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	<title>baconfrito &#187; Analfabetismo Funcional</title>
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		<title>Recomendo: Etiqueta Moderna</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Recomendo]]></category>

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		<description><![CDATA[Finas maneiras para gente grossa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Num mundo em que todo mundo mal se respeita, e existe uma certa parcela da população que tem como resposta padrão &#8220;Vá se foder!&#8221; para aquele que lhe diz um &#8220;Bom dia!&#8221;, tem um certo livro que ajuda aqueles que se chocam com isso a se habituar com a realidade atual. Como diz mesmo na introdução: &#8220;O mundo está mesmo indo para o inferno. E o melhor que podemos é manter a elegância durante a viagem.&#8221;</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/visao-do-inferno-segundo-santo-anselmo.jpg" class="centro" alt=" " />&#8220;Calma que tem chá pra todo mundo!&#8221;</div>
<p><strong>Etiqueta moderna: Finas maneiras para gente grossa</strong> é um livro que ajuda nessa dificil tarefa: Manter as boas maneiras nesse mundo filho da puta.<span id="more-48362"></span></p>
<p>Escrito por <strong>P.J. O&#8217;Rourke</strong>, o livro descreve várias situações que na situação atual poderiam ter algumas regras de etiqueta. Para os que não tem idéia do que são boas maneiras, um capitulo introdutório o coloca a par do que é isso:</p>
<blockquote><p>Boas maneiras são uma maneira de expressar altruísmo na vida cotidiana. ou de foder os outros sem que eles percebam.</p></blockquote>
<p>Seguindo desse principio, o autor nos deixa a par de regras de etiqueta para as mais diversas situações, começando por sugerir maneiras de criar um passado falso, que justifique uma personalidade mais agradável para festas e eventos sociais, fazendo aquele que as seguir mais propício para receber mais convites para festas e virar um arroz de festa sem ter que ficar trancado 4 meses dentro de uma casa com outras 12 pessoas irritantes.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/big_brother_brasil_2.jpg" class="centro" alt=" " />&#8220;Bas noite, bródis.&#8221;</div>
<p>Como agir com boas maneiras a mesa (&#8220;Peça para ser anunciado como &#8216;senhor Jacinto Pinto Aquino Rego&#8217;&#8221;), como falar de boca cheia sem parecer mal-educado, as regras de uma boa guerra de comida e sugestões de como brincar com a comida de maneira séria são alguns dos assuntos abordados no capitulo de jantares, mas nada supera fazer a montanha de contatos imediatos de 4º grau.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/batata....jpg" class="centro" alt=" " />Batatada!</div>
<p>Como aprontar, encher a cara, usar dorgas, <s>fofocar</s> conversar, usar palavrões e outras coisinhas mais são abordados na primeira parte desse livro.</p>
<p>Na parte seguinte, Homens mulheres e outros, a etiqueta moderna é explicada para os que se encaixam nessa categoria e as situações que os dois podem estar no mesmo espaço, seja para transar ou não. Um dos principais conselhos ali, na minha opinião, é o segundo para homens: FORNEÇA orgasmos. Estando elas vestidas ou não.</p>
<p>Casamento, filhos e outras categorias como divórcio e a festa que você vai dar quando conseguir o seu tem detalhes nessa parte.<br />
Etiqueta formal é o assunto do próximo capitulo. Tudo aquilo que exige um monte de frescurada é dito aqui. Festas de caridade, bailes de debutantes, aquela festa que sua tia chata fez e sua mãe exigiu sua presença, maneiras de agir você encontra aqui. Casamentos, funerais, aqui tem maneira de como agir de maneira social.</p>
<p>O livro possui muito mais capitulos, que estou de saco cheio de descrever para vocês. Vão a uma livraria, folheiem ele e vejam o restante, o que eu descrevi até aqui vai até a página 135.</p>
<p>E uma coisa, como esse livro está a muito tempo mofando na minha prateleira, irei sortear para vocês. Aquele que mandar a melhor dica de educação moderna para meu e-mail nos próximos dois meses irá receber na porta de sua casa o livro que estou citando aqui.<br />
Agora, umas pequenas regras:</p>
<p>1ª- Coisas que estão escritas no livro não valem.</p>
<p>2ª- Vale a melhor na MINHA opinião, não adianta puxar o saco de editor ou outro redator aqui do site para que eu escolha a sua ou seja lá o que for. </p>
<p>3ª- O e-mail é o <strong>santhyago@baconfrito.com</strong>, apenas esse, mandadas para meu mail pessoal, para meu orkut, meu facebook ou pra meu celular serão mandadas tomar no cu imediatamente.</p>
<p>4ª- Vale participar quantas vezes quiser, mas aceito apenas UMA por e-mail <del>acompanhada de 4 tampas de margarina</del>.</p>
<p>O vencedor será revelado no&#8230; Péra, vou pegar o calendário&#8230; Será revelado no dia 31 de outubro. Até lá, quem sabe eu faça algo com as que eu receber, sendo as melhores ou não.</p>
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		<title>Maturação</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 18:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Dickens]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>

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		<description><![CDATA[vira, vira, vira...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Matando meu tempo dias atrás, resolvi pegar um livro que estava maturando em minhas prateleiras já fazia 4 meses. Ele já estava no ponto, com aquela cara amarelada, o cheiro caracteristico de algo que estava na hora de ser apreciado. Ao abrir as páginas e ver que elas tinham algo que valeria a pena ler, começo a me dedicar a apreciar seu conteúdo, sem enrolar mais ainda.</p>
<p>Mas&#8230; o que seria um livro maduro?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/arvore-livros.jpg" class="centro" alt=" " />Caindo de maduro, sô.</div>
<p>Claro que não é isso, ok?<span id="more-47884"></span></p>
<p>Considero maturar um livro o ato de o deixar em &#8220;espera&#8221;, num canto, aguardando a leitura. Nada de fila de leitura, pois um livro nesse estado será lido, só aguarda a sua hora e vez.</p>
<p>Um livro na maturação é diferente. Ele está ali, pronto para ser lido, pode ser o top dos top&#8217;s que você possui, mas você não o lê, por algum motivo.</p>
<p><strong>Desmond</strong>, em <strong>Lost</strong>, possui esse livro, em sua passagem pela ilha viajante das dobras do tempo. Esse livro é o nosso amigo comum, de <strong>Charles Dickens</strong>. Ele o carregava por todo lugar, e dizia que aquele seria o ultimo livro que ele leria na vida. Imagino a dificuldade de um fã dizer que não lerá um livro de seu autor preferido, só mediante uma certa situação.</p>
<p>Não sou tão drástico assim.</p>
<p>Os livros que tenho na maturação são aqueles que eu acredito que não está na hora de eu os ler ainda, aqueles que tenho que ter mais base, mais células cinzentas dispostas para apreciar o conteúdo. Ou que deverei ler bêbado, sei lá. Tenho livros assim, dos quais o conteúdo fica bem melhor quando estou sob efeito de álcool.</p>
<p>A vantagem de deixar um livro assim é que ele fica melhor quando chega a hora de o ler. Imagina que você tem esperado por anos e anos a hora certa de ler <strong>O Hobbit</strong>. Sua juventude passa, vem o filme do <strong>Senhor dos Anéis</strong> e você começa a coçar o dedo para ler. Mas ainda não o faz. A adaptação surge e aí, depois de ir ao cinema assistir, abre o livro. Toda sua base está lá. A idéia do personagem, o desenrolar da história, porra, até sua idéia de quem é <strong>Gollum</strong> está lá, num canto da sua mente, lhe ajudando a pintar a história com detalhes que você não teria ao ter o livro da primeira vez.</p>
<p>Não minta, isso aconteceu, mas você não sabia disso. Lembre-se de sua juventude, aquela que você assistia <strong>Thundercats</strong> na tv e só pensava nas livrarias como um pequeno receptáculo de coisas que o colégio pedia para você ler de vez em quando. Até criar o gosto e descobrir o que realmente era bom, demorou. E é nessa hora que seus olhos se viram para os clássicos. Sim, ali é que você percebe que os podia ter lido antes, tornado seu eu mais desenvolvido, mais aberto ao mundo, mais preparado para o que tem hoje em dia.</p>
<p>Tá, exagerei.</p>
<p>Tenho 6 livros no momento nessa situação. Nenhum está na hora, mas isso mudou muito desde que tenho um filhote para cuidar. Agora, tenho que começar a preparar os meus livros para sobrever a baba dele, caso ele queira os mastigar. Detalhe, é claro.</p>
<p>E ainda espero a hora para ler meu <strong>Os Diários Secretos de Agatha Christie</strong>.</p>
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		<title>Abstinência</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 12:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Dorgas]]></category>

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		<description><![CDATA[Dorgas, mano kjahsakjhkjhakaj!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Escrever sobre drogas, com drogas ou sob efeito de drogas é algo interessante. Sua perspectiva do que está a sua volta fica beeeem distorcida, o monitor parece que vai e volta numa viagem bem locona, a luz parece que pisca nuns quatro tipos de tons diferentes e os sons? HÁ! Esses eu nem explico! Zumbidos, vozes que surgem do nada, gritos e berros, pareceu que um onibus cheio de vacas em chamas passou aqui do lado a pouco, dada a cacofonia enojante que dominava meus timpanos recém descobertos de graus de sons diferentes.</p>
<div class="legendacentro"><img width=555 src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/08/dorgas1.gif" class="centro" alt=" " />Gira, desgraçado!</div>
<p><span id="more-47529"></span></p>
<p>A dor faz com que tomemos medidas desesperadas, do estilo misturar tudo o que existe de analgésicos e remédios que tinha em casa, até mesmo aquele pote que tinha umas coisas brilhantes. Minha mulher dizia que era açúcar de baunilha, mas sei não, acho que era fermento.</p>
<p>Surgindo aos poucos, um pequeno cavalo se aloja no meu ombro esquerdo, tomando conta daquela área tão esquisita, que alguns de vocês chamam de saboneteira. HEI! O safado resolveu tomar um banho ali!</p>
<p>Sai daí, pônei maldito!</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/X3yGSJE53kU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Minha esposa chega em casa, com meu filho e olha a situação que estou, só percebo a hora que ela vai embora, carregando ele e falando que não aguenta mais isso, essa era a ultima vez que me via assim. É, terei tempo pra fazer isso mais vezes, já que por mim, essa era a primeira vez.</p>
<p>Acho que me enganei.</p>
<p>Droga, vou aproveitar esse estado e ler algo. Droga por droga, vou catar o <strong>Paulo Coelho</strong> calçando a mesa. Só assim ele pode prestar para mim, já que sóbrio eu não consigo viajar tanto.</p>
<p>Tá, nem assim rolou de ler ele.</p>
<p>Carinha chato.</p>
<p>A dor começa a voltar, tomo outra dose, ou espero essa acabar. O chão parece ter sangue que escorreu do sofá, mas algo está errado, já que eu não tenho um sofá, o meu saiu pela janela com aquele pônei.</p>
<p>Ouço sirenes, duvido que sejam reais, assim como duvido que aquelas pessoas que minha televisão atacou sejam humanas. Não, não com aqueles olhos. Eles brilhavam no escuro. E eu podia os ver de longe, até antes de virar a esquina. E esses caras de marrom, pegando no meus braços? deve ser alucinação também.</p>
<p>&#8230;<br />
&#8230;<br />
. . .</p>
<p>É, aqui, nessa sala acolchoada, tudo parece melhor. O silêncio ganha de tudo e me dão drogas que fazem as dores pararem sem que eu tenha alucinações. Ainda tenho visitas, o que torna os dias menos solitários. Minha esposa vem uma vez por semana, com meu filho, me trazer balas de coco. Engraçado que, depois que ela vai embora, o pônei resolve aparecer também&#8230;</p>
<p>_________________________________________________</p>
<p>Povo, isso é apenas um devaneio da minha cabeça, ok? Meu filho está bem, eu só tomei mais analgésico do que deveria e eu ainda tenho minha esposa e minha liberdade. Pelo menos por enquanto, nunca se sabe quando surgirá algum problema&#8230;</p>
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		<title>O final de uma era</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/o-fina-de-uma-era.html</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Cerebroless]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou, finalmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>1997.</p>
<p>Fazem atualmente QUATORZE anos desde essa distante data. Se você conhecia uma menina de 7 anos nessa época, hoje em dia você deve ser um tiozão e ela um gatinha que cê fica babando. Ou uma apressadinha com 3 filhos agarrados na cinta, vai saber.</p>
<p>Porque esse ano está em questão? Simples. Nesse ano, foi lançado no Brasil o primeiro livro do <strong>Harry Potter</strong>. Livro esse que encerrou sua saga em 2007, 10 anos após o primeiro livro. E agora, com o lançamento do último filme, considero que isso acabou finalmente.</p>
<p>Em quatorze anos, o mundo mudou bastante. Duas torres cairam, uma guerra aconteceu por motivos desconhecidos, Saddam foi enforcado, Laden foi jogado no fundo do mar, um novo <strong>Playstation</strong> foi lançado, um novo <strong>Xbox</strong> também, e a carta de <strong>Blastoise</strong> não está mais tão rara. </p>
<p>Enfim, uma porrada de coisa mudou.</p>
<p>E agora que a saga épica acabou, o que restou dela? Quais serão seus marcos eternos na história mundial?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/Potter-Dog...-what-a-Diarrhea....jpg" class="centro" alt=" " /><em>&#8220;Aquela página caída ali no canto, que esqueci de mastigar.&#8221;</em></div>
<p>Tá, exagerei. Acredito, que principalmente essas duas coisas:<br />
<span id="more-14394"></span><br />
<em>3762 páginas:</em> Sim, isso é o total de páginas que todos os livros possuem. Claro, estimando que um fã leu só a versão em português, isso é pagina pra caralho. Tem aqueles loucos que leram as versões piratas, os livros extras, e as versões em inglês. Isso tudo ficará para trás, mofando em prateleiras, considerando que o leitor resolveu subir de nivel e partir para literaturas mais avançadas ou ficarão mais gastos, pois para ele aquilo é uma obra prima (OBRA? HIHAVHGAFK) e ele relerá até o final dos tempos.</p>
<p><em>Uma escritora podre de rica:</em> Serviu pra isso. Se ela não está bilionária, está bem perto disso. Pelo menos, teve a decência de usar o dinheiro dela para o bem, criando sua própria entidade filantrópica e escrevendo um livro que reverte o valor dele para esse fim.</p>
<p>Eu teria seguido com meu plano de dominação mundial e quebra de aluguéis, no lugar dela, mas isso são detalhes&#8230;</p>
<p><em>Fãs orfãos:</em> Essa é lasqueira. Aquela ambientação láááá no começo desse texto foi só pra chegar nesse ponto. Um garoto que tinha 8 anos naquela época e começou a ler os livros, hoje tem VINTE E DOIS ANOS. O cara trabalha, paga as contas, tem carro, dividas, mulé, amante, filho e&#8230; É lançado o novo filme e essa mesma pessoa quase chora na estréia! Tem sorte se algo assim não cai no <strong>Youtube</strong>:</p>
<p><iframe width="640" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/O3O7bl6pILw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p> &#8230;Q?</p>
<p>Mas isso não vem ao caso.</p>
<p>Muitos desses que se encaixam nessa situação são aqueles que, nos primórdios de 1994 propriamente dito, estavam com os seus cus colados num sofá, jogando Playstation ou vendo <strong>Dragon Ball</strong> na TV. Essa é a única mágica que eu vi acontecendo em Harry Potter, fazer surgir toda uma nova raça de nerds. Aliás, nerds não, alunos de <strong>Hogwarts</strong>, como alguns se auto-intitulam até hoje.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/07/carta-hogwarts.jpg" class="centro" alt=" " /><em>Chegou, LOL.</em></div>
<p>Esses fãs são pessoas comuns, pode ser aquele cara do seu lado, com um sorvete na mão, ou o seu vizinho de sala no escritório, com cavanhaque torto. Comuns em parte, pois qualquer citação ao nome Potter os leva ao ponto de nostalgia já citado antes.</p>
<p>Mas essa era chegar ao final teve suas vantagens: A melhor de todas é que ela serviu para que uma grande parcela da juventude tivesse seu gosto por leitura ativado.</p>
<p>Não tenho do que reclamar, isso é grande coisa, se esse gosto evoluiu. Se depois resolveu ler algo mais de nivel, beleza, agora, se migrou pra <strong>Eclipse</strong>&#8230; Nem falo nada.</p>
<p>Aliás, falo sim: BANDIBICHA QUE QUE SE MANTER NO MUNDINHO E DEIXAR DE LADO AS COISAS BOA! VAI LER <strong>GUERRA DOS TRONOS</strong> OU <strong>POE</strong>, FDP.</p>
<p>Prontofalei.</p>
<p>Pra finalizar: O mundo mudou, as pessoas mudam. O que se espera é que mudem para melhor, não que regridam. Taí <strong>Luan Santana</strong> pra provar o que digo.</p>
<p>Fico por aqui e participem do <a href="http://www.baconfrito.com/bora-organizar-um-clube.html">clube de leitura</a>. Provem que além de serem leitores, podem discutir mantendo o nivel. E paguem uma cerveja pro <strong>Looney</strong> por mim.</p>
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		<title>CULT &#8211; Criando Uns Livros Top</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 18:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Choke - No Sufoco]]></category>
		<category><![CDATA[chuck palahniuk]]></category>
		<category><![CDATA[Clube da Luta]]></category>
		<category><![CDATA[Cult]]></category>
		<category><![CDATA[John Fante]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem é isso, mas serve.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>A <strong>editora Rocco</strong>, aquela mesma que lançou os <strong>Potter</strong>&#8216;s a alguns anos atrás, é uma das maiores editoras do momento, na minha opinião. Não por causa de Potter, que nessa hora deve estar com uma varinha no colo esperando a morte chegar de verdade, contando pros filhotes dele como ele era foda nas décadas passadas. Mas o fato de <strong>Harry</strong> ser pai e estar caindo no esquecimento não é algo que eu gostaria de abordar aqui. </p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/06/storytelling_colour.jpg" class="centro" alt=" " />Aí eu disse pra ela: &#8220;Essa não é minha varinha, heh.&#8221;</div>
<p><span id="more-45810"></span></p>
<p>Alguns de vocês, que tem ficado mais do que 2 horas seguidas no computador (Ou totais em um dia, como eu), já devem saber que essa editora é a que tem os direitos de publicação sobre as obras de <strong>Palahniuk</strong>.<br />
“<em>Palah-quem?!</em>”, pergunta o moleque xarope do fim da página. É aquele autor que escreveu aquele livro meio sem graça chamado <strong>Clube da Luta</strong> que é procurado por 9 entre cada 10 colecionadores de livros dessa nova geração, incluindo este que vos fala.</p>
<p>Pois bem, Clube da Luta, que foi lançado em 1996 e que já foi abordado por aqui tanto quanto resenha de filme e de <a href="http://www.baconfrito.com/overdose-adaptacoes-clube-da-luta-fight-club.html">livro</a> já tá tão conhecido e parece que só agora a editora lembrou que tem o poder (eu disse PODER) de publicar as obras dele. Dando uma olhada no site, vi que tem na sua página principal o livro <strong>Mais Estranho que a Ficção</strong>, um apanhado de textos publicados em jornal, crônicas e uma parte final meio autobiográfica. Claro, nunca li esse livro e essas informações são as que consegui arranjar só de olhar pro site. Mas isso não muda o fato de que, se a editora conseguiu se lembrar de que existe um autor desses em meio a seus contratos, a chance de vermos uma edição nova de <strong>Clube da luta</strong>, ou uma menos rara de <strong>No Sufoco</strong> nas livrarias é bem grande.</p>
<p>Palahniuk é um autor CULT. <strong>Hakin Bey</strong> é um autor CULT. <strong>John Fante</strong> é um autor CULT. Tá, mas por quê? Um é autor anarquista, outro é autor morto e o outro ainda consegue colher os louros de seu trabalho e ver o quanto consegue chocar.</p>
<p>Autores que conseguem mexer com a definição do que é pop e criar uma nova trilha no teu cérebro para fazer você pensar de uma maneira diferente, chocante bizarra ou só deslocada da realidade são os mais difíceis de encontrar por aí. O problema é que se eles surgem, os encaixam nessa categoria tão sofredora de preconceitos por um público que é tão cabeça fechada e parece que tem aqueles bagulhos que colocam em cavalos para eles olharem em apenas uma direção.</p>
<p>Não categorizarei autores cults aqui, nem definirei a palavra. Que autor é cult para você? Já sabem os meus três.</p>
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		<title>Clube de leitura</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 12:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Reunião]]></category>

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		<description><![CDATA[Isso existe?!?!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Caros leitores (Todos os quatro), desde que livros se tornaram algo que apenas servem de bases para filmes meia-boca, é dificil encontrar hoje em dia algo que se encaixe numa realidade que possa ser discutida com outros seres humanos &#8220;&#8221;normais&#8221;", que pensam e ouvem sua opinião, discutindo como bons <em>homo sapiens</em>, que discutem sem ter que ameaçar de morte outras pessoas do circulo.<br />
<span id="more-20533"></span></p>
<div class="legendacentro"><img width="555" src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/05/neandertal-familia.jpg" class="centro" alt=" " />Dostoiévski jantou isso.</div>
<p>Discutir hoje em dia não é mais a mesma coisa, por falar nisso. Você pode discutir com um cara hoje sobre o que ele acha sobre vampiros que brilham contra os que derretem na luz do sol e o cara pode parecer ter aceitado de boa, mas alguns dias depois ele resolve fazer uma palestra e atirar em todo mundo da sala, vai saber. Isso se encaixa na categoria de fãs xiitas, mas isso fica pra outra vez.</p>
<p>Mas vamos para o tema do titulo, caso tenham esquecido, eu vos relembro: <strong>CLUBES DE LEITURA!</strong> Sim, o que diabo é isso?! De acordo com a definição de nosso oráculo moderno, é isso aqui ó:</p>
<blockquote><p>Um Clube de leitura não passa de um grupo de pessoas, que combinam em ler um mesmo livro em um determinado período (Geralmente um mês) e depois se encontram para falar sobre ele, tomar café (Chá, chimarrão, whisky, suco, etc), comer e se divertir.</p></blockquote>
<p>A fonte disso é essa <a href="http://www.lendo.org/como-criar-clube-leitura-livros-literatura/">aqui</a>, e gostei da parte do whisky. Sim, é divertido, caso em seu circulo de amigos tenha mais do que uns 4 que leiam. O problema disso tudo é que existem grandes chances de acontecer uma cena parecido como a que descrevo logo abaixo:</p>
<blockquote><p>-Hoje já se passou um mês desde que a gente resolveu fazer o clube do livro. Escolhemos para ler o &#8220;Destino de um Bacon&#8221;. O que acharam do livro?<br />
-&#8230;<br />
-Pô, alguém leu o livro, ao menos?<br />
-Ow, eu vi a orelha dele na livraria, serve?<br />
-&#8230;Será possivel que só eu li o livro?!?!</p></blockquote>
<p>Triste, mas real.</p>
<p>Num país em que a média de livros por lidos por habitante é de 4,7 ao ano, a idéia de criar um clube de leitura é algo que só atinge aqueles que são meio loucos, que preferem comprar um livro a um jogo ou pornografia, na banca mais próxima.</p>
<p>Como sou um filho da mãe que quer ver o pessoal lendo, vou dar umas dicas de livros para caso você queira fazer um clube de leitura e esteja sem idéia, ou dinheiro, ou os dois, o que é mais provável.</p>
<p>-Sebos tem balcões que livros custam 1, 2 reais. Livros bons, eu garanto. Achei um <strong>Por Quem os Sinos Dobram</strong> por 2 reais a algumas semanas e tinha mais uns 4 volumes por lá.</p>
<p>-Bibliotecas possuem mais do que um volume de um livro,e algumas nem exigem que se pague pelo cadastro. Clássicos da literatura brasileira e mundial, sempre tem várias cópias por lá.</p>
<p>-E caso ninguém tenha um livro disponível, uma alternativa é ler quadrinhos! Com um tempo de duração menor entre as reuniões, vocês poderiam se reunir para discutir a última edição da <strong>Turma da Mônica</strong> ou o incrível <strong>Pato Donald</strong>. </p>
<p>Uma verdade é que essas reuniões sempre irão começar com o tema do livro, mas como bons seres sociáveis que os humanos são, o assunto já se passará para outros, depende da afinidade do grupo: Séries, filmes, desenhos, e até, outros livros. Não se esqueça que isso pode render idéias para outro encontro. </p>
<p>E não esqueça de oferecer comida, caso seja na sua casa, ou pagar uma rodada de cerveja, café ou balinhas de goma, se for em outro lugar.</p>
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		<title>Conto: Um sonho de sonhador</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Delamare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Sonho de Sonhador]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Saramago que se cuide!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div class="legendaesquerda"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/04/sonho_padaria.jpg" class="esquerda" alt=" " />Não, não estou falando desse sonho</div>
<p>Essa noite eu tive um sonho. Como diria <strong>Raul Seixas</strong>, “um sonho de sonhador”. Pois é, maluco que sou, sonhei que os sonhos de todos indivíduos de um país se realizavam do dia para a noite. Bem ao menos, em tese, seriam realizados se não fossem as contradições surgidas nesse processo. </p>
<p>Como todo sonho, no momento que é sonhado tudo faz sentido, tudo se encaixa perfeitamente. Depois que acordamos notamos as bizarrices de um mosaico que não encaixa. Começamos a contar para alguém e percebemos que tudo aquilo, geralmente, não tem um mínimo de verossimilhança.<span id="more-43676"></span></p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/04/pqp.gif" class="centro" alt=" " />Essa é minha reação quando me lembro de sonhos bizarros</div>
<p>Enfim, deixemos as divagações de lado e vamos meu “sonho de sonhador”. Eis que o país passou a ser administrado por diversos Presidentes da República, o “emprego dos sonhos” de muitos. Não havia conflito de egos, nem divergências, todos tomavam decisões por voto da maioria, numa espécie de órgão colegiado.</p>
<p>Quase não se via garis na ruas, pois os “empregos dos sonhos” de 99,999999% das pessoas envolvia algo supostamente mais “glamoroso”. Contraditoriamente, as ruas não eram sujas, pelo contrário, eram limpíssimas, afinal de contas muitos sonhavam com um cidade limpa e um meio ambiente livre de poluição.</p>
<p>Também não havia pobreza ou miséria. Muita gente ganhava na mega-sena ou loterias afins. Ocorre que o número de ganhadores era tamanho que o prêmio, de tão rateado, acabava sendo baixíssimo. Outros, mais espertos, simplesmente sonhavam em nascer ricos e nunca precisar trabalhar.</p>
<p>Além dos sonhos, digamos, profissionais, a aparência das pessoas mudou. Corpos “definidos e sarados” passaram a ser padrão. As mulheres, salvo raras exceções, eram todas belíssimas, se dividiam entre dois estilos: modelos magérrimas, com pernas quilométricas; e o tipo “cavala gostosona silicona e popozuda”.</p>
<p>Os carros que se viam nas ruas eram um verdadeiro desfile, digno de qualquer grande exposição de carros esportivos. Apartamentos e casas luxuosos eram habitados pela maioria da população. Doenças foram curadas e pessoas passaram a ter uma saúde de ferro. </p>
<p>Tudo parecia ir bem até que uma apatia passou a dominar a população. Sonhos realizados, não havia mais ganas para se viver. Não havia objetivos para se alcançar, obstáculos para se superar, nem adversários para se batalhar. Essa melancolia que abateu a todos devia-se, inquestionavelmente, ao esgotamento dos sonhos, que acarretou numa coletiva falta de vontade de viver o futuro.</p>
<p>Essa noite eu tive um sonho. Maluco que sou, acordei. </p>
<p>É, amigos, talvez eu tenha que ler menos <strong>Saramago</strong>&#8230;</p>
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		<title>Fórmulas, formas e moldes</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 12:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Drama Queens]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Matemática, culinária e costura você NÃO encontra nesse texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Escrevo esse texto num domingo de noite, faltando algumas horas para ir dormir. Então, se daqui a uns minutos eu parecer chato, quer dizer que eu babei no teclado e estou escrevendo por osmose. Pense nisso como uma aula de biologia, só que sem as provas:</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/04/biologia.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Mas vamos começar essa bagaça.<span id="more-43099"></span></p>
<p>Estava falando com minha esposa essa semana e ela me instigou a pensar sobre o tema dessa coluna. Diversas pessoas recorrem a livros de auto-ajuda para se descobrirem, desabrochar, se tornarem pessoas melhores. Pelo menos é essa a intenção que elas tem ao pegarem nesses livros, certo?</p>
<p>Eu sempre acreditei nisso, mas não poderia estar mais errado.</p>
<p>As pessoas levam tão a sério o que está escrito ali, que acabam piorando. Um exemplo? Contou-me ela que uma certa mulher resolveu ler o livro <strong>Porque os homens amam mulheres poderosas?</strong>. Beleza, ela tinha acabado de sair de uma relação que o cara havia deixado ela por outra, aquela coisa de cara que deve ter achado o pau no lixo, sei lá. Lendo o livro, ela acabou se identificando com um dos estereótipos que ele apresentava: A mulher capacho. Nem li esse livro, e minha esposa um dia aposto que vai ler e me contar, mas, até chegar esse dia, fiz uma busca sobre o que isso significa no oráculo e achei uma definição, só pra ilustrar:</p>
<blockquote><p>Na psicologia o termo é usado para mulheres que possuem uma grave dependência emocional. Elas não possuem poder interior, vontade própria, não sabem expressar o que querem, não verbalizam o que sentem, se contentam com &#8220;raspas e restos&#8221;, concordam com tudo o que as pessoas falam, são facilmente influenciáveis, com enorme desejo de aprovação e reconhecimento exterior, sem auto-confiança, o que faz com que elas se preocupem demasiadamente em agradar os outros, esquecendo as suas necessidades. Não possuem projetos individuais, (&#8230;) a mesma não dá ouvidos, e não consegue ver que está com o homem errado.</p></blockquote>
<p>Simples assim. Pra resumir a história mais ainda. A mulé ficou pior. Acabou se trancando, se isolando dos outros, se fechando para o mundo. Sei que alguns de vocês dirão “ESSA VACA PRECISA DE UM SUCO DE PICA!”, mas isso acredito que acabaria a tornando pior do que já está, pois ela acabaria retornando a uma relação que acabou a jogando onde está agora.</p>
<p>Nunca fiquei perto desses livros por tempo suficiente para ter uma boa opinião sobre eles, e esse nem é a questão aqui, falando nisso. O principal desse texto é chegar ao centro do motivo que leva alguém a ler algo para se sentir pior. Diferente de um livro de suspense ou terror, que você já começa a ler com a intenção de cagar tijolos, esses outros se propões a tornar quem o lê alguém diferente, melhor para si próprio e para os outros.</p>
<p>Sério. Me divirto vendo essas pessoas que acabam se encaixando em fórmulas para melhorarem. Desde aqueles vendedores da Herbalife até os que acabam entrando em correntes, são pessoas que acreditam que da noite para o dia poderão se tornar aquilo que querem, sem nenhum esforço. Se você é o que lê ou vê, porque se tornar algo igual a todo mundo?</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/04/pensediferente.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Individualidade é aquilo que o torna único, você. Isso explica porque temos tantos retardados únicos hoje em dia, que se vestem da mesma maneira, falam do mesmo jeito e ouvem a mesmas músicas. Nem chego ao quesito do que eles leem, porque isso seria demais, dizer que eles colocam os olhos em algo além dos livros obrigatórios do colégio. Sim, porque essa cambada de hoje em dia que será o nosso futuro amanhã nem devem saber quem é <strong>Tolkien</strong>.</p>
<p>E isso que ainda nem cheguei ao quesito de qualidade de leitura, que deixarei pra uma próxima vez. Mas para concluir, vamos pensar em uma coisa: Se algo é certo pra um, tem que ser o certo para todos? Eu posso recomendar algo para você, mas dizer que você TEM que fazer isso, é outra coisa.</p>
<p>Deixo você por aqui. E se chegou a esse ponto, ainda com dúvida criada lá no começo: Sim, eu sou casado.</p>
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		<title>Recomendo: O signo dos quatro (Sir Arthur Conan Doyle)</title>
		<link>http://www.baconfrito.com/recomendo-o-signo-dos-quatro-sir-arthur-conan-doyle.html</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Delamare</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Cocaína]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Watson]]></category>
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		<category><![CDATA[Sherlock Holmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando se fala na "Ciência da dedução", esse é o cara!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div class="legendaesquerda"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/sherlock_cocaine1.jpg" class="esquerda" alt=" " />Capa de estudo sobre Sherlock e a cocaína</div>
<p>Depois de ler <a href="http://www.baconfrito.com/um-estudo-sobre-dr-house-e-sherlock-holmes.html">esse ótimo artigo sobre Dr. House e Sherlock Holmes</a>, me dei conta que estava devendo um post para o maior detetive da Literatura. Elementar, meu caro Watson, que estou falando de<strong> Sherlock Holmes</strong>.<span id="more-42808"></span></p>
<p><strong>Sir Arthut Conan Doyle</strong> escreveu mais de 70 contos e apenas 4 longas histórias sobre as misteriosas aventuras da dupla de Baker Street. O &#8220;recomendo&#8221; de hoje vai para uma das histórias (na verdade, a segunda delas): <strong>O signo dos quatro</strong>. A princípio é uma história como qualquer outra de Sherlock Holmes: um cliente vai em busca de ajuda, Sherlock dá uma de bonzão e diz que já sabe quase tudo para desvendar o caso, só precisando fazer mais algumas averiguações e <strong>Watson</strong> fica viajando na maionese. Depois, Sherlock se disfarça e começa a ver que não era tão simples quanto ele pensava, pois acontecem algumas reviravoltas, surgem personagens totalmente bizarros e caricatos etc, mas no final ele sempre tem uma sacada foda e tudo dá certo. Não vou fazer <em>spoiler</em>, pois perderia toda a graça.</p>
<p>Uma curiosidade desse livro é que nas primeiras páginas fica evidente o uso “recreativo” – na visão do próprio Holmes &#8211; de cocaína e morfina (em outras histórias ele também usa ópio). Muito embora, para Watson, seu uso já esteja beirando o vício – o que já foi muito bem salientado pelo <a href="http://www.baconfrito.com/author/yuri">Yuri</a> quando fez a comparação com Dr. House. Vejamos o trecho a seguir, em que Watson (que é o narrador das histórias) fala abertamente sobre o uso de de Sherlock de substâncias químicas psicoativas:</p>
<blockquote><p>Com seus dedos longos, brancos e nervosos, ajustou a delicada agulha e arregaçou o punho esquerdo da camisa. Durante um curto tempo seus olhos repousaram pensativamente no antebraço e no punho, musculosos, pontilhados por um sem número de picadas. Por fim, introduziu a ponta aguda, apertou o minúsculo êmbolo e recostou-se na poltrona forrada de veludo com um longo suspiro de satisfação.<br />
Três vezes por dia, durante muitos meses, eu havia testemuhado essa cena [...]<br />
“O que é hoje”, perguntei, “morfina ou cocaína?” [...]<br />
“É cocaína”, disse, “uma solução a sete por cento”.</p></blockquote>
<p>Por derradeiro, gostaria de destacar a qualidade da coleção das histórias de Sherlock Holmes chamada “Edição Definitiva”, lançada pela <strong>Editora Jorge Zahar</strong>. Além de serem impressos em material de ótima qualidade, os livros são recheados de notas esclarecedoras e de grande profundidade, baseadas em extensa pesquisa bibliográfica. Também há diversas ilustrações retiradas de diversas edições antigas dos livros do mestre Conan Doyle. Salvo engano, já foram lançadas os 8 primeiros volumes, faltando só mais um a ser publicado. O preço é salgado, mas para os fãs vale a pena!</p>
<div class="nota-9">
<div class="critica">
<h3>O signo dos quatro (Sir Arthur Conan Doyle)</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/capa_sherlock-holmes_o-signo-dos-quatro.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>The Sign of Four</strong><br />
<strong>Ano de Edi&ccedil;&atilde;o:</strong> 2010<br />
<strong>Autor:</strong> Sir Arthur Conan Doyle<br />
<strong>N&uacute;mero de P&aacute;ginas:</strong> 196<br />
<strong>Editora:</strong> Jorge Zahar Editora</div>
</div>
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		<title>Descrição express</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 12:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>santhyago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analfabetismo Funcional]]></category>
		<category><![CDATA[Noobs]]></category>
		<category><![CDATA[Pizza]]></category>
		<category><![CDATA[Revolta]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou: “como falar de livros para pessoas não interessadas”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Você pede uma pizza. Enquanto espera, você arruma tudo o que vai precisar para comer. Se for solitário, deve ter pedido aqueles negócios que eles insistem em chamar de pizza pequena, mas pra mim é quase como se fosse um peido de pizza, não enche nem buraco de dente.</p>
<p>Ela demora&#8230; MESMO. E aí, cê decide ir dar <s>uma cagada </s> olhada na estante, e aí vê que tem um livro que cê nunca leu, nem se lembra quando comprou. Por um incrível capricho do destino, ali dentro tem uns trocados e a pizza vai poder ser paga em dinheiro, sem precisar de implorar pra trazer a maquina de débitos.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/dinheirolol.jpg" class="centro" alt=" " />“estou rico LOLOLOLOLOLOL”</div>
<p><span id="more-42755"></span></p>
<p>E aí, como se fosse mais uma providência divina, o entregador chega! Cê vai lá, todo feliz serelepe e saltitante pegar aquela refeição que você já estava quase matando para ter quando o entregador se sente na obrigação de tentar ser seu amigo: “Boa noite senhor, aqui está sua pizza são&#8230; EI! Esse livro tem uma capa bonita! Qual é a história dele?!?!?” E aí, fodeu.</p>
<p>Primeiro e único: Esse povo é chato pra caralho. Eles não se satisfazem como pouco. Não basta contar um pedaço da história. Eles querem saber se o livro é BOM. Pausa para digerir essa sentença, por favor.</p>
<p>Pronto.</p>
<p>Defina um livro bom para você para outra pessoa e você terá vendido sua alma para um demônio. E não vai ser um demônio bonzinho, vai ser um FDP.</p>
<div class="legendacentro"><img width="555" src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/Bobby_Crowley_.jpg" class="centro" alt=" " />Um desse tipo aí, ó.</div>
<p>Dar uma descrição de um livro que você está lendo, ou vai ler, é a mesma coisa que perguntar pra um mecânico quanto tipo de graxa tem no macacão dele, quantas vezes um atendente de lanchonete já cuspiu num sanduiche, sei lá. Cê pode estimar, imaginar, mas nunca vai conseguir definir exatamente aquilo pra quem perguntar. Não assim, sem ter parado pra contar, pensar.</p>
<p>Me diga como que você pode resumir um livro falando sobre as 7 maiores descobertas da ciência? Quando me perguntaram sobre isso, logo após eu ter lido a introdução desse livro, o que saiu foi apenas: ”É um resumo sobre o que de mais relevante foi descoberto na quimica, fisica, matemática, genética e uma outras coisas mais QUE EU AINDA NÃO LI *faz cara de mal*&#8221;.</p>
<p>Detalhe que eu nem podia fugir, já que não basta perguntar, se eles tem chance, eles PEGAM o livro de sua mão e querem dar uma folheada “pra ver se tem figurinhas”!</p>
<h3>¬¬</h3>
<p>Tenho uma teoria sobre essas pessoas: Cada vez que elas pegam um livro da mão de alguém que realmente está o lendo, elas tem a leve e pequena esperança de que TODO o conhecimento do livro vá passar pra ela com base naquele seu breve resumo. Quando elas veem que não adianta nada isso, o interesse delas (Que é o equivalente ao de um plâncton) se dissipa e eles rapidamente querem sair dali. Talvez se eles ouvirem por tempo demais, os cérebros deles comecem a funcionar e eles PENSEM. Onde já se viu uma coisa dessa? Se eles pensarem, como vão poder ouvir funk?!?!</p>
<div class="legendadireita"><object width="555" height="446"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IwF04jLlaNE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IwF04jLlaNE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="555" height="446"></embed></object>E destruir clássicos, é claro.</div>
<p>Sorte que tem uns livros que ajudam um bocado nessa missão. O <strong>90 clássicos para apressadinhos</strong> é um que já está na minha lista. De que melhor maneira poderei descrever <strong>O Senhor dos Anéis</strong> sem ter que matar uns 15 no processo?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2011/03/senhor_resumido.jpg" class="centro" alt=" " />1000 paginas em 3 imagens. PERFEITO!</div>
<p>E é isso. Deveria ter saído um texto sobre zumbis, mas acho que esses sangue-sugas culturais roubaram um pouco de meu cérebro.</p>
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