Livros

segunda-feira, 05 de abril de 2010 –
3 comentários B. Cristina
Em abril haverá o lançamento do tão esperado remake(?) “Alice no País das Maravilhas”, do grande Tim Burton. Porém, para falar sobre o filme, deixo isso com a Uiara, que entende mais do que eu…
Como minha praia são os livros, e esse filme foi baseado em um, é melhor falar da Alice descrita em algumas folhas de papel.
Eu disse um livro? Desculpe, eu quis dizer dois. continue lendo »
Livros

sábado, 03 de abril de 2010 –
6 comentários Loney
Seguinte: agradeço os elogios no post anterior, mas só para esclarecer, não sou (Pelo menos ainda não) colunista. Aliás, isso é ótimo, pois não tenho prazos idiotas para cumprir e nem levo esporro do Pizurk sobre algo “fora da proposta da coluna”. Nota do editor: Ah, não?
De qualquer jeito, o tema aqui é bem simples: e-books. Com toda certeza você já viu um e-b00k, seja para comprar, seja para baixar. E-book vem do termo “eletronic book” ou no bom e velho português “livro da internet que é digraça”. O que cês vão ler se clicarem no “Leia o artigo na íntegra!” é um texto extremamente chato sobre e-books, formatos de arquivos, livros e uma ou duas insinuações sobre a sexualidade do Egotista.
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Como talvez tenham percebido, estou escrevendo semanalmente na Analfabetismo Funcional. Pretendo intercalar um post com uma recomendações de leitura, com um texto sobre algum assunto relacionado a literatura de forma geral. Quando for a vez da recomendação (como é o caso), não farei uma resenha do texto, mas tão-somente apresentarei uma breve sinopse do enredo e os motivos pelos quais estou dizendo “Leiam essa bagaça e não se arrependerão”. Caso alguém leia e se arrependa, paciência. Não posso garantir que meu (bom ou mau) gosto te agrade, muito menos o seu dinheiro de volta, mas me esforçarei para indicar algo, no mínimo, interessante.
Vamos ao que interessa, o livro: O Visconde partido ao meio, escrito por Ítalo Calvino. continue lendo »
Livros

segunda-feira, 29 de março de 2010 –
4 comentários Loney
É o seguinte: vocês não me conhecem, a galera daqui do Bacon não me conhece, eu não conheço vocês e não é agora que isso vai mudar. Bem, eu sou um dos novos coitados estagiários daqui do Bacon. Sendo este meu primeiro texto, deixo vocês me xingarrem, ok?
Deixando de lado as formalidades, o assunto do qual vou falar é bem simples: O vocabulário e a quantidade de páginas de um livro. continue lendo »
Livros

quinta-feira, 25 de março de 2010 –
26 comentários B. Cristina
Infelizmente não é um texto turístico sobre Assis, essa pequena cidade italiana. E também não é sobre o Chiquinho. O Assis a que me refiro é o Machado. Queria fazer um trocadilho infame agora, mas perdi essa aula na faculdade.

Ah, se eu estivesse ai…
E deixemos de enrolação. continue lendo »
Decepção e frustração são alguns dos sentimentos que acometem muitas pessoas ao assistir um filme fruto de adaptação de um livro que já tenha lido. Claro que nem sempre é assim, e podemos mencionar exceções em que a obra cinematográfica chega a passar ou igualar o sucesso de sua fonte no papel, como as séries Harry Potter e O Senhor dos Anéis (lembre-se: sucesso comercial não é igual a qualidade). Todavia, convenhamos que as decepções são bem mais freqüentes que os filmes que fazem jus à sua origem literária. Por que será que isso é tão comum? continue lendo »
Temos de admitir que o Twitter fez uma grande diferença na maneira que as pessoas escrevem. Objetividade, frases curtas e, tirando todas aquelas baboseiras, informações uteis.
Admita, você ficou toda hora atualizando a tag #langerieday, não é? E se isso não foi útil, me diga.
Uma das tags que mais me chamam a atenção ali é a #microconto. Pequenas historias que co-existem naquele pequeno espaço de 140 caracteres, até menos, já que a tag sozinha já ocupa 11 caracteres. continue lendo »
Antípodas da Mente

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 –
2 comentários thiago
Havia por volta de 250 pessoas enfileiradas naquela praia. A paisagem não interessa, mas elas vestiam trapos purulentos e fediam como mendigos.
Esperavam há duas horas e ainda não havia começado.
Ele também já esperava há duas horas. A última palavra digitada, “começado”, era uma ironia e uma demonstração de seu fracasso como escritor.
Não que não soubesse como escrever: tinha uma técnica perfeita, sabia brincar com as palavras, movê-las como se dançassem no papel. Simplesmente não sabia sobre O QUE escrever.
Já ele esperava há uns 5 minutos. A última palavra digitada, “escrever”, só tinha sentido em sua ausência.
Não é que não soubesse como: tinha uma ótima técnica, sabia brincar com as palavras, movê-las como se fossem gotas de cuspe. Também não era uma questão de não saber sobre o que escrever. Simplesmente perdeu a vontade…
Antípodas da Mente

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009 –
0 comentários thiago
Pois é.
Essa deveria ser, mais ou menos, uma coluna sobre literatura.
Aqui, em duas sextas de cada mês, você deveria se deliciar com uma resenha sobre algo que Vale a Pena ser Lido (aliás, que Realmente Vale a Pena Ser Lido) ou aproveitar um de meus pequenos contos, cujo gosto alguns podem achar duvidoso. continue lendo »
Antípodas da Mente

sexta-feira, 04 de dezembro de 2009 –
0 comentários thiago
Pois é, minha gente.
Uma de nossas melhores escritoras, se não for a melhor, acaba de ganhar Mais Uma Biografia, desta vez publicada aqui no Brasil pela Cosac Naify.
Você, leitor assíduo e fã de Clarice Lispector (Que eu tenho certeza que você é), pode primeiramente pensar que estamos falando do mesmo blá blá blá de sempre.
Aquela coisa toda de família ucraniana refugiada aqui no Brasil, casamento com diplomata, vida de dona de casa, câncer e fim. continue lendo »