O mundo da literatura não é – nem de perto – badalado como o do cinema, por exemplo. Mesmo assim, ainda se cria alguma expectativa para lançamentos de livros que “prometem abalar”. Pois bem, quando se cria essa expectativa normalmente se dá ao redor de três tipos de lançamentos: continue lendo »
Livros

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 –
9 comentários Loney
Tem muitas coisas na vida que podem fazer você gastar milhares de reais, mas poucas delas juntam tanto pó e são tão legais.
continue lendo »
Livros

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 –
2 comentários vito
Cá estou eu novamente para falar sobre mais uma obra de Jô Soares: O Homem que matou Getúlio Vargas. Já começo avisando que pra mim esse é o melhor livro que esse cara já escreveu, e por mais que você prefira o Xangô de Baker Street só por que ele virou filme, vá se preparando pra ver uma nota maior que a dele nessa análise.
Antes de você passar por esse texto batido, eu já me adianto e explico o porque da minha preferência por este livro. Gosto de acompanhar histórias que sejam mais do que uma simples narrativa, tipo aquelas que se fundem com fatos históricos e os relacionam com as personagens e tal, bem ao estilo Forrest Gump mesmo. Então se esse tipo de coisa também te interessa clica logo nesse “leia o artigo na íntegra!” e lê essa droga de texto de uma vez!

Getúlio Vargas
continue lendo »
Como toda primeira vez, foi marcante. No começo, difícil. Meio sem jeito, um tanto diferente de tudo que já tinha feito. Cheio de novas descobertas. Com o passar do tempo tudo foi se ajustando e vi que era uma prática interessante. Foi assim a primeira vez que li/ouvi um audiobook ou, para quem preferir, audiolivro.
Há algum tempo ouvia falar em audiobooks, ótima opção para deficientes visuais, idosos, pessoas sem tempo para ler, ou que simplesmente não queriam ler. Eis que certo dia – andava meio sem tempo, gastando horas diárias no trânsito – me deparei com uma promoção de um audiobook água-com-açúcar: Marley & eu, de John Grogan.
Comprei-o. continue lendo »
Tá chegando o Natal! Época de trocar presentes, comer peru, encher a cara de vinho pra suportar reuniões de família, enfrentar filas intermináveis, ouvir esse jingle em ritmos acelerados e insuportáveis em toda esquina, ver crianças sentadas no colo de um velho gordo e barbudo vestido bizarramente, enfim, sentir o “espírito natalino”. Afinal de contas, que puerra é isso? Até hoje não entendi essa história alimentada pelos comerciantes. Afinal, o que tem a ver Santa Claus (ou St. Nicholas), o velhinho barbudo pedófilo, com a celebração o nascimento de Jesus. Agradeço se alguém explicar. A propósito, ontem foi o dia de São Nicolau, ou como queriam chamá-lo. continue lendo »
Livros

domingo, 05 de dezembro de 2010 –
0 comentários feerzitaa
A porta abriu. Amarrotado, com cara inchada, tirando a sujeira do canto dos olhos. Ele saía para trabalhar, e esperava pacientemente a chegada do elevador. A porta abriu. Querido, esqueceu o celular. continue lendo »
Livros

sábado, 04 de dezembro de 2010 –
2 comentários vito
Como prometido no post anterior, cá estou eu para fazer a análise dos livros de Jô Soares, começando pelo título O Xangô de Baker Street. Mas por que começar por esse? Primeiro por que eu quero, e segundo por que é o primeiro, entendeu?
Falando sério, dos três livros que Jô escreveu, esse de longe foi o de maior sucesso, tendo sido adaptado para o cinema em 1999, fazendo com que o filme se tornasse uma das mais bem sucedidas produções cinematográfica tupiniquins. continue lendo »
Livros

sexta-feira, 03 de dezembro de 2010 –
5 comentários feerzitaa
Quando assisti o filme, eu chorei baldes. Feito uma criança faminta que pediu McLanche Feliz mas a mãe comprou uma maçã.
Tô pouco me lixando se você não leu/assistiu ainda. Vou contar o fim.

Com direito a caca do nariz e etc
continue lendo »
Livros

terça-feira, 30 de novembro de 2010 –
8 comentários leodias
O que uma pessoa que lê um livro sobre samurais espera? Muito sangue, muita batalha encarniçada, muito seppuku e muita lição espiritual. Se existisse uma fórmula de sucesso para publicações desse gênero, a receita seria mais ou menos essa. E se fosse para contar sobre a vida de um personagem histórico, a coisa ficaria ainda melhor. Como é o caso, por coincidência…
Musashi, de Eijy Yoshikawa, nos dá isso em doses cavalares, quase nos confins da overdose. Mas também dá muito mais. E não poderia ser diferente, com suas quase duas mil páginas de desencontros, amores impossíveis, aulas de história sobre o Japão Feudal e atitudes surpreendentes do nosso protagonista. Quando o clima tá fervendo e a chapa esquentando, ele pacifica e lança uma divagação desconcertante. E quando tá tranquilo, tudo numa Marley, o puto já chega tocando terror e decapitando geral. Para os amantes de uma boa leitura, nada como surpresinhas marotas como estas, hã? continue lendo »
Vermelho, verde, amarelo, azul, verde, vermelho, marrom, amarelo, roxo. Verde, azul, roxo, amarelo, roxo. Luz forte. Fumaça. Escuridão. Luz forte. Fumaça. Escuridão. Luz forte. Escuridão. Luz forte. Escuridão. Luz forte. Escuridão. Luz forte. Escuridão. Tum, tss, Tum, tss, Tum, tss… continue lendo »