A Primeira Vez

Nona Arte quarta-feira, 03 de novembro de 2010 – 4 comentários

Eu não sei vocês, mas eu aprendi a ler antes dos quatro anos de idade. Atribuo isso a meus pais, outras duas traças que, querendo me tornar semelhante a eles, me ensinaram a ler e “escrever” (Minhas letras cursivas são sofríveis até hoje) bem antes de entrar para a alfabetização, ou seja lá como chamam isso hoje.

Aos oito anos de idade, já tinha lido todo o Sítio do Picapau Amarelo, a meia dúzia de livros infantis de Érico Veríssimo e começava a olhar, cobiçoso, para uma coleção d’O Tesouro da Juventude, encadernada em couro vermelho, que repousava nas estantes da biblioteca de casa. Inquietos com a minha sede por leitura, de certo modo já perigosa (Sim, perigosa. Não foram poucas as vezes em que fugi das aulas ou do intervalo para invadir a biblioteca e ler o que diabos houvesse lá), meus pais resolveram prestar mais atenção ao monstro que haviam criado. Resolvidos a não ser mais chamados pela diretora da escola devido ao meu “mau comportamento”, fizeram a assinatura daquilo que, na época, era algo no nível de epicidade de ter um Super Nintendo, ou SNES (Eu ainda tenho o meu!) ou um Mega Drive/Sega Genesis: as revistas da Turma da Mônica. continue lendo »

Vida real e poderes ficcionais – Parte I

Nona Arte quarta-feira, 25 de agosto de 2010 – 13 comentários

Ah, a infância. Aquela doce época, vários anos atrás, na qual nossas únicas preocupações eram comer, dormir, brincar e inventar desculpas para não entregar a atividade de casa à professora. Não tínhamos que nos preocupar com dinheiro (Papai sempre lhe dava a fortuna de R$ 5-10 por semana, que seria gasta em pipoca, balas e revistas em quadrinhos). A vida era boa. continue lendo »

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Trutas
  • Ahnão
  • Bobolhando
  • Cataclisma
  • Dedo de Moça
  • Di Vasca
  • Estranho Sem Nome
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  • Manolagem
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  • Que Diabos?
  • Sake Com Sal

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