
Em matéria de porra-loquismo, o Tim era PhD!
Uma das minhas maiores paixões literárias são as biografias. E nesses tempos em que esse “gênero” está em moda e lotando as livrarias, estou feliz como pinto no lixo! Para mim, o motivo do fascínio que as biografias geram é o seguinte: Nenhuma mente, por mais genial que seja, consegue criar um ficção tão boa quanto a vida real. Sobre isso tenho que citar uma excelente observação de Tom Clancy (Sim, o mesmo que dá nome aos jogos):
Qual a diferença entre a realidade e a ficção? A ficção tem de fazer sentido.
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“Se tá achando ruim, não leia!”
Há livros cuja leitura é um chute no ovo muito enfadonha, mas ainda assim fazem sucesso. As obras de José Saramago – ao menos as que eu conheço – são um exemplo disso. Digo que são enfadonhas por esses e outros motivos: continue lendo »
Inicialmente quero dizer que já saiu, aqui no Bacon, uma crítica sobre esse livro, MAS considerando que já foi há mais de 2 anos, que não estou escrevendo uma crítica e que a leitura vale a pena, recomendá-lo-ei aqui na Analfabetismo Funcional. continue lendo »

Como não gostar de uma livraria? Não é à toa que elas exercem um fascínio tão magnético sobre seus freqüentadores. Afinal, seus produtos são sonhos de consumos de muitos: Livros, revistas, CDs, DVDs, boxes e coleções de toda sorte. Quem nunca teve vontade de ter um livraria todinha só para si? Mas a questão é muito mais do que meramente “consumismo”. Os sentidos são estimulados de uma forma bem singular, como comprovarei a seguir. continue lendo »
O livro que recomendo essa semana é A mulher que escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar, imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Mas, calma, meu amigo. Não tire conclusões precipitadas. Dê-me a oportunidade de falar dois dedinhos de prosa sobre a obra, antes que você diga: Nossa, esse deve ser um saco… continue lendo »

Paulo Coelho: O Rei da Literatura Pop
De uns tempos pra cá, um dos esportes preferidos dos brasileiros é meter o pau no Paulo Coelho. Sim, estou generalizando e incluindo-o na bagaça! Mas, não é verdade? Eu não me recordo de ter ouvido alguém elogiar o escritor porra-louca ex-maluco beleza. Eu também tenho minhas críticas e restrições, mas, diferentemente da maioria, tenho argumentos relevantes (Pretensioso, eu?).
A contradição, o paradoxo, a parada que ninguém entende, é o fato de ele ser tão mal-falado e, ao mesmo tempo, tão lido, traduzido, vendido e idolatrado em todo mundo. No Brasil ele também figura frequente nos topos das listas de best-sellers. Será que é a esposa dele que tá comprando tudo nas livrarias? Ou ele tem um esquema fuderoso que forja essas informações em todo nosso modesto 3º planeta do Sistema Solar? continue lendo »
Como talvez tenham percebido, estou escrevendo semanalmente na Analfabetismo Funcional. Pretendo intercalar um post com uma recomendações de leitura, com um texto sobre algum assunto relacionado a literatura de forma geral. Quando for a vez da recomendação (como é o caso), não farei uma resenha do texto, mas tão-somente apresentarei uma breve sinopse do enredo e os motivos pelos quais estou dizendo “Leiam essa bagaça e não se arrependerão”. Caso alguém leia e se arrependa, paciência. Não posso garantir que meu (bom ou mau) gosto te agrade, muito menos o seu dinheiro de volta, mas me esforçarei para indicar algo, no mínimo, interessante.
Vamos ao que interessa, o livro: O Visconde partido ao meio, escrito por Ítalo Calvino. continue lendo »
Decepção e frustração são alguns dos sentimentos que acometem muitas pessoas ao assistir um filme fruto de adaptação de um livro que já tenha lido. Claro que nem sempre é assim, e podemos mencionar exceções em que a obra cinematográfica chega a passar ou igualar o sucesso de sua fonte no papel, como as séries Harry Potter e O Senhor dos Anéis (lembre-se: sucesso comercial não é igual a qualidade). Todavia, convenhamos que as decepções são bem mais freqüentes que os filmes que fazem jus à sua origem literária. Por que será que isso é tão comum? continue lendo »
Temos de admitir que o Twitter fez uma grande diferença na maneira que as pessoas escrevem. Objetividade, frases curtas e, tirando todas aquelas baboseiras, informações uteis.
Admita, você ficou toda hora atualizando a tag #langerieday, não é? E se isso não foi útil, me diga.
Uma das tags que mais me chamam a atenção ali é a #microconto. Pequenas historias que co-existem naquele pequeno espaço de 140 caracteres, até menos, já que a tag sozinha já ocupa 11 caracteres. continue lendo »
Estava a pouco olhando o Skoob e percebendo que aquilo lá estava mais morto do que essa coluna, então, para matar dois coelhos com uma caixa d’agua, vou falar dele aqui hoje. Pelo menos uma parte dele.
E eu vou ser chato (MAIS chato). continue lendo »