Um homem sem passado escolhe viver em uma grande cidade, em meio ao caos urbano onde quem dita às regras é o crime organizado. Vendo essa paisagem caótica repletas de ladrões, policias corruptos, prostitutas e até um Papai Noel pedófilo, Hobo (Rutger Hauer) decide fazer justiça com suas próprias mãos com ajuda de apenas um amigo: Sua espingarda calibre 20.
Antes de mais nada, se faz necessário lembrar que esse filme não saiu nos cinemas do Brasil [E nunca sairá, já que foi lançado direto em DVD]; o que é uma pena, porque é um excelente filme trash, bem no espírito splatter de ser. É aquela violência tão exagerada que cê vê de longe que é falso. O que não impede aquela contração involuntária de “ai meu pinto”.
E uma reclamação totalmente esdrúxula aqui pela forma como o título foi traduzido: Esse “o” foi totalmente desnecessário e soou estranho pra caralho. Se não tem “the” no começo, não enfiem “o” no meio, tradutores. Já que vai lançar direto em DVD, faz o negócio ficar mais atrativo. Se bem que eu preferia ir ver no cinema. continue lendo »
Sherlock Holmes continua desenvolvendo novos disfarces e maneiras de ludibriar seus oponentes, enquanto seu fiel escudeiro John Watson está prestes a se casar e sair numa lua de mel dos sonhos com sua amada Mary Morstan. A única coisa que o caro Watson não contava era que seu amigo Holmes apareceria com uma nova teoria conspiratória de que o ardiloso Professor Moriarty estaria por trás de uma série de assassinatos, que visam desestabilizar a paz mundial. Quando a amiga Irene Adler desaparece, depois de prestar um serviço sujo para Moriarty, Holmes descobre que a cigana Simza pode ser a chave para desvendar todo o mistério por trás das mortes. A questão é: conseguirá Holmes superar a esperteza do terrível Moriarty?
Então, eu fui no cinema pra ver o Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras esperando apenas encontrar uma versão piorada do primeiro. Mas pra minha surpresa, o que se sucedeu foi justamente o contrário. Ou não exatamente o contrário, mas cês entenderam. continue lendo »
A algum tempo atrás, muito devido à morte do ator Heath Ledger que interpretou magistralmente um dos maiores vilões do homem morcego, o Coringa, iniciou-se um tipo de “culto” à identidade secreta de Bruce Wayne, o Batman, é claro. O herói saído das histórias em quadrinhos da DC Comics nunca esteve tão na moda. É fato que a hábil direção do Christopher Nolan deve também ser exaltada, e graças a ele o “gênero” de filmes de super-heróis atingiu o patamar de pura arte.
Mas eu não estou aqui para falar sobre a nova trilogia do Cavaleiro das Trevas (O último filme fica pronto ano que vem). Vamos voltar no tempo, exatamente ao ano de 1989, para saber como foi a estréia do morcegão na telona.
Eu, como fã de filmes de super heróis e fã de HQs, confesso que quando vi o trailer de anúncio de Batman Arkham Asylum fiquei apaixonado, um jogo que parecia valer a pena, e melhor, contava uma história criada exclusivamente para o jogo, além de ser um jogo de um herói (Até por que infelizmente temos um certo problema com jogos de heróis, né?). Não preciso dizer que quando vi o anúncio de um segundo jogo, chamado Batman Arkham City, quase molhei as calças, um mundo maior, mais vilões, tudo parecia ser perfeito. Aproximadamente dois anos após a estréia do primeiro game, e mais ou menos dois anos após eu terminá-lo, finalmente peguei seu sucessor, e agora estou aqui, contando o que achei, no meu primeiro post aqui no Bacon!
Nota: Batman Arkham City é a continuação direta de Batman Arkham Asylum, então fique ciente que nesse review teremos SPOILERS de toda série. E antes de mais nada, para introduzir Batman Arkham City, preciso contar um pouco do jogo anterior, então prepare-se. continue lendo »
Em um futuro próximo, Charlie Kenton é um lutador de boxe frustrado após o esporte se tornar uma modalidade de alta-tecnologia, sendo comandado por robôs altamente desenvolvidos. Ele abandona a profissão e começa a viver da venda de restos de robôs para o ferro velho. Quando sua vida parece ter encerrado, ele se reúne com seu filho para construir e treinar uma nova geração de robôs.
Eu não tinha visto muita coisa a respeito desse filme, admito. Só fui ter alguma “interação” quando escrevi as estreias da semana passada, ai eu fiquei com vontade de ver essa josta [Já que a Disney, que distribui esse e outros filmes, não me chama mais pra ver as paradas]. Dado o meu desemprego, fui no cinema assistir sexta a tarde mesmo, que é mais barato. E rapaz, eu não me arrependi. continue lendo »
A arrogância do Homem deflagra uma cadeia de acontecimentos que leva os símios a ter um outro tipo de inteligência e a desafiar nosso posto de espécie dominante no planeta. Caesar, o primeiro símio inteligente, é traído pelos humanos e se revolta passando a liderar a incrível corrida de sua espécie rumo à liberdade e ao inevitável confronto com o Homem.
Devo dizer que esperava um filme médio. Um filme daqueles que você assiste na sessão de quarta-feira, porque é mais barato. E me enganei redondamente, amigos. Planeta dos Macacos: A Origem é o tipo de filme que, num mundo ideal, lota todas as salas no fim de semana, devido à enorme demanda por produtos de qualidade. Mas infelizmente nós sabemos que não funciona assim no mundo real. O filme pode até ser procurado, mas não acredito que alguém vá ter problemas pra assisti-lo. O que, de certo modo, também é bom, porque os apreciadores de bons filmes [Conceito muito subjetivo] conseguirão assistir tal obra prima sem grandes problemas. continue lendo »
Em um universo tão vasto quanto misterioso, uma pequena mas poderosa força existe há séculos. Protetora da paz e da justiça, ela é conhecida como a Tropa dos Lanternas Verdes. Uma irmandade de guerreiros designada a manter a ordem intergaláctica, na qual cada Lanterna Verde possui um anel que lhe garante superpoderes. Porém, um novo inimigo chamado Parallax ameaça destruir o equilíbrio das forças do Universo e o destino dos guerreiros e do planeta Terra estará nas mãos do seu mais novo recruta, o primeiro humano a ser selecionado para a Tropa: Hal Jordan (Ryan Reynolds), um piloto de testes talentoso e audacioso.
Não devo ser só eu que tenho preconceito com o universo DC. Não senhor. Existe toda uma horda anti-DC ai fora. Mas a maior horda é a anti-ter-que-ler-algo-antes-de-ver-o-filme. E adivinha quem ganha, quando o assunto são adaptações de heróis famosos-porém-que-ninguém-lê-porra-nenhuma? Pois é. A turba acéfala acaba destruindo tudo o que há de sagrado e puro no mundo das ideias, quando faz com que tais ideias venham ao nosso mundo em forma de filme ruim. Eu disse filme ruim? Eu quis dizer filme médio, péssima adaptação. continue lendo »
Capitão América: O Primeiro Vingador focará nos primeiros dias do Universo Marvel, quando Steve Rogers (Chris Evans) é voluntário para participar de um programa experimental que o transforma no Super Soldado conhecido como Capitão América. Como Capitão América, Rogers se une a Bucky Barnes (Sebastian Stan) e Peggy Carter (Hayler Atwell) para entrar em guerra com a maligna organização H.I.D.R.A., liderada pelo vilão Caveira Vermelha (Hugo Weaving).
Eu não sei vocês, mas eu tava empolgadaço pra assistir esse tal de Capitão América: O Primeiro Vingador: Por mais que o personagem seja um escoteiro maldito nos quadrinhos, sendo poucas vezes realmente foda [Único exemplo que eu consigo me lembrar é a Guerra Civil da Marvel], eu gosto dele. Acho que nem tanto pela personalidade, mas talvez porque ele não tem exatamente um superpoder: Ele é só um ser humano elevado aos píncaros de seu potencial. E o fato dele ter um escudo praticamente indestrutível que o desgraçado consegue jogar nos inimigos e fazer rebater igual pinball de volta pra ele também é foda, falaê. continue lendo »
Você já quis ser um monstro gigante radioativo, um E.T. gigante, um ciclope gigante ou um robô gigante (Ou uma mistura disso tudo), para poder destruir cidades, derrubar helicópteros e aviões, esmagar pessoas e deixar um cientisma maluco feliz? Days of Monsters! é pra você. continue lendo »
Os Autobots, liderados por Optimus Prime, voltam à ação, junto com o humano Sam Witwicky (Shia LaBeouf) para derrotar os Decepticons, que estão determinados a dominar o planeta Terra. Nesta batalha, vem à tona a revelação do quanto os Transformers tiveram papel importantíssimo na conquista da Lua, se envolvendo no desespero tecnológico dos seres humanos para ajudá-los na empreitada. Este mistério sobre a corrida espacial entre EUA e URSS e seu desfecho acaba guardando um dos segredos mais perigosos da Terra.
Robôs gigantes. A humanidade [Ou pelo menos os portadores do cromossomo Y da humanidade] sempre gostaram dessas grandes massas de metal em formato humanóide ou animal, que tem grande poder de destruição, principalmente quando se fala de Tóquio. Eu sou um desses seres, admito. Gostei bastante do primeiro filme, gostei do segundo filme. Agora, no terceiro, já começo a achar que deu. Ou isso, ou a Megan Fox faz falta pra caralho. continue lendo »