Livros

segunda-feira, 03 de outubro de 2011 –
4 comentários Loney
Em teoria isto é um post, e em teoria eu tenho de dar-lhe uma introdução, colocar uma imagem, o separador de texto, alguns parágrafos, algumas imagens e por fim dizer na conclusão tudo que eu já disse antes, mas de modo diferente (E com uma piada), para que todos pensem que eu sei bastante do assunto do qual acabei de falar… Mas quem liga?

Hilário.
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Livros

quinta-feira, 29 de setembro de 2011 –
7 comentários chinaski
Dependendo da turma que anda com você, pode ser muito embaraçoso admitir que nunca leu um romance de Dostoiévski, Hemingway, Joyce, Shakespeare ou até mesmo de Machado de Assis. Mentir, nesses casos, pode ser perigoso e arriscado: E se perguntarem sobre algo que somente quem teria realmente lido o peso pra papel livro saberia? E você que se gabava de ter lido todos os livros do tal autor, mas na verdade você nunca chegou nem a folhear? Aí eu te respondo a essa pergunta: Sobre como falar dos livros que nunca lemos?
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O mundo da literatura não é – nem de perto – badalado como o do cinema, por exemplo. Mesmo assim, ainda se cria alguma expectativa para lançamentos de livros que “prometem abalar”. Pois bem, quando se cria essa expectativa normalmente se dá ao redor de três tipos de lançamentos: continue lendo »
Como toda primeira vez, foi marcante. No começo, difícil. Meio sem jeito, um tanto diferente de tudo que já tinha feito. Cheio de novas descobertas. Com o passar do tempo tudo foi se ajustando e vi que era uma prática interessante. Foi assim a primeira vez que li/ouvi um audiobook ou, para quem preferir, audiolivro.
Há algum tempo ouvia falar em audiobooks, ótima opção para deficientes visuais, idosos, pessoas sem tempo para ler, ou que simplesmente não queriam ler. Eis que certo dia – andava meio sem tempo, gastando horas diárias no trânsito – me deparei com uma promoção de um audiobook água-com-açúcar: Marley & eu, de John Grogan.
Comprei-o. continue lendo »
Tá chegando o Natal! Época de trocar presentes, comer peru, encher a cara de vinho pra suportar reuniões de família, enfrentar filas intermináveis, ouvir esse jingle em ritmos acelerados e insuportáveis em toda esquina, ver crianças sentadas no colo de um velho gordo e barbudo vestido bizarramente, enfim, sentir o “espírito natalino”. Afinal de contas, que puerra é isso? Até hoje não entendi essa história alimentada pelos comerciantes. Afinal, o que tem a ver Santa Claus (ou St. Nicholas), o velhinho barbudo pedófilo, com a celebração o nascimento de Jesus. Agradeço se alguém explicar. A propósito, ontem foi o dia de São Nicolau, ou como queriam chamá-lo. continue lendo »

Antigamente era assim, personagem de “programa infantil” podia fumar e dar mal-exemplo. Seu Madruga não só fumava, como apagava o cigarro na mão de Quico (ou Kiko? Whatever…). Talvez por isso ele seja um dos mais cômicos, amados e carismáticos da série Chaves. De toda forma, esse magrelo de olhos azuis (sim, descobri isso no livro) dispensa apresentações. continue lendo »
Livros

terça-feira, 16 de novembro de 2010 –
3 comentários vito
Imagine a cena: Domingo à tarde, o tempo tá meio indeciso e você não têm vontade de fazer nada. Olha pra cabeceira da cama e vê um livro empoeirado ali, implorando por atenção. Mas como você nunca ouviu falar do autor, decide deixar ele quieto por ali e chamar os amigos pra ir ao cinema assistir um filme. Quando chega lá, vê que só tem filme nacional em cartaz e escolhe o com o nome mais estranho. Entra, assiste, gosta do que vê, e, depois de um tempão, descobre que o filme que você assistiu foi adaptado daquele livro empoeirado que você deixou de ler. Se essa situação realmente aconteceu com alguém eu não sei, mas tenho certeza de que muitos não fazem idéia de que grande parte dos filmes nacionais, novelas e mini-séries que a gente vê por ai, são na verdade adaptações de livros da nossa literatura. continue lendo »
Livros

terça-feira, 09 de novembro de 2010 –
9 comentários vito
De vez em quando, andando por ai em bibliotecas ou livrarias, sou obrigado e escutar coisas do tipo: “Literatura brasileira é uma droga! Não tem livro que preste”. Tudo bem que nem todos os livros da nossa literatura são “bons” de ler (Digo bons querendo dizer agradável, tipo aquele livro em que você senta e não consegue mais parar de lê-lo), mas quer você acredite ou não, existem sim bons autores tupiniquins!
Obviamente que o conceito de bom autor é relativo para alguns, pois nem todo imortal da ABL é necessariamente um best-seller. Da pra pegar como exemplo Machado de Assis (Pressinto xingamentos em 3…2…1), que até hoje é considerado o maior nome da literatura nacional, mas dá pra contar nos dedos a quantidade de pessoas que possuem Memórias Póstumas de Brás Cubas como livro de cabeceira. continue lendo »
No começo do mês, o escritor peruano Mario Vargas Llosa foi consagrado com o Prêmio Nobel de Literatura. Para quem não o conhece, recomendo começar lendo Travessuras da Menina Má. O fato é que esse reconhecimento é mais do que merecido. Vargas Llosa é um escritor completo, daqueles que consegue ser profundo e popular ao mesmo tempo, com textos agradáveis, fluidos e leves. O tema central de seus romances é a natureza humana, que é abordada de forma sutil, o que o torna diferenciado. Eu me arrisco a dizer que ele é uma versão moderna e mais acessível de Machado de Assis. continue lendo »

Hoje: vida boa.
Pra entender a motivação da (criticada) temática constante dos livros de Paulo Coelho, um bom começo é conhecer um pouco da sua história de vida. Bom, na verdade, pra conhecer melhor qualquer pessoa é indispensável conhecer o caminho que ela atravessou na vida, uma vez que as circunstâncias que permeiam a senda pessoal de cada um são determinantes para a formação, em sentido lato, dos indivíduos, podendo refletir em diversos aspectos na vida pessoal e, no caso, profissional. continue lendo »