Histórias de Fantasmas (Charles Dickens)
Tenho certeza absoluta que todos vocês conhecem ao menos uma obra de Charles Dickens, mas está na hora de vocês conhecerem um pouco mais sobre o autor… Aliás, é uma vergonha vocês não conhecerem o cara.
Tenho certeza absoluta que todos vocês conhecem ao menos uma obra de Charles Dickens, mas está na hora de vocês conhecerem um pouco mais sobre o autor… Aliás, é uma vergonha vocês não conhecerem o cara.
Sabe aquelas estórias (Ou seriam “histórias”?) que velhos estranham nos contam no crepitar da lareira, à meia-noite? Pois é, H.P. Lovecraft não chegou nos seus 90 anos (Aparentando uns 318…), mas definitivamente farão vocês inúteis terem pesadelos e se borrarem enquanto dormem.
Smith tá de volta, criançada, com um inspirado conto de esperança e boaventura pra esse ano novo que se inicia.
Seu primeiro emprego: entregador de pizza. Estava com dezesseis anos, dirigindo uma Honda CG Fan 125 cortando pelas ruelas do morro da tijuca do Rio de Janeiro levando as pizzas que custavam R$ 9,99. A polícia municipal tinha mais com o que se preocupar do que parar moleques de dezesseis anos que dirigem motos roubadas fazendo bicos para tentar ajudar os pais em casa. Por uma nota de dez reais, vários dos moradores da favela do Borel garantiam o jantar de sua família pedindo uma pizza grande.
Dessa vez, temos revelações profundas e bombásticas [E não, eu não sou o Nelson Rubens].
Vamos começar com um pequeno exercício de lógica.
Se você perder uma perna em, digamos, um acidente de carro, você substitui ela por uma prótese, claro, ainda quer andar por aí fazendo coisas aleatórias que todo mundo faz. Você pode pensar pelo lado estético, e achar que fica feio, mas pelo menos é útil. Pelo lado bom, mosquitos não vão mais te incomodar, pelo menos não nessa perna. Em nenhum momento você vai achar que deixou de ser uma pessoa. Não por perder uma perna.
Um dia como qualquer outro, trabalho, faculdade, uma dose de café e um cigarro. Inevitavelmente, a maioria de nossos dias passam em conjunto. Você não se lembra de dias em separado, mas aos pares, nada diferente acontece. Mesmo que tenham algumas mudanças no roteiro de última hora, nada que comprometa o final irritante. Nada que faça você conseguir diferenciar a ontem de hoje.
E, mais uma vez, o Smith viajando. Dessa vez não nas dorgas, aparentemente.
Quer ler o resto? Cê já deve saber o caminho, não?
O Smith tá emo. Vamo dar uma ajuda pra ele, comentem nos textos dele. Ele se alimenta de comentários, não comida. Brasilienses…
Você precisa de dinheiro. Você quer comer, então precisa de dinheiro. Você quer trepar, precisa de dinhero. Quer rezar, precisa de dinheiro. Quer morar, casar, viajar, ter filhos, drogas, sonhos. Sonhos.
Corta para o passado.
Caminhando por aí, no meio da multidão, comecei a olhar ao redor. No começo, os rostos eram muito confusos, não conseguia perceber muito bem o quê era o quê, e me sentia diferente, único. Acelera o tempo, as pessoas passam mais rápido, e eu fico só observando.
E eu não sei mais o que escrever nessa porra, então vão lá ler o resto, porra.
So, do you really think that this is life? To be born, study your whole life thinking about a promissed future, with the promissed happiness that you know that you’ll never get?
“Mas que merda de futuro sem-graça vão nos deixar”, foi o que eu disse outro dia. Aquela gente do século passado, eles é que sabiam viver. Meu pai, que viu boa parte do século vinte e agora está vendo o vinte e um é que me conta: Carros, discos, máquinas. Tudo politicamente incorreto hoje, isso que eu gosto. Eu cheguei atrasado e nasci no final de tudo isso aí. Não dá pra fazer nada quanto à isso. Enfim. continue lendo »
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