Puberdade mal educada

Cinema segunda-feira, 25 de abril de 2011 – 2 comentários

Hoje um colega estava vendo esse vídeo aí embaixo, One Minute Puberty, que tá circulando pela web há um tempinho já:

Assistindo à animação, foi automático: Fiz associação direta com o clássico The Wall. Saca? Pink Floyd? O filme? Então. Acontece que meu colega não sacava. Cara, COMO ASSIM? Como tu lida com um cidadão que nasceu em plena Geração Y, que tem tudo de mão beijada, internet até quando vai ao banheiro, um milhão de fontes do passado, presente e futuro, e ele tem a coragem de dizer “The Wall?“, com um ponto de interrogação gigante estampado no meio da testa? continue lendo »

Rio

Cinema quinta-feira, 07 de abril de 2011 – 0 comentários

 Uma das ultimas Araras-azuis chamada Blu deixa o estado frio do Minnesota para achar o seu par e salvar a espécie no Rio de Janeiro. Diante da beleza da cidade brasileira, Blu vai se aventurar pelo carnaval, conhecer varios amigos e assim aprender a ser independente, a conquistar a garota do seus sonhos e voar.

Quando eu vou ver um filme onde o cenario principal é o Brasil, eu fico um pouco preocupado. Os Simpsons [Nota do editor: Não é o filme, mas vocês entenderam], Bem-vindo à Selva (2003), Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (2002), entre MUITOS outros filmes conseguem fazer o Brasil parecendo uma floresta, onde o samba é uma mistura bizarra de merengue, e no final os brasileiros começam a falar espanhol. É, filme no Brasil costuma me decepcionar. O fato de Rio ter um carioca na direção fez com que eu tivesse MUITO errado tambem assumindo isso, apesar de certos elementos ainda aparecer. continue lendo »

Cantando na Chuva (Singin’ In The Rain)

Bogart é TANGA! terça-feira, 20 de julho de 2010 – 6 comentários

Só pela quantidade de comentários dos textos anteriores deu pra perceber que vocês gostam mais dos filmes coloridos, né? Eu, particularmente, assisto mais filme em P&B do que colorido, mas como vocês têm que ler alguma coisa que pelo menos chame mais a atenção vou ajudá-los, senhores acéfalos em questão de cinema, os presenteando com um dos maiores clássicos de todos os tempos.

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Nine

Cinema quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 – 1 comentário

 O arrogante e egoísta diretor de cinema Guido Contini se encontra lutando pra encontrar um objetivo pra vida e um roteiro para seu próximo filme. Apenas a uma semana do início das filmagens, ele procura desesperadamente por respostas e inspiração na sua própria vida, suas amantes e sua mãe. Como sua profissão caótica destroi sua vida pessoal, Guido tem que encontrar um equilíbrio entre criar sua arte e sucumbir a suas obsessões.

Vamos imaginar. Preparados? Você é um diretor com nomeações pro Oscar e pro Globo de Ouro por um grande musical. Cai na sua mão o roteiro adaptado de um dos filmes mais aclamados do diretor que está no top 5 de 10 entre 10 amantes de cinema. Esse filme já havia sido adaptado pro teatro em forma de musical e também tinha sido um sucesso. Você consegue um elenco que tem mais estrelas que o céu, cada um com seus prêmios no bolso. Pra completar, sua equipe (coreógrafos, estilistas…) também é reconhecidamente de classe A. Você, meu leitor anta amado, conseguiria estragar isso tudo? continue lendo »

Top 10 – As melhores cenas de musicais

Clássico é Clássico segunda-feira, 02 de novembro de 2009 – 17 comentários

Como eu disse na última coluna, nesse final de ano, devido a um projeto paralelo que estou fazendo com a Uiara, estou me dando ao luxo de escrever textos um pouco menores. Buscando suprir a falta de “letras”, vou me dedicar a alguns Top 10 com as melhores e mais famosas cenas do cinema. Para começar, nada mais divertido que fazer uma seleção da nata do gênero mais “ame ou deixe-o” (Talvez só ultrapassado pelo terror) do cinema: O musical. Por esse motivo, busquei fazer um Top equilibrado e divertindo, que agrade tanto aos apaixonados pelo gênero quanto aqueles que não o suportam, mas que sempre dão aquela espiadinha quando estão trocando de canais, mesmo que seja para reclamar da irrealidade da cena (O que chega a ser um pouco risível, uma vez que estamos falando de cinema). Mas deixemos de blá blá blá e vamos ao que interessa.
Ps. Só estou considerando cenas de musicais, e não cenas musicais de filmes de outro gênero. continue lendo »

A retomada dos musicais nos anos 70/80

Clássico é Clássico segunda-feira, 15 de junho de 2009 – 2 comentários

O gênero musical é, entre os grandes gêneros, o mais abandonado. Embora tenha ensaiado uma retomada nesse começo de século com o excelente Moulin Rouge e o vencedor do Oscar de melhor filme, Chicago, não houve uma manutenção da produção. Desde então poucas obras surgiram, sendo os mais conhecidos o superestimado Dreamgirls e o divertidíssimo Hairspray. O resto se resume em produções da Disney, como High School Musical, Hannah Montana e Jonas Brothers. Mas nem sempre foi assim.
Nos primeiros 30-40 anos de cinema falado este era um dos principais gêneros da sétima arte. No começo eram as sinfonias vinculadas à grandes centros urbanos, como Berlim, Sinfonia de uma Cidade e São Paulo, A Sinfonia da Metrópole. continue lendo »

Hannah Montana: O Filme (Hannah Montana: The Movie)

Cinema quinta-feira, 11 de junho de 2009 – 1 comentário

Miley Stewart (Miley Cyrus) luta para lidar com a escola, amigos e com sua a personalidade secreta de pop-star. Quando a crescente popularidade de Hannah Montana ameaça tomar conta de sua vida – ela talvez simplesmente a deixe tomar. Então seu pai (Billy Ray Cyrus) leva a adolescente para casa em Crowley Corners, no Tennesse, para uma dose de realidade, iniciando uma aventura tão cheia de diversão, risos e romance que nem mesmo Hannah Montana poderia imaginar.

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O Mágico de Oz (The Wizard of Oz)

Bogart é TANGA! terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 – 6 comentários

Baseado na história de L. Frank Baum, o filme O Mágico de Oz (de 1939) conta a história de Dorothy Gale e seu cachorro Totó. Um belo dia, depois de uma tentativa de fuga frustrada pra salvar seu cachorrinho das garras de uma vizinha xarope, um tornado passa pelo Kansas e leva a casa de Dorothy para além do arco-íris, na terra de Oz. Lá a menina passa por alguns perrengues ao tentar encontrar o grande Mágico de Oz, o único que pode mandá-la de volta pra casa. E no meio do caminho faz amizade com um espantalho, um homem de lata e um leão, todos desprovidos de alguma coisa e dispostos a acompanha-la na empreitada afim de ganhar uns presentes do Mágico.

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Grease – Nos tempos da brilhantina (Grease)

Bogart é TANGA! terça-feira, 27 de janeiro de 2009 – 5 comentários

Você já ouviu falar desse filme. Sua mãe COM CERTEZA já assistiu, seu pai já quis pegar a Olivia Newton-John e, se brincar, você tem uma tia que ainda tem esperança que o John Travolta volte a ser como o daqueles tempos. Hoje no BéT falarei de Grease!

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Review – Guitar Hero III Legends of Rock

Games sábado, 24 de novembro de 2007 – 3 comentários

Você nunca jogou Guitar Hero? Nem ao menos sabe o que é isso? Pequeno Gafanhoto, você não gosta de videogames então. Confesso que quando conheci essa mania grudenta (E bota grudenta nisso!) eu pensava: Em que merda estou me metendo? Pois então eu meti os dedos nos L´s e R´s do meu controle de PS2. Tanta meteção deu que eu viciei naquele jogo de naba e acabei jogando todas as versões que saíram pro meu videogame. Com isso eu conheci o aprimoramento de Guitar Hero II e o repeteco inútil (Podem ficar longe desse) de Rock the 80’s. E agora chegou Guitar Hero III e o pouco de sanidade que eu tinha se perdeu entre Welcome to the Jungle e The Number of the Beast.Se você não sabe que músicas são essas, vai embora daqui!

Logo
Pra começar, o sistema desse jogo é bem simples: Você desembolsa 200 pau e compra a guitarra e leva o jogo de brinde. É isso aí. Duzentos em um controle de plástico foda pacas que você vai poder exibir pros seus amigos guitarristas e dizer: Olhem como eu toco bem. Aí eles vão te chamar de tanga, rir da sua cara e você vai voltar pra realidade. Ou pra jogar Guitar Hero. Falando sério: Os mesmos botões R1, R2, L1, L2 e X substituem aqueles coloridos da guitarra, é só seguir a cor certa no jogo e apertar como se fossem acordes pra tocar uma música do jogo.

Guitarra
O primeiro jogo teve uma trilha sonora, digamos… Boa. Pelo menos pra quem conhece alguns dos “clássicos” populares, aquelas músicas que já fizeram parte de filme ou que fizeram seus pais terem você, literalmente. O segundo aumentou ainda mais a lista de fãs, incluindo personagens bizarros e músicas mais do gosto popular ainda. Até Foo Fighters estava lá, com Monkeywrench. Foo Fighters!!! E é uma das músicas que mais me pegou no jogo, ô coisa maldita de acordes rápidos! É de fritar os indicadores.
E então veio o terceiro. Cara. Só para terem uma idéia: Tom Morello, do Rage Against the Machine, Slash, do Guns N’Roses e até mesmo um Robô e um cover do Elvis (Um péssimo cover, aliás) são habilitáveis!

Personagens
Sério, os personagens dessa série são fodas, têm pra todos os gostos, desde aquele seu amigo emo (TANGA!) até o mais punk com um moicano de TRINTA centímetros! E as guitarras. Desde o primeiro da série a Gibson liberou várias de suas guitarras e agora a lista é de mais de trinta versões diferentes, com várias cores. É pra qualquer fã de rock (ROCK mesmo) gozar.

Punk
Agora, tanguinha, você pergunta o que isso tem a ver com você. Realmente, se você não gosta de música e chegou até aqui, você não tem nada a ver com nada daqui e merece levar um chute. Mas se você gosta de música e quer conhecer um jogo que TEM a ver com o que você gosta, Guitar Hero III é um dos melhores exemplares. Cara, para ter uma idéia, vai ter pelo menos QUATRO modos diferentes de fechar o jogo, já que você tem a opção de Carreira, de Co-Op Carreer e simplesmente quatro níveis de dificuldade em cada um e múltiplas opções. E só para você saber, Extreme aqui REALMENTE significa Extreme! A dificuldade desde o segundo jogo é absurda! Existem músicas em que você vai usar os cinco botões em interhvalos de nanosegundos enquanto tenta processar aquela chuva de cores na tela. Chore, pequeno gafanhoto, porque você vai perceber que é fraco quando jogar isso aqui.

jogo
Guitar Hero III até para PC saiu. Sério! Aquele FDP do seu amigo com Wii estará jogando e aquele imbecil do seu amigo com PS3 que fica te esnobando também vai ter esse jogo. Vida de pobre é foda. Mas ao menos você vai ter múltiplas possibilidades para jogar, vendo a diferença do gráfico que define se aquele rabisco na tela é mesmo uma corda de guitarra ou um designer idiota errou na hora de fazer aquele gráfico. E criar campeonatos para GHIII é a coisa mais fácil que tem, gigantesco que é o número de músicas. Dá pra fazer 20 jogos, com três músicas cada um e ainda sobrar opções.

jogo1
Enfim, o jogo tem ótimos gráficos, uma seleção de músicas muito mais conhecidas do que os anteriores (Que em sua maioria eram novidade pra quem tinha menos de 20 anos e não tinha estudado o assunto), muito mais diversão e a chance de sacanear aquele seu amigo pentelho que já fechou COMPLETAMENTE os anteriores e fica te zoando porque você joga no Médium. Aliás, o modo Duel é o mais engraçado, porque você pode ferrar o adversário completamente e é nesse estilo que você enfrenta os Chefões (É, até ISSO tem nessa última versão) do jogo enquanto tenta tornar sua banda a melhor de todas as de garagem. Depois disso você pode até dizer que é uma estrela do rock, mas ainda vai precisar de muito para pegar uma gordinha. Sinto muito, pequeno gafanhoto!

Ficha Técnica
Plataforma Playstation 2/Playstation 3/Nintendo Wii/X360/PC
Gênero Musical
Lançamento 28 Outubro 2007/13 Novembro 2007
Nota 9,0

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