Aproveitando que o K fez uma resenha pra [REC] 2, eu vos humildemente escrevo um pequeno manual de como levar menininhas* para assistir filme de terror e se dar bem no final. Ou durante, dependendo da preferência. continue lendo »
Sim. Eu sei que estou sumido. Mas enquanto vocês estavam indo ao show do Restart durante as férias, a pessoa que aqui vos fala estava em Nova York, em um workshop de cinema. O resultado final vocês assistem abaixo:
Divulguem, elogiem, critiquem, enfim. Apesar de não respeitar a opinião de vocês, talvez eu absorva alguma coisa por osmose. E vocês vão podem bater no peito e dizer que a maior realização de suas vidas foi influenciar (Muito pouco) na carreira do maior diretor do século XXI. Mas enfim… Ninguém vai acreditar em vocês mesmo. Mudando um pouco de assunto, o ponto é que estar atrás das câmeras te dá uma visualização totalmente diferente do produto final. A idéia da coluna de hoje, além de fazer um jabá, é trazer uma espécie de “making-of” de tal produção. continue lendo »
A definição de Fan-Film do Wikipédia é a seguinte: “produções amadoras relacionadas a uma obra existente (não necessariamente outro filme), criado por fãs.”
“Produções amadoras” é um termo bastante genérico para esse tipo de filme, uma vez que muitos são feitos por produtores de Hollywood apenas parar mostrar seu potencial. Mas não é o caso desse filme. O Maior Fan-Film de Todos os Tempos é sem dúvida um filme extremamente amador. Daqueles feitos por amigos bem no estilo Batiman – Feira da Fruta.
É quase natural de qualquer um que assista filmes de terror ficar “falando” com os personagens quando eles estão prestes a fazer alguma besteira como por exemplo entrar numa casa abandonada no meio de uma estrada deserta para ver se não tem alguém que possa ajudar sem saber que aquele é o matadouro do maior assassino em série da história.