita maldade com vocês.

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