Sempre falo de desenhos antigos que fizeram sucesso, mas dessa vez falarei de um atual, ou melhor, novíssimo: The Cleveland Show!
The Cleveland Show é a nova animação da Fox e do Seth MacFarlane e, assim como Family Guy e American Dad, tem tudo para ser um grande sucesso.
Como dito na última coluna, a série é spin-off da animação da turma de Peter Griffin, onde o personagem principal é Cleveland Brown que, junto com seu filho, o gordinho Cleveland Jr., se mudam de Quahog, Rhode Island, para Stoolbend, Virginia. continue lendo »
Uma das grandes surpresas apresentadas nesta temporada é a animação The Cleveland Show, exibida no canal FX. Spin-off da já consagrada Family Guy (Uma Família da Pesada), confesso que tinha um pé atrás quanto ao sucesso da série, mas felizmente estava errado. continue lendo »
Todos aqui sabem que gosto de desenhos animados, mas ultimamente a falta de tempo tem me feito seletivo em relação à qual animação assistir. Alguns desenhos favoritos, como Padrinhos Mágicos, Pinguins de Madagascar, Bob Esponja e até o Family Guy, já que o FX sumiu com ele da programação, estão impossíveis de assistir. Até tentei assistir no streaming, mas não consigo.
O jeito é ver o que dá, e quando dá. Os Simpsons, como passam de madrugada e quase sempre na Fox, não é tão difícil de ver. Problema que em 20 temporadas, a emissora repete várias vezes os mesmos episódios de sempre. Perdi as contas de quantas vezes já vi a família amarela na África, Japão ou o episódio do Dia das Bruxas em que Bart faz amizade com o ET Kodos, a la ET do Spielberg.
Já passaram dos 100 episódios e comemoraram 10 anos? Como to velho!
Mas, apesar disso, o que mais me chateia é que não vejo coisas novas, ou desenhos que estava gostando, como o Homem-Aranha que estava passando e só vi a primeira temporada, ficando meio perdido nas novidades do mundo da animação.
Só ando mais antenado quanto aos lançamentos em cinema e quando, em uma zapeada, vejo que está passando algum dos favoritos. Pelo jeito, terei que me adaptar e começar a ver na internet meus prediletos, bem como melhorar meu inglês para ver logo que lançam lá fora.
Pô, eles já têm até filho!
Enquanto não me adapto, ou arrumo meu tempo, vou vendo as eternas reprises de Os Simpsons na Fox.
E vocês, como fazem para ver seus desenhos favoritos quando estão sem tempo?
Após uma ausência forçada por conta de um dogão-jesus-me-chama (ou um café-da-manhã-com-suco-quente-e-presunto-duvidoso), cá estou de volta para encerrar a série sobre quem é o melhor, se Matt Groening ou Seth MacFarlane.
Para falar a verdade, a resposta saiu na última coluna – Matt Groening disparado – o objetivo agora é fazer uma breve reflexão sobre essa discussão.
Até pensei em fazer uma coluna em homenagem ao criador do moonwalk, mas como o assunto Michael Jaclkson já deu no saco, resolvi retomar a série de quem é melhor, se Matt Groening ou Seth MacFarlane.
E retomo com um duelo para lá de complicado e que, provavelmente, irei me contradizer: Os Simpsons x Family Guy (vulgo Uma Família da Pesada).
O DJ Raphael Mendes, aka Bobagento, mandou uma sugestão interessante para a coluna desta semana.
Listar os maiores anti-heróis da ficção.
Anti-herói é aquele cara que, ao contrário do herói bonzinho cagão – tipo Superman – faz as coisas do jeito lhe convém e de acordo com seus interesses, objetivos ou o que quer que seja para cumprir sua missão, independente se os métodos que usarão são ou não tolerados pela sociedade, como o Batman e Wolverine.
Geralmente são movidos pelo egoísmo, vaidade e qualquer coisa que não seja a visão principal do herói, que é ajudar o próximo.
Anti-heróis são complexos pelo simples fato de que tanto podem ser os heróis como os vilões da história, de certa forma criando uma empatia com o público, que, dependendo da situação, torcem por ele independente de ser o personagem principal, herói ou vilão.
Comum nos Simpsons, muitos artistas fazem participações especiais em diversas animações, sendo mais comum visitarem Springfield, e atualmente, Quahog.
Essa coluna meio que complementa a anterior, sobre os músicos que viram desenhos, mas com um destaque especial.
Para quem acha que tudo começou no fim da década de 90, com a família de Springfield, fique sabendo que bem antes, lá para meados da década de 40, quase no fim da Segunda Guerra Mundial, a brasileira Carmem Miranda aparecia no longa “Alô Amigos”, contracenando com Zé Carioca e Pato Donald. Anos depois, sua irmã, Aurora Miranda, fez uma participação especial no filme “Você já foi à Bahia?”, com os mesmos personagens.
Só a sombra da Carmem e, quem diria, politicamente incorreto total hehehe
Chegou a penúltima coluna do ano, e a primeira na casa nova.
Semana passada, infelizmente, não foi ao ar, por conta das mudanças (sendo o primeiro, não intencionalmente, a honrar o nome de Pipoqueiros deste site), nesta volta, em dia diferente, não retomarei do ponto em que parei a última, afinal, é Natal.
Oras, e o que isso tem a ver com este Papo Animado? continue lendo »
Muita gente fala que Family Guy é plágio de Os Simpsons. Eu não diria plágio, diria que segue a mesma linha de comédia escrachada, mas enquanto Os Simpsons exagera nas situações do cotidiano para dar o ar de comédia, Family Guy exagera na acidez e no humor negro das piadas.
E, na minha opinião, Family Guy é MUITO mais legal.
Não tem como você assistir Family Guy sem o seu sensor de humor negro, portanto, se você é um tanga indivíduo sensível, que leva tudo a sério demais e não vê graça em piadas machistas, religiosas, cancerígenas, fisicamente deficientes e hipocritamente verdadeiras, não assista Family Guy.
You Have Aids, uma das músicas mais polêmicas de todos os tempos.
“Eu lamento, queria que fosse algo menos sério, mas é AIDS
Você tem AIDS”.
Eu gostaria de ter encontrado a cena em que eles cantam essa música, mas o youtube tirou TODAS do ar. Então, eu explico a vocês.
Neste episódio, um médico tem que contar a um paciente que ele tem AIDS e, como não tem coragem, chamou um quarteto de barbershop (whatever…) para cantar as más notícias ao paciente.
A polêmica que rolou foi maior que as minhas risadas ao ver essa cena.
Claro que os xiitas vão falar “é, você ri porque você não tem AIDS”, mas vamos combinar que não foi um ataque dirigido. Eu não vejo portadores de necessidades (físicas) especiais reclamando das piadas que surgem advindas do personagem paraplégico que existe no desenho. Eu sou mulher, e as piadas machistas nunca me ofenderam, nem as piadas sobre os gordos, menos ainda sobre mulheres feias.
Esse povo leva tudo a sério demais…
Where are all those good old fashioned values on which we used to rely?
Family Guy foi criado por Seth MacFarlane (que também dubla meia dúzia de personagens) em 1999, para a Fox. Por causa das inúmeras polêmicas, a Fox tentou cancelar o desenho mais de uma vez. Porém, o sucesso se refletiu nas vendas do DVD. O dinheiro falou mais alto e a Fox sempre voltava atrás na sua decisão de cancelamento. Mas, mesmo assim, muitos episódios nunca foram ao ar por serem profanos demais (nem Deus escapa das piadas) ou por serem culturalmente ofensivos. Aposto que esses devem ser Os Melhores Episódios. De qualquer forma, mesmo com os cancelamentos e críticas e reclamações e censuras, Family Guy já está em sua 7º temporada.
Além das piadas cruéis, outra característica do desenho são as chamadas “piadas tangenciais”, que são como flashbacks extremamente engraçados baseado em algo dito por algum personagem. Aparecem também muitas músicas cantadas e dançadas em estilo Broadway (“You Have Aids” é uma delas) e as cenas que mostram um ou outro personagem chapando o côco nas drogas são ESPETACULARES.
Os personagens são carismáticos e possuem características bem definidas. Peter Griffin, o chefe da família, é muito comparado ao Homer Simpson. Na minha opinião, Griffin é mais engraçado. O Homer é engraçado partindo pro lado bobão, Griffin é engraçado por não ter o menor bom-senso ao conversar com as pessoas.
O neném Stewie é um psicopata que ainda usa fraldas, e que deseja ardentemente matar a própria mãe. O cão da família, Brian, é o personagem mais sofisticado da série. Gosta de jazz, bebe martíni, freqüenta pubs e tem um vocabulário rebuscado. Oi, eu já disse que ele é um CACHORRO? Existe ainda a filha rejeitada, o ex-policial paraplégico, um amigo negro etc etc etc.
Stewie e Brian, meus dois favoritos.
Se você tem TV a cabo, assita Family Guy no canal FX ou na própria Fox. Se você for azarado como eu e não tiver TV a cabo, tudo bem. Family Guy é exibido na Globo com o nome “Uma Família da Pesada” (tradução poooorca) aos sábados, após o Altas Horas. Dá prá sair, encher a cara e chegar em casa 4 e pouco da manhã e ficar rindo das bobagens que esse povo do desenho inventa.
Abaixo, um teaser prá vocês. Alguns momentos engraçadinhos do desenho, mas é claro que isso NÃO SE COMPARA a assistir um episódio de cabo a… rabo (heh) , mas dá prá você sentir de qual que é.
Então, se você é gente boa, não se ofende com qualquer bosta e curte piadas inteligentes e mais negras que… café, Family Guy é uma ótima dica prá você.