Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond)

Cinema quinta-feira, 01 de setembro de 2016

 Desta vez, Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto) e a tripulação da Enterprise encontram-se no terceiro ano da missão de exploração do espaço prevista para durar cinco anos. Eles recebem um pedido de socorro que acaba os ligando ao maléfico vilão Krall (Idris Elba), um insurgente anti-Frota Estelar interessado em um objeto de posse do líder da nave. A Enterprise é atacada, e eles acabam em um planeta desconhecido, onde o grupo acaba sendo dividido em duplas.

Sempre que eu tenho de falar de Star Trek, eu lembro que tinha um funcionário perfeita pra missão. Exceto pelo fato dele morar no meio da selva e não ter acesso ao filme até cerca de três meses depois de ninguém mais ligar. Mas quem disse que o Bacon trabalha com hype? A gente cozinha devagar aqui. Se bem que ele sumiu, provavelmente devorado por uma pantera, ou talvez tenha sido adotado por coalas, não tenho certeza. O que importa é que essa é provavelmente a resenha menos ligada ao Star Trek: Sem Fronteiras que você vai ler nos próximos 15 minutos. Já que fã é um povo que gosta de viajar na maionese mais que eu.

Pois bem, no filme que mais se aproxima do espírito original da franquia, temos uma Enterprise recheada de gente estranha com festa esquisita fazendo o que esse povo faz de melhor: Visitar os rincões mais profundos da galáxia, distribuir presente que o anfitrião não gosta e ser teleportado de volta pra nave antes que dê bosta. Mas dessa vez, algo de novo acontece. Ou uma repetição do último filme, dependendo da sua interpretação. Eu, como sou uma paca, só fui me tocar quando jogaram a parada na minha cara, mas isso não quer dizer nada, cês leitores são só a fina nata do supra sumo da mais alta estirpe. O que isso significa eu não sei, mas quem reclamar de spoiler a mãe tá na zona.

 A última moda em Klingon.

Eu tou tão bem da cabeça que eu assisti o filme e esqueci que o Chekov aparece, mesmo com o Anton Yelchin tendo morrido num acidente escroto. Talvez seja o excesso de cerveja. Talvez seja o fato de que, ao menos inicialmente, tem mais conversa e exploração espacial e menos “vamo meter tiro de phaser em todo mundo” que os filmes anteriores. Mas obviamente que tem que ter as piadinhas escrotas [Se bem que a piadinha sobre música clássica nem foi tão escrota assim, eu achei até bacanuda] e as cenas de ação com veículos antigos, no caso uma moto. Que é uma BMW bem mais legal que o Corvette Stingray do primeiro filme pós-reboot, na minha opinião. Mas eu sou um motoqueiro bagaceira, então não conta.

 “Do que esse cara tá falando?”

Tem Kirk duvidando de si mesmo e se redimindo, tem Spok Spoc Spock fazendo melodrama em relação ao rolo com a Uhura, tem uma alien tetéia que na verdade é boladona, enfim, é aquela maçaroca que todo filme de Hollywood é hoje em dia. Mas se você gostou dos dois primeiros, vai se divertir nesse. E se não achou a menor graça, tá insistindo nessa caralha pra que?

Star Trek: Sem Fronteiras

Star Trek Beyond (122 minutos – Ação)
Lançamento: EUA, 2016
Direção: Justin Lin
Roteiro: Simon Pegg, Doug Jung, Roberto Orci, Patrick McKay e John D. Payne, baseados na série de Gene Roddenberry
Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Simon Pegg, Zoe Saldana, Idris Elba e Sofia Boutella

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